O desembargador Jamil Gedeon, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), deu hoje, quinta (18/08), mais uma demonstração de arrogância e total desrespeito aos trabalhadores do Poder Judiciário maranhense. Diante de uma greve que já completa 10 dias, ele, simplesmente, faltou a uma reunião para discutir um possível acordo. A reunião foi marcada ontem, pelo próprio Jamil. Diante dessa atitude tão absurda, quanto grosseira, os servidores prosseguirão em greve, por tempo indeterminado.  

 

A reunião, que deveria ter acontecido hoje, foi resultado da ação mediadora do Bispo Emérito de Viana, Dom Xavier Gilles e do Arcebispo Metropolitano de São Luís, Dom José Belisário da Silva. Diante da evidente intransigência de Jamil Gedeon, os dois líderes religiosos, a pedido do SINDJUS e do comando de greve, intercederam junto à direção do Tribunal de Justiça, em busca de canais de diálogo para encontrar uma solução para o movimento paredista.

 

O desembargador Jamil Gedeon recebeu os dois bispos na última terça feira, dia 16, e disse a eles que, somente com o fim da greve, aceitaria negociar a pauta de reivindicações. Em nova conversa com os bispos o sindicato disse que aceitava convocar uma assembléia geral para discutir uma suspensão da greve, porém informou que enviaria um ofício ao presidente do Tribunal colocando que o dialogo deveria ser iniciado sem qualquer nenhum retaliação aos servidores, com a garantia do abono das faltas dos grevistas e formalização da desistência da ação da ilegalidade da greve antes da realização da assembléia geral.

 

E assim foi feito. Além dos representantes dos servidores, o oficio foi assinado também pelo Bipos Emérito de Viana Dom Xavier Gilles (como testemunha). Este documento foi entregue ontem, quarta-feira, nas mãos do presidente do Tribunal, Jamil Gedeon. A partir daí ele mesmo marcou uma conversa para hoje, as 11h, para receber dois representantes do Sindicato: o advogado Pedro Duailibe e o diretor Marcio Sousa. Os dois chegaram na hora marcada. Porém, uma hora depois de espera, Jamil não havia chegado e eles não receberam nenhuma justificativa pela ausência do presidente do TJMA.

 

Segundo Anibal Lins, o presidente do SINDJUS, “esta greve dos servidores da Justiça foi iniciada, exatamente, por conta desse total despeito e autoritarismo do desembargador Jamil Gedeon, diante das legítimas reivindicações dos servidores. Com isso, a greve foi a única alternativa que restou aos trabalhadores. Por isso ela vai seguir", declarou o sindicalista.      Os servidores continuarão lutando contra o calote e exigindo respeito a todos os homens e mulheres que, todos os dias, realmente trabalham no Poder Judiciário do Maranhão. Para esta sexta feira, 19, já estão programados arrastões em todas unidades judiciárias de São Luis e retomada das caravanas às comarcas do interior do estado. Na capital maranhense, o ponto de encontro será novamente no Fórum do Calhau, a partir das 08 horas.     Leia aqui a íntegra da carta enviada pelos dirigentes do Sindjus, assinada conjuntamente pelo Bispo Dom Xavier Gilles, ao presidente Jamil Gedeon, e que este não atendeu." />

O desembargador Jamil Gedeon, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), deu hoje, quinta (18/08), mais uma demonstração de arrogância e total desrespeito aos trabalhadores do Poder Judiciário maranhense. Diante de uma greve que já completa 10 dias, ele, simplesmente, faltou a uma reunião para discutir um possível acordo. A reunião foi marcada ontem, pelo próprio Jamil. Diante dessa atitude tão absurda, quanto grosseira, os servidores prosseguirão em greve, por tempo indeterminado.  

 

A reunião, que deveria ter acontecido hoje, foi resultado da ação mediadora do Bispo Emérito de Viana, Dom Xavier Gilles e do Arcebispo Metropolitano de São Luís, Dom José Belisário da Silva. Diante da evidente intransigência de Jamil Gedeon, os dois líderes religiosos, a pedido do SINDJUS e do comando de greve, intercederam junto à direção do Tribunal de Justiça, em busca de canais de diálogo para encontrar uma solução para o movimento paredista.

 

O desembargador Jamil Gedeon recebeu os dois bispos na última terça feira, dia 16, e disse a eles que, somente com o fim da greve, aceitaria negociar a pauta de reivindicações. Em nova conversa com os bispos o sindicato disse que aceitava convocar uma assembléia geral para discutir uma suspensão da greve, porém informou que enviaria um ofício ao presidente do Tribunal colocando que o dialogo deveria ser iniciado sem qualquer nenhum retaliação aos servidores, com a garantia do abono das faltas dos grevistas e formalização da desistência da ação da ilegalidade da greve antes da realização da assembléia geral.

