Sindjus-MA protocola pedido de abono das faltas da Greve Geral

Na manhã desta terça-feira, 26, Fredson Costa, Pedro Davi e Artur Estevam, respectivamente, vice-presidente, primeiro secretário e diretores de imprensa do SINDJUS-MA do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (Sindjus-MA) protocolou ofício ao Diretor de Recursos Humanos do Tribunal de Justiça, Daniel Serra Gedeon, solicitando providências para abono de faltas dos servidores que participaram da Paralisação de Advertência nos dias 24 e 25/07 e da Greve Geral de 08 a 15/08.

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Pedro Davi e Fredson Costa protocolaram ofício do Sindjus-MA para abono das faltas dos servidores que participaram da greve.
Na manhã desta terça-feira, 26, Fredson Costa, Pedro Davi e Artur Estevam, respectivamente, vice-presidente, primeiro secretário e diretor de imprensa do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (Sindjus-MA) protocolaram ofício ao Diretor de Recursos Humanos do Tribunal de Justiça, Daniel Serra Gedeon, solicitando providências para abono de faltas dos servidores que participaram da Paralisação de Advertência nos dias 24 e 25/07 e da Greve Geral de 08 a 15/08.

No ofício protocolado pelo SINDJUS-MA foi anexado o PONTO PARALELO assinado pelos servidores que aderiram greve geral da categoria em todas as comarcas do estado, realizada no período de 08 a 15 de Agosto, bem como da paralisação de advertência ocorrida nos dias 24 e 24 de Julho passado. O abono das faltas dos servidores que aderiram às duas paralisações foi uma das condições para a suspensão da greve geral da categoria, acordada entre a direção do SINDJUS-MA, na pessoa do seu presidente Aníbal Lins, e a administração do Tribunal de Justiça, na pessoa da vice-presidente Anildes Cruz, no exercício da presidência.

Por sua vez, os servidores assumiram o compromisso com a administração de atualizar, no prazo de cinco dias úteis, o serviço que ficou pendente em decorrência dos dias da greve. “A administração do TJ e o SINDJUS-MA estão atendendo assim ao compromisso firmado com a categoria de que nenhum servidor seria penalizado por ter participado da greve, sofrendo desconto em seu vencimento. De nossa parte, queremos louvar a postura democrática da direção do Tribunal de Justiça  de ter acolhido essa nossa reivindicação para que o movimento paredista fosse suspenso”, concluiu Artur Estevam.