Fórum de Humberto de Campos tem atividades suspensas para conclusão das obras de reforma

19/11/2019 | 13:54 - matéria visualizada 318 vezes
O Sindjus-MA visitou o Fórum de Humberto de Campos no mês de outubro, oportunidade em que efetuou a filiação do técnico judiciário Paulo Henrique e acompanhou a obra de reforma da unidadeO Fórum da Comarca de Humberto de Campos está com o atendimento suspenso desde o dia 16 de novembro em razão das obras de reforma do local que agora estão sendo realizadas nas salas da unidade. O expediente ficará suspenso por um mês, retornando às atividades no dia 16 de dezembro.
 
O Sindjus-MA a convite dos servidores visitou o Fórum de Humberto de Campos no dia 15 de outubro para acompanhar o andamento da obra, que na época estava sendo realizada no pátio central. O presidente do Sindjus-MA, Anibal Lins, e o advogado Nathan Chaves, averiguaram as condições do local e prestaram assistência aos servidores.
Em outubro, o Fórum de Humberto de Campos estava em obras no pátio central. Agora a reforma acontece na parte interna da unidade
Com o apoio do sindicato, os servidores conseguiram que o juiz Aurimar de Andrade Arrais Sobrinho e a Diretoria de Engenharia do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) acolhessem o pleito para que na reta final da obra de reforma do fórum, o expediente fosse suspenso.
 
“Destacamos a sensibilidade do juiz Aurimar de Andrade e agradecemos a ele por ter acolhido o pleito dos servidores conseguindo conciliar uma obra que vai trazer muitos benefícios para cidade, para comunidade e para os próprios servidores. O magistrado teve a preocupação em preservar a saúde e as condições de trabalho dos funcionários do fórum durante essa obra. Que este exemplo sirva como referência para toda a Justiça do Maranhão”, ressaltou o presidente do Sindjus-MA, Anibal Lins.
 
O Sindjus-MA também evidencia a atuação da Diretoria de Engenharia do Tribunal de Justiça do Maranhão que entendeu o problema e ajudou a encontrar uma solução junto ao juiz da comarca.
 
“Entramos em contato com o magistrado, e após a conclusão da meta de processos, passamos o ofício suspendendo as atividades por 30 dias. Quando essas obras envolvem demolição, entendemos que inviabiliza os trabalhos e optamos pela suspensão das atividades”, explicou o diretor de Engenharia do TJMA, Allan de Sousa Gomes.
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