Sindjus-MA participa de manifestação em Brasília contra a Reforma Administrativa

Representando os servidores da Justiça do Maranhão, participaram do ato o secretário de Relações Sindicais do Sindjus-MA, João Paulo Diolindo, e o segundo tesoureiro, André Nepomuceno.

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Manifestação de servidores públicos em Brasília contra a PEC 32. Foto: Ascom/CSPB

Como parte da mobilização organizada pelo Fórum dos Servidores Públicos das Centrais Sindicais para barrar a Reforma Administrativa que tramita no Congresso Nacional, a PEC 32, servidores públicos de diversos Estados e as mais variadas entidades sindicais participaram de manifestação na Esplanada dos Ministérios, em Brasília-DF, na terça-feira passada (3). Representando os servidores da Justiça do Maranhão, participaram do ato o secretário de Relações Sindicais do Sindjus-MA, João Paulo Diolindo, e o segundo tesoureiro, André Nepomuceno.

“Entendo que a PEC 32 será um retrocesso para o serviço público de qualidade e para todas as categorias que terão cortes nos seus direitos, sem sua estabilidade funcional e concursos públicos substituídos por indicações em troca de favores políticos. Sem falar no desserviço para toda a população”, afirmou João Paulo Diolindo. Segundo ele, o momento é de unir forças para que a PEC 32 seja barrada.

Secretário de Relações Sindicais do Sindjus-MA, João Paulo Diolindo, e o segundo tesoureiro, André Nepomuceno, representaram os servidores da Justiça do Maranhão em Brasília

A manifestação ocorreu exatamente no primeiro dia do retorno das atividades do Congresso Nacional no segundo semestre de 2021. Conforme o segundo tesoureiro André Nepomuceno, durante a manifestação, alguns deputados manifestaram apoio à causa dos servidores públicos. “Serão incalculáveis os prejuízos econômicos e sociais no caso de uma eventual aprovação da PEC 32. Precisamos do apoio dos parlamentares para barrar essa proposta no Congresso e precisamos que a população, isto é, os usuários e usuárias do serviço público percebam que serão os principais prejudicados com essa reforma”, comentou.

A manifestação foi encerrada com uma passeata que saiu do Museu Nacional em direção ao Congresso Nacional onde as lideranças sindicais protocolaram o manifesto construído no Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Setor Público, que ocorreu nos dias 29 e 30 de julho.

As principais centrais sindicais do país assinam o manifesto: CUT, CSP-CONLUTAS, CTB, PÚBLICA, CGTB, UGT, Força Sindical, Intersindical (Central da Classe Trabalhadora), CSB, Intersindical (Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora) e NCST (Nova Central Sindical). Representantes de movimentos de servidoras e servidores públicos, como Movimento BASTA, FONASEFE, União dos Policiais do Brasil e Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, também subscrevem o documento.

Paralisação Nacional

O ato em Brasília antecede a Paralisação Nacional do Setor Público que está planejada para ocorrer no próximo dia 18 de agosto, conforme a agenda de mobilizações organizada também durante o Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Setor Público.

Com informações da Secom-CSPB e Imprensa-NCST