Deputados aprovam criação de três novas vagas para desembargador do TJMA por unanimidadeSindjus-MA discute alternativas para novas vagas de estacionamento para servidores no Fórum do Calhau
O presidente do Sindjus-MA, Aníbal Lins, e a analista judiciária Eloísa Marangoni, reuniram-se na tarde desta segunda-feira (18) com o diretor-geral do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), Mário Lobão. A pauta principal do encontro foi uma solução para a insuficiência de vagas no estacionamento do Fórum de Justiça do Calhau, em São Luís, para servidores.
O presidente do Sindjus-MA, Aníbal Lins, e a analista judiciária Eloísa Marangoni, reuniram-se na tarde desta segunda-feira (18) com o diretor-geral do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), Mário Lobão. A pauta principal do encontro foi uma solução para a insuficiência de vagas no estacionamento do Fórum de Justiça do Calhau, em São Luís, para servidores.Uma das soluções discutidas foi a utilização provisória do terreno que fica em frente ao Fórum, do outro lado da Avenida Carlos Cunha, onde está prevista a construção da nova sede do Poder Judiciário do Maranhão. Enquanto a obra não tem início, a área seria preparada para receber carros de servidores e jurisdicionados.
“Esse área ou parte dela, se transformada em estacionamento, atenderia tanto a necessidade dos servidores do Fórum quanto da população que busca diariamente o atendimento da Justiça. Essa é uma demanda que a gente espera ver resolvida o mais breve possível”, afirmou Eloísa Marangoni.
O terreno é do Executivo Estadual. Por isso a Diretoria-Geral do TJMA está em tratativa com a Secretaria de Estado de Governo para viabilizar a utilização provisória desse imóvel.
Outra medida em estudo é a remoção de um chafariz nos arredores do Fórum para a abertura de novas vagas de estacionamento, ampliação que foi solicitada tanto pelo Sindjus-MA, quanto pela própria Direção do Fórum.
A viabilidade dessa medida ainda está em análise pela Diretoria de Engenharia do TJMA, tendo em vista que o local é área de recolhimento de águas pluviais. O parecer deve estar pronto até abril.


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