Tribunal de Justiça rejeita acordo com servidores sobre reposição de faltas da greve de 2015Devolução das faltas de greve também poderá ser negociada em audiência no CNJ
As faltas da greve de 2015, objeto do Processo de Controle Administrativo (PCA) nº. 0005729-2015.2.00.00000 que o Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (Sindjus-MA) move contra o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) poderá ter o mesmo caminho da conciliação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O PCA está sob a relatoria do conselheiro Norberto Campelo.
As faltas da greve de 2015, objeto do Processo de Controle Administrativo (PCA) nº. 0005729-2015.2.00.00000 que o Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (Sindjus-MA) move contra o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) poderá ter o mesmo caminho da conciliação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O PCA está sob a relatoria do conselheiro Norberto Campelo.
Nas audiências conciliatórias de outros dois PCA’s, realizados nessa quarta-feira (8), o assunto chegou a ser tratado com o presidente do TJMA, desembargador Cleones Cunha. A negociação não teve avanço pelo fato das faltas não constarem como objeto do PCA ora discutido, assim como o entendimento do desembargador é de aguardar a decisão final sobre o assunto que está judicializado.
Presente na reunião, o renomado advogado Cezar Britto – que também é advogado da Fenajufe e ex-presidente da OAB nacional – disse entender o posicionamento do presidente do TJMA, mas lembrou que decisões superiores não consideram as faltas de greves como injustificadas e que a administração pode, pela via da composição, fazer a restituição dos valores descontados e negociar a reposição das horas não trabalhadas.
Diante dos argumentos, Cleones Cunha disse que está apenas respeitando a decisão judicial, mas se comprometeu em estudar uma alternativa para atender à solicitação. Sobre este PCA, o presidente também afirmou que está disponível para participar de uma nova audiência conciliatória para tratar do seu objeto.
Anibal Lins insistiu no argumento de que é possível uma saída pela via do entendimento para a resolução desse problema, que afetou centenas de servidores em todo o Estado. Ele disse que além dos descontos de 2015, também espera ter uma resposta positiva em relação aos descontos feitos na mobilização de 2014.
O presidente do Sindjus ainda reforçou que a luta pela reposição dos descontos vai continuar e que acredita que vai prevalecer o bom senso e o respeito à jurisprudência dominante sobre a matéria. “Agradeço e acredito no empenho do presidente Cleones Cunha na busca de uma solução. Isso demonstra que é possível a construção conjunta de alternativas para os problemas que o Judiciário enfrenta”, disse.
Nas audiências conciliatórias de outros dois PCA’s, realizados nessa quarta-feira (8), o assunto chegou a ser tratado com o presidente do TJMA, desembargador Cleones Cunha. A negociação não teve avanço pelo fato das faltas não constarem como objeto do PCA ora discutido, assim como o entendimento do desembargador é de aguardar a decisão final sobre o assunto que está judicializado.
Presente na reunião, o renomado advogado Cezar Britto – que também é advogado da Fenajufe e ex-presidente da OAB nacional – disse entender o posicionamento do presidente do TJMA, mas lembrou que decisões superiores não consideram as faltas de greves como injustificadas e que a administração pode, pela via da composição, fazer a restituição dos valores descontados e negociar a reposição das horas não trabalhadas.
Diante dos argumentos, Cleones Cunha disse que está apenas respeitando a decisão judicial, mas se comprometeu em estudar uma alternativa para atender à solicitação. Sobre este PCA, o presidente também afirmou que está disponível para participar de uma nova audiência conciliatória para tratar do seu objeto.
Anibal Lins insistiu no argumento de que é possível uma saída pela via do entendimento para a resolução desse problema, que afetou centenas de servidores em todo o Estado. Ele disse que além dos descontos de 2015, também espera ter uma resposta positiva em relação aos descontos feitos na mobilização de 2014.
O presidente do Sindjus ainda reforçou que a luta pela reposição dos descontos vai continuar e que acredita que vai prevalecer o bom senso e o respeito à jurisprudência dominante sobre a matéria. “Agradeço e acredito no empenho do presidente Cleones Cunha na busca de uma solução. Isso demonstra que é possível a construção conjunta de alternativas para os problemas que o Judiciário enfrenta”, disse.

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