Servidores mantêm a Greve Geral, liminar não decretou a ilegalidade do movimento paredistaNota de apoio ao movimento paredista do Amapá
A Direção da Fenajud e o Conselho Fiscal vem a público manifestar seu total apoio aos companheiros do Sinjap (Sindicato dos Serventuários da Justiça do Estado do Amapá) que no último dia 27 decidiram retomar seu movimento paredista, demonstrando bravura e comprometimento com o avanço da categoria.
A Direção da Fenajud e o Conselho Fiscal vem a público manifestar seu total apoio aos companheiros do Sinjap (Sindicato dos Serventuários da Justiça do Estado do Amapá) que no último dia 27 decidiram retomar seu movimento paredista, demonstrando bravura e comprometimento com o avanço da categoria.
Para decepção de todos os servidores do Judiciário, o retorno da greve é resultado da criminalização da greve anterior, considerada ilegal numa ação movida pelo próprio do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP). Mantendo a resistência, e com o apoio da Federação, o Sinjap para novamente a partir do dia 9 de junho por não aceitar apenas 4%de reajuste anual.
É tamanha a truculência do processo de tentativa de negociação com o tribunal que um dos colegas, o presidente do Sinjap, Jocinildo Moura, realizou até o último dia 27 uma greve de fome como forma de chamar atenção ao descaso do TJAP às pautas dos trabalhadores.
Além disso, como é costume em diversos tribunais do país, também no Amapá, a gestão do tribunal vem alegando ajuste do orçamento, mas segue pagando remuneração direta e indireta aos magistrados.
A Fenajud entende que os tribunais devem voltar-se com atenção à causa dos servidores, lhes garantindo valorização e ganhos salariais reais. Mais ainda se, como é de conhecimento de toda a população brasileira, está em gestação no Supremo Tribunal Federal (STF) a nova Lei Orgânica da Magistratura com a inserção de diversos auxílios para os juízes e que acarretam mais gastos para a máquina do Poder Judiciário. Como, então, se justifica o argumento de que os tribunais não podem pagar as reivindicações salariais dos servidores?
Sendo assim, a Fenajud espera que a gestão do TJAP possa avaliar as pautas dos companheiros do Sinjap com mais clarividência e senso de isonomia.
Sigamos na luta, companheiros!
Fonte: http://www.fenajud.org.br/subpage.php?id=4938_nota-de-apoio-do-movimento-paredista-do-amap#sthash.veSS8qXp.dpuf
Para decepção de todos os servidores do Judiciário, o retorno da greve é resultado da criminalização da greve anterior, considerada ilegal numa ação movida pelo próprio do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP). Mantendo a resistência, e com o apoio da Federação, o Sinjap para novamente a partir do dia 9 de junho por não aceitar apenas 4%de reajuste anual.
É tamanha a truculência do processo de tentativa de negociação com o tribunal que um dos colegas, o presidente do Sinjap, Jocinildo Moura, realizou até o último dia 27 uma greve de fome como forma de chamar atenção ao descaso do TJAP às pautas dos trabalhadores.
Além disso, como é costume em diversos tribunais do país, também no Amapá, a gestão do tribunal vem alegando ajuste do orçamento, mas segue pagando remuneração direta e indireta aos magistrados.
A Fenajud entende que os tribunais devem voltar-se com atenção à causa dos servidores, lhes garantindo valorização e ganhos salariais reais. Mais ainda se, como é de conhecimento de toda a população brasileira, está em gestação no Supremo Tribunal Federal (STF) a nova Lei Orgânica da Magistratura com a inserção de diversos auxílios para os juízes e que acarretam mais gastos para a máquina do Poder Judiciário. Como, então, se justifica o argumento de que os tribunais não podem pagar as reivindicações salariais dos servidores?
Sendo assim, a Fenajud espera que a gestão do TJAP possa avaliar as pautas dos companheiros do Sinjap com mais clarividência e senso de isonomia.
Sigamos na luta, companheiros!
Fonte: http://www.fenajud.org.br/subpage.php?id=4938_nota-de-apoio-do-movimento-paredista-do-amap#sthash.veSS8qXp.dpuf

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