Sindjus-MA reúne com diretor financeiro do TJMA para tratar da implantação de reajustes

10/01/2018 | 13:14 - matéria visualizada 1953 vezes
A esquerda o diretor financeiro do TJMA, Amudsen Bonifácio, e o presidente do Sindjus-MA, Aníbal Lins

O presidente do Sindjus-MA, Aníbal Lins, e o diretor de Assuntos Jurídicos do Sindicato, Artur Estevam Filho, reuniram-se nesta quarta-feira (10) com o diretor financeiro do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), Amudsen Bonifácio. O motivo da reunião foi buscar esclarecimentos sobre a implantação e pagamento do reajuste de 5% nos vencimentos dos servidores, conforme a Lei Estadual 10.772, de 29 de dezembro de 2017, que foi publicada no último dia 2 de janeiro. Também foi discutido o pagamento do reajuste do auxílio alimentação, do auxílio saúde e da atualização da tabela de custeio das diligências dos comissários e oficiais de justiça.

Sobre o reajuste de 5%, Amudsen Bonifácio esclareceu que a nova tabela de vencimentos será implantada imediatamente e que os servidores já irão perceber o acréscimo no pagamento da folha de janeiro de 2018, definido para o próximo dia 23, conforme o calendário de pagamento da Administração do TJMA. Contudo, o valor retroativo a 1º de dezembro, que é a data de vigência do reajuste, como especifica a Lei 10.772, será pago somente em fevereiro.

Também foram discutidos os novos valores do auxílio alimentação e do auxílio saúde dos servidores ativos do Judiciário. “Já foram implantados”, disse o diretor financeiro do TJMA, que informou ainda que os valores serão de R$ 885 e R$ 365, respectivamente. Por fim foi tratada a atualização da tabela de diligência dos comissários e oficiais de justiça. A previsão é que a tabela seja atualizada também em fevereiro, acompanhando a correção da Lei de Custas Judiciais.

“Nós queremos ter uma relação de parceria com a nova Administração do TJMA. Porém, no intuito de procurar atender os pleitos do servidores, esperamos que a Administração evite a política do ‘fato consumado’ e escute mais os servidores, dê alternativas para o debate e habitue-se a apresentar propostas para que o Sindicato faça consultas à categoria e esta indique o que realmente deseja. Se a categoria prefere que o TJ priorize a implantação de um novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos ou apenas a política de reposição inflacionária, por exemplo, na forma que vem sendo adotada. O primeiro é um desejo e uma reivindicação da categoria. O segundo é um direito. Se não for possível as duas coisas ao mesmo tempo, então que seja facultado ao Sindicato encaminhar democraticamente consulta à categoria sobre quais devem ser as prioridades da administração no trato com os servidores”, afirmou Aníbal Lins. 
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