Veja vídeo em que grandes nomes da arte brasileira leem Carta em Defesa ao Estado Democrático de DireitoAtos nas Universidades neste 11 de agosto reforçam defesa do Estado Democrático
Cerca de 21 Universidades em 12 Estados da Federação promoveram atos em defesa da Democracia e do processo eleitoral e também em repúdio ao ataques feitos pelo presidente Bolsonaro às instituições brasileiras e ao Estado de Direito, nesta quinta-feira, dia 11 de agosto.

Cerca de 21 Universidades em 12 Estados da Federação promoveram atos em defesa da Democracia e do processo eleitoral e também em repúdio ao ataques feitos pelo presidente Bolsonaro às instituições brasileiras e ao Estado de Direito, nesta quinta-feira, dia 11 de agosto.
O ato mais aguardado foi o da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, de onde partiu a iniciativa da nova versão da Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito. Até as 20h desta quarta-feira (10), a nova Carta somava aproximadamente 878 mil assinaturas.
“A normalidade democrática formal é fundamental para que o Brasil retome o combate contra a destruição do Estado social e de enfrentamentos às diversas formas de discriminação, segregação e exclusão”, afirmam as duas centenas de entidades que integram a Coalizão em Defesa do Sistema Eleitoral.
“As eleições nacionais de 2022 devem ser marcadas pela paz e pelo livre exercício democrático, com a garantia do respeito à vontade popular manifestada nas urnas, com nosso evoluído sistema de votação e de apuração de votos, que é respeitado em todo o mundo e motivo de orgulho”, acrescentam.
A Reitoria da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Geras também divulgou mensagem na qual também faz a defesa da democracia e do Estado de direito.
“O ódio à democracia é o ódio à diversidade, constitutiva da nossa identidade nacional, à inteligência e à dignidade humana. O pavor da democracia é o medo agônico da liberdade como valor fundamental e das pluralidades que ela suscita e que tornam as sociedades mais fortes e humanizadas, por que menos bárbaras”, afirma o texto.
“A Democracia é o princípio básico para um sociedade mais justa. Quem chama de inimigos aqueles que possuem divergências ideológicas, quem acusa sem provas e foge do debate franco e honesto não detém os requisitos mínimos para comandar uma nação democrática e de atender o que diz a Constituição brasileira”, afirmou o presidente do Sindjus-MA, George Ferreira, que também assinou a Carta às Brasileiras e Brasileiros.
