Os servidores do Judiciário confirmaram indicativo de greve geral por tempo indeterminado, a partir do dia 9 de agosto. A decisão foi tomada no sábado, 30/07, pela assembléia geral convocada pelo Sindjus (Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão) e realizada no auditório do Hotel Premier, em São Luís.

 

A mesma assembléia aprovou uma pauta de reivindicações com os seguintes itens: reposição das perdas inflacionárias da categoria; fixação da data base da categoria em 1º de março; reajuste dos auxílios saúde, alimentação e transporte, retroativo a 01º de 2011; manutenção dos juizados de São Luís nos seus bairros, evitando o congestionamento no Fórum do Calhau e garantindo assim o fácil acesso para a população à prestação jurisdicional; extensão administrativa dos 11.98% para todos servidores; e, finalmente, a defesa da transparência administrativa e o fim dos privilégios no Tribunal de Justiça, com a garantia de tratamento igualitário a todos os servidores do Judiciário maranhense. Essa falta de isonomia tem sido motivo de indignação da categoria e de perda de credibilidade do Poder Judiciário perante a sociedade.   

 

Nos últimos três meses o SINDJUS vem tentando negociar com a direção do Tribunal de Justiça a maioria dos pontos incluídos na pauta de greve. Mas, segundo os servidores que estiveram na assembléia de sábado, a administração tratou com descaso as reivindicações da categoria ao longo desse processo de negociação. O tom dos discursos foi de indignação em relação à postura adotada pela direção do Tribunal.

 

Na opinião da maioria, os servidores, hoje, não são prioridade para o comando do TJMA e a falta de garantia da reposição das perdas inflacionárias é o prenúncio de que serão vítimas de um "calote" da administração.  A greve será um grito de “basta!”. A ratificação do indicativo de greve geral foi unânime e seguida de inúmeros gritos, palmas e assovios em sinal de aprovação.  

 

Se dependesse da vontade da assembléia a greve começaria desde já. Porém, a data escolhida para o inicio do movimento paredista (9 de agosto) foi para dar tempo ao Sindjus de observar todo os procedimentos legais, cumprindo assim os prazos estabelecidos em lei para informar a população em geral e a direção do TJMA sobre as razões do movimento e também para orientar os servidores sobre a manutenção dos serviços essenciais à sociedade, enquanto a greve durar.

 

Uma edição extraordinária do jornal do Sindjus (Linha de Frente) circulará na próxima quarta-feira, 03/08, contendo todas as informações e orientações para os servidores. O comando de greve, eleito ao final da assembléia geral, vai organizar caravanas de mobilização da categoria em todas as regiões do estado. Porém, desde já, todos os servidores lotados nas comarcas do interior - que também têm residência na capital - estão convocados a se transferirem, a partir do dia 09 de agosto, para São Luís, com o objetivo de reforçar as atividades em frente ao Tribunal de Justiça.

 

Além dos diretores do Sindjus, foram escolhidos como integrar o Comando de Greve os seguintes servidores: Fernando Reis e Janaina (analistas), Josenia Farias, Elida Rosa e Emanoel Rodrigues (Oficiais de Justiça), Márcia Mendes, Poliana Sales e Nonato Morais (técnicos judiciários), Francisco Filho (Comissário de Justiça), Urubatan, George, Tatiana Silva, Rogério Carlos e Valterly Duarte                 (auxiliares judiciários).

 

OBS: Texto retificado às 09:10 horas do dia 01 de Agosto de 2011.

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Os servidores do Judiciário confirmaram indicativo de greve geral por tempo indeterminado, a partir do dia 9 de agosto. A decisão foi tomada no sábado, 30/07, pela assembléia geral convocada pelo Sindjus (Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão) e realizada no auditório do Hotel Premier, em São Luís.

 

A mesma assembléia aprovou uma pauta de reivindicações com os seguintes itens: reposição das perdas inflacionárias da categoria; fixação da data base da categoria em 1º de março; reajuste dos auxílios saúde, alimentação e transporte, retroativo a 01º de 2011; manutenção dos juizados de São Luís nos seus bairros, evitando o congestionamento no Fórum do Calhau e garantindo assim o fácil acesso para a população à prestação jurisdicional; extensão administrativa dos 11.98% para todos servidores; e, finalmente, a defesa da transparência administrativa e o fim dos privilégios no Tribunal de Justiça, com a garantia de tratamento igualitário a todos os servidores do Judiciário maranhense. Essa falta de isonomia tem sido motivo de indignação da categoria e de perda de credibilidade do Poder Judiciário perante a sociedade.   

 

Nos últimos três meses o SINDJUS vem tentando negociar com a direção do Tribunal de Justiça a maioria dos pontos incluídos na pauta de greve. Mas, segundo os servidores que estiveram na assembléia de sábado, a administração tratou com descaso as reivindicações da categoria ao longo desse processo de negociação. O tom dos discursos foi de indignação em relação à postura adotada pela direção do Tribunal.

 

Na opinião da maioria, os servidores, hoje, não são prioridade para o comando do TJMA e a falta de garantia da reposição das perdas inflacionárias é o prenúncio de que serão vítimas de um "calote" da administração.  A greve será um grito de “basta!”. A ratificação do indicativo de greve geral foi unânime e seguida de inúmeros gritos, palmas e assovios em sinal de aprovação.  