 

E assim foi feito. Além dos representantes dos servidores, o oficio foi assinado também pelo Bipos Emérito de Viana Dom Xavier Gilles (como testemunha). Este documento foi entregue ontem, quarta-feira, nas mãos do presidente do Tribunal, Jamil Gedeon. A partir daí ele mesmo marcou uma conversa para hoje, as 11h, para receber dois representantes do Sindicato: o advogado Pedro Duailibe e o diretor Marcio Sousa. Os dois chegaram na hora marcada. Porém, uma hora depois de espera, Jamil não havia chegado e eles não receberam nenhuma justificativa pela ausência do presidente do TJMA.

 

Segundo Anibal Lins, o presidente do SINDJUS, “esta greve dos servidores da Justiça foi iniciada, exatamente, por conta desse total despeito e autoritarismo do desembargador Jamil Gedeon, diante das legítimas reivindicações dos servidores. Com isso, a greve foi a única alternativa que restou aos trabalhadores. Por isso ela vai seguir", declarou o sindicalista.      Os servidores continuarão lutando contra o calote e exigindo respeito a todos os homens e mulheres que, todos os dias, realmente trabalham no Poder Judiciário do Maranhão. Para esta sexta feira, 19, já estão programados arrastões em todas unidades judiciárias de São Luis e retomada das caravanas às comarcas do interior do estado. Na capital maranhense, o ponto de encontro será novamente no Fórum do Calhau, a partir das 08 horas.     Leia aqui a íntegra da carta enviada pelos dirigentes do Sindjus, assinada conjuntamente pelo Bispo Dom Xavier Gilles, ao presidente Jamil Gedeon, e que este não atendeu.">

Desrespeito! Jamil Gedeon marca e não aparece em reunião com representantes do Sindjus

18/08/2011 | 00:00 - matéria visualizada 357 vezes

O desembargador Jamil Gedeon, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), deu hoje, quinta (18/08), mais uma demonstração de arrogância e total desrespeito aos trabalhadores do Poder Judiciário maranhense. Diante de uma greve que já completa 10 dias, ele, simplesmente, faltou a uma reunião para discutir um possível acordo. A reunião foi marcada ontem, pelo próprio Jamil. Diante dessa atitude tão absurda, quanto grosseira, os servidores prosseguirão em greve, por tempo indeterminado.  

 

A reunião, que deveria ter acontecido hoje, foi resultado da ação mediadora do Bispo Emérito de Viana, Dom Xavier Gilles e do Arcebispo Metropolitano de São Luís, Dom José Belisário da Silva. Diante da evidente intransigência de Jamil Gedeon, os dois líderes religiosos, a pedido do SINDJUS e do comando de greve, intercederam junto à direção do Tribunal de Justiça, em busca de canais de diálogo para encontrar uma solução para o movimento paredista.

 

O desembargador Jamil Gedeon recebeu os dois bispos na última terça feira, dia 16, e disse a eles que, somente com o fim da greve, aceitaria negociar a pauta de reivindicações. Em nova conversa com os bispos o sindicato disse que aceitava convocar uma assembléia geral para discutir uma suspensão da greve, porém informou que enviaria um ofício ao presidente do Tribunal colocando que o dialogo deveria ser iniciado sem qualquer nenhum retaliação aos servidores, com a garantia do abono das faltas dos grevistas e formalização da desistência da ação da ilegalidade da greve antes da realização da assembléia geral.

 

E assim foi feito. Além dos representantes dos servidores, o oficio foi assinado também pelo Bipos Emérito de Viana Dom Xavier Gilles (como testemunha). Este documento foi entregue ontem, quarta-feira, nas mãos do presidente do Tribunal, Jamil Gedeon. A partir daí ele mesmo marcou uma conversa para hoje, as 11h, para receber dois representantes do Sindicato: o advogado Pedro Duailibe e o diretor Marcio Sousa. Os dois chegaram na hora marcada. Porém, uma hora depois de espera, Jamil não havia chegado e eles não receberam nenhuma justificativa pela ausência do presidente do TJMA.

 

Segundo Anibal Lins, o presidente do SINDJUS, “esta greve dos servidores da Justiça foi iniciada, exatamente, por conta desse total despeito e autoritarismo do desembargador Jamil Gedeon, diante das legítimas reivindicações dos servidores. Com isso, a greve foi a única alternativa que restou aos trabalhadores. Por isso ela vai seguir", declarou o sindicalista. 
 
 
Os servidores continuarão lutando contra o calote e exigindo respeito a todos os homens e mulheres que, todos os dias, realmente trabalham no Poder Judiciário do Maranhão. Para esta sexta feira, 19, já estão programados arrastões em todas unidades judiciárias de São Luis e retomada das caravanas às comarcas do interior do estado. Na capital maranhense, o ponto de encontro será novamente no Fórum do Calhau, a partir das 08 horas.
 
 
Leia aqui a íntegra da carta enviada pelos dirigentes do Sindjus, assinada conjuntamente pelo Bispo Dom Xavier Gilles, ao presidente Jamil Gedeon, e que este não atendeu.
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