Foi retirada da pauta da sessão do Pleno Administrativo desta quarta-feira, 16, pelo presidente Jamil Gedeon Neto, a Resolução 59/2010, que regulamenta Gratificação por Atividade Judiciária (GAJ).

 

O presidente do Tribunal, desembargador Jamil Gedeon, revelou a resolução somente será votada pelo Pleno quando a Comissão de Assuntos Legislativos do TJMA analisar a matéria. A expectativa é que na próxima sessão do Pleno do dia 23 de fevereiro a matéria retorne a pauta.

 

Mas, segundo uma fonte de dentro do TJMA, a manobra de hoje ocorreu na verdade por medo do presidente do TJ de que a articulação do sindicato a favor das 7 horas obtivesse êxito. Pois, a proposta já conta com o apoio de vários desembargadores, contrariando a presidência que trabalha pela manutenção da jornada obrigatória de 08 horas trabalho como condição para recebimento da GAJ.

 

O presidente Jamil Gedeon também não deu nenhuma resposta à pauta de reivindicações que recebeu da comissão de representantes do Sindjus durante audiência na semana passada. A diretoria do sindicato deverá se reunir nas próximas horas para decidir que providências tomar diante dessa lamentável omissão da Administração.

 

A sessão do Pleno Administrativo foi acompanhada pelo assessor jurídico do Sindjus, Pedro Duailibe, e por uma comissão de representantes do sindicato. A entidade reitera a convocação a todos os servidores para que continuem o boicote dos servidores à obrigatoriedade da GAJ de 8 horas.

 

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O presidente do Tribunal, desembargador Jamil Gedeon, revelou a resolução somente será votada pelo Pleno quando a Comissão de Assuntos Legislativos do TJMA analisar a matéria. A expectativa é que na próxima sessão do Pleno do dia 23 de fevereiro a matéria retorne a pauta.

 

Mas, segundo uma fonte de dentro do TJMA, a manobra de hoje ocorreu na verdade por medo do presidente do TJ de que a articulação do sindicato a favor das 7 horas obtivesse êxito. Pois, a proposta já conta com o apoio de vários desembargadores, contrariando a presidência que trabalha pela manutenção da jornada obrigatória de 08 horas trabalho como condição para recebimento da GAJ.

 

O presidente Jamil Gedeon também não deu nenhuma resposta à pauta de reivindicações que recebeu da comissão de representantes do Sindjus durante audiência na semana passada. A diretoria do sindicato deverá se reunir nas próximas horas para decidir que providências tomar diante dessa lamentável omissão da Administração.

 

A sessão do Pleno Administrativo foi acompanhada pelo assessor jurídico do Sindjus, Pedro Duailibe, e por uma comissão de representantes do sindicato. A entidade reitera a convocação a todos os servidores para que continuem o boicote dos servidores à obrigatoriedade da GAJ de 8 horas.

 

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Pleno do TJ-MA não vota regulamentação da GAJ

16/02/2011 | 00:00 - matéria visualizada 309 vezes

Foi retirada da pauta da sessão do Pleno Administrativo desta quarta-feira, 16, pelo presidente Jamil Gedeon Neto, a Resolução 59/2010, que regulamenta Gratificação por Atividade Judiciária (GAJ).

 

O presidente do Tribunal, desembargador Jamil Gedeon, revelou a resolução somente será votada pelo Pleno quando a Comissão de Assuntos Legislativos do TJMA analisar a matéria. A expectativa é que na próxima sessão do Pleno do dia 23 de fevereiro a matéria retorne a pauta.

 

Mas, segundo uma fonte de dentro do TJMA, a manobra de hoje ocorreu na verdade por medo do presidente do TJ de que a articulação do sindicato a favor das 7 horas obtivesse êxito. Pois, a proposta já conta com o apoio de vários desembargadores, contrariando a presidência que trabalha pela manutenção da jornada obrigatória de 08 horas trabalho como condição para recebimento da GAJ.

 

O presidente Jamil Gedeon também não deu nenhuma resposta à pauta de reivindicações que recebeu da comissão de representantes do Sindjus durante audiência na semana passada. A diretoria do sindicato deverá se reunir nas próximas horas para decidir que providências tomar diante dessa lamentável omissão da Administração.

 

A sessão do Pleno Administrativo foi acompanhada pelo assessor jurídico do Sindjus, Pedro Duailibe, e por uma comissão de representantes do sindicato. A entidade reitera a convocação a todos os servidores para que continuem o boicote dos servidores à obrigatoriedade da GAJ de 8 horas.

 

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