 

Se dependesse da vontade da assembléia a greve começaria desde já. Porém, a data escolhida para o inicio do movimento paredista (9 de agosto) foi para dar tempo ao Sindjus de observar todo os procedimentos legais, cumprindo assim os prazos estabelecidos em lei para informar a população em geral e a direção do TJMA sobre as razões do movimento e também para orientar os servidores sobre a manutenção dos serviços essenciais à sociedade, enquanto a greve durar.

 

Uma edição extraordinária do jornal do Sindjus (Linha de Frente) circulará na próxima quarta-feira, 03/08, contendo todas as informações e orientações para os servidores. O comando de greve, eleito ao final da assembléia geral, vai organizar caravanas de mobilização da categoria em todas as regiões do estado. Porém, desde já, todos os servidores lotados nas comarcas do interior - que também têm residência na capital - estão convocados a se transferirem, a partir do dia 09 de agosto, para São Luís, com o objetivo de reforçar as atividades em frente ao Tribunal de Justiça.

 

Além dos diretores do Sindjus, foram escolhidos como integrar o Comando de Greve os seguintes servidores: Fernando Reis e Janaina (analistas), Josenia Farias, Elida Rosa e Emanoel Rodrigues (Oficiais de Justiça), Márcia Mendes, Poliana Sales e Nonato Morais (técnicos judiciários), Francisco Filho (Comissário de Justiça), Urubatan, George, Tatiana Silva, Rogério Carlos e Valterly Duarte                 (auxiliares judiciários).

 

OBS: Texto retificado às 09:10 horas do dia 01 de Agosto de 2011.

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Assembléia geral de servidores do TJMA ratifica indicativo de greve geral

31/07/2011 | 00:00 - matéria visualizada 505 vezes

Os servidores do Judiciário confirmaram indicativo de greve geral por tempo indeterminado, a partir do dia 9 de agosto. A decisão foi tomada no sábado, 30/07, pela assembléia geral convocada pelo Sindjus (Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão) e realizada no auditório do Hotel Premier, em São Luís.

 

A mesma assembléia aprovou uma pauta de reivindicações com os seguintes itens: reposição das perdas inflacionárias da categoria; fixação da data base da categoria em 1º de março; reajuste dos auxílios saúde, alimentação e transporte, retroativo a 01º de 2011; manutenção dos juizados de São Luís nos seus bairros, evitando o congestionamento no Fórum do Calhau e garantindo assim o fácil acesso para a população à prestação jurisdicional; extensão administrativa dos 11.98% para todos servidores; e, finalmente, a defesa da transparência administrativa e o fim dos privilégios no Tribunal de Justiça, com a garantia de tratamento igualitário a todos os servidores do Judiciário maranhense. Essa falta de isonomia tem sido motivo de indignação da categoria e de perda de credibilidade do Poder Judiciário perante a sociedade.   

 

Nos últimos três meses o SINDJUS vem tentando negociar com a direção do Tribunal de Justiça a maioria dos pontos incluídos na pauta de greve. Mas, segundo os servidores que estiveram na assembléia de sábado, a administração tratou com descaso as reivindicações da categoria ao longo desse processo de negociação. O tom dos discursos foi de indignação em relação à postura adotada pela direção do Tribunal.

 

Na opinião da maioria, os servidores, hoje, não são prioridade para o comando do TJMA e a falta de garantia da reposição das perdas inflacionárias é o prenúncio de que serão vítimas de um "calote" da administração.  A greve será um grito de “basta!”. A ratificação do indicativo de greve geral foi unânime e seguida de inúmeros gritos, palmas e assovios em sinal de aprovação.  

 

Se dependesse da vontade da assembléia a greve começaria desde já. Porém, a data escolhida para o inicio do movimento paredista (9 de agosto) foi para dar tempo ao Sindjus de observar todo os procedimentos legais, cumprindo assim os prazos estabelecidos em lei para informar a população em geral e a direção do TJMA sobre as razões do movimento e também para orientar os servidores sobre a manutenção dos serviços essenciais à sociedade, enquanto a greve durar.

 

Uma edição extraordinária do jornal do Sindjus (Linha de Frente) circulará na próxima quarta-feira, 03/08, contendo todas as informações e orientações para os servidores. O comando de greve, eleito ao final da assembléia geral, vai organizar caravanas de mobilização da categoria em todas as regiões do estado. Porém, desde já, todos os servidores lotados nas comarcas do interior - que também têm residência na capital - estão convocados a se transferirem, a partir do dia 09 de agosto, para São Luís, com o objetivo de reforçar as atividades em frente ao Tribunal de Justiça.

 

Além dos diretores do Sindjus, foram escolhidos como integrar o Comando de Greve os seguintes servidores: Fernando Reis e Janaina (analistas), Josenia Farias, Elida Rosa e Emanoel Rodrigues (Oficiais de Justiça), Márcia Mendes, Poliana Sales e Nonato Morais (técnicos judiciários), Francisco Filho (Comissário de Justiça), Urubatan, George, Tatiana Silva, Rogério Carlos e Valterly Duarte                 (auxiliares judiciários).

 

OBS: Texto retificado às 09:10 horas do dia 01 de Agosto de 2011.

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