Mais de 480 servidores da justiça de 49 comarcas, reunidos em assembleia geral no auditório do Tribunal de Justiça de Goiás, que foi pequeno para tantas pessoas, decidiram entrar em greve geral, por tempo indeterminado, tendo em vista que mais de 20 dias se passaram desde a mais recente assembleia, quando o tribunal pediu um prazo de duas semanas para apresentar uma proposta aos trabalhadores.

A administração do tribunal, representada pela secretária de gestão estratégica (Cássia Aparecida) e pelo assessor administrativo da presidência (Wilson) expuseram que os estudos ainda estão sendo feitos e que o conselho setorial de política salarial se reunirá nas próximas semanas para concluir estudos em andamento, mas que não tinham condições de adiantar quaisquer soluções quanto à pauta de reivindicações.

Ao deliberarem, os trabalhadores já estavam informados pelo Sindjustiça das tentativas e ações políticas encaminhadas com vistas a construção de uma solução, sem sucesso, e, mesmo na presença de representantes da administração que não apresentaram quaisquer sinalização concreta e positiva, votaram quase que pela unanimidade, pela decretação da greve geral. Apenas 09 votos contrários e mais de 470 votos favoráveis.

Os servidores da justiça estão com os salários deficitários em 82,30% (segundo estudos do Dieese); não têm o Plano de Cargos e Salários cumprido pelo Tribunal; é o menor salário pago aos servidores da justiça estadual do país; recebem, em média, menos de 10% do que é pago aos magistrados, quando, a média geral no país chega a 50% do que recebem os juízes. Servidor valorizado é a garantia de uma melhor prestação de serviços à sociedade.

Foi constituído um comando de greve central (em Goiânia) e outros regionais e locais nas comarcas do interior sob a orientação do Delegado Sindical e outros servidores que se dispuserem a coordenador o movimento local, falar à imprensa, relatar os fatos ao Sindjustiça.

A greve completou nesta sexta-feira, 23, seu quinto dia de duração e apenas uma comarca no interior do estado não aderiu ao movimento paredista.

Cópias de uma cartilha sobre greve, de autoria da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário Federal - Fenajufe, foi distribuída e os trabalhadores devem segui-la para evitar quaisquer penalizações (aqui).

" /> Mais de 480 servidores da justiça de 49 comarcas, reunidos em assembleia geral no auditório do Tribunal de Justiça de Goiás, que foi pequeno para tantas pessoas, decidiram entrar em greve geral, por tempo indeterminado, tendo em vista que mais de 20 dias se passaram desde a mais recente assembleia, quando o tribunal pediu um prazo de duas semanas para apresentar uma proposta aos trabalhadores.

A administração do tribunal, representada pela secretária de gestão estratégica (Cássia Aparecida) e pelo assessor administrativo da presidência (Wilson) expuseram que os estudos ainda estão sendo feitos e que o conselho setorial de política salarial se reunirá nas próximas semanas para concluir estudos em andamento, mas que não tinham condições de adiantar quaisquer soluções quanto à pauta de reivindicações.

Ao deliberarem, os trabalhadores já estavam informados pelo Sindjustiça das tentativas e ações políticas encaminhadas com vistas a construção de uma solução, sem sucesso, e, mesmo na presença de representantes da administração que não apresentaram quaisquer sinalização concreta e positiva, votaram quase que pela unanimidade, pela decretação da greve geral. Apenas 09 votos contrários e mais de 470 votos favoráveis.

Os servidores da justiça estão com os salários deficitários em 82,30% (segundo estudos do Dieese); não têm o Plano de Cargos e Salários cumprido pelo Tribunal; é o menor salário pago aos servidores da justiça estadual do país; recebem, em média, menos de 10% do que é pago aos magistrados, quando, a média geral no país chega a 50% do que recebem os juízes. Servidor valorizado é a garantia de uma melhor prestação de serviços à sociedade.

Foi constituído um comando de greve central (em Goiânia) e outros regionais e locais nas comarcas do interior sob a orientação do Delegado Sindical e outros servidores que se dispuserem a coordenador o movimento local, falar à imprensa, relatar os fatos ao Sindjustiça.

A greve completou nesta sexta-feira, 23, seu quinto dia de duração e apenas uma comarca no interior do estado não aderiu ao movimento paredista.

Cópias de uma cartilha sobre greve, de autoria da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário Federal - Fenajufe, foi distribuída e os trabalhadores devem segui-la para evitar quaisquer penalizações (aqui).

">

Servidores do Tribunal de Justiça de Goiás deflagram greve geral

23/09/2011 | 00:00 - matéria visualizada 304 vezes

Mais de 480 servidores da justiça de 49 comarcas, reunidos em assembleia geral no auditório do Tribunal de Justiça de Goiás, que foi pequeno para tantas pessoas, decidiram entrar em greve geral, por tempo indeterminado, tendo em vista que mais de 20 dias se passaram desde a mais recente assembleia, quando o tribunal pediu um prazo de duas semanas para apresentar uma proposta aos trabalhadores.

A administração do tribunal, representada pela secretária de gestão estratégica (Cássia Aparecida) e pelo assessor administrativo da presidência (Wilson) expuseram que os estudos ainda estão sendo feitos e que o conselho setorial de política salarial se reunirá nas próximas semanas para concluir estudos em andamento, mas que não tinham condições de adiantar quaisquer soluções quanto à pauta de reivindicações.

Ao deliberarem, os trabalhadores já estavam informados pelo Sindjustiça das tentativas e ações políticas encaminhadas com vistas a construção de uma solução, sem sucesso, e, mesmo na presença de representantes da administração que não apresentaram quaisquer sinalização concreta e positiva, votaram quase que pela unanimidade, pela decretação da greve geral. Apenas 09 votos contrários e mais de 470 votos favoráveis.

Os servidores da justiça estão com os salários deficitários em 82,30% (segundo estudos do Dieese); não têm o Plano de Cargos e Salários cumprido pelo Tribunal; é o menor salário pago aos servidores da justiça estadual do país; recebem, em média, menos de 10% do que é pago aos magistrados, quando, a média geral no país chega a 50% do que recebem os juízes. Servidor valorizado é a garantia de uma melhor prestação de serviços à sociedade.

Foi constituído um comando de greve central (em Goiânia) e outros regionais e locais nas comarcas do interior sob a orientação do Delegado Sindical e outros servidores que se dispuserem a coordenador o movimento local, falar à imprensa, relatar os fatos ao Sindjustiça.

A greve completou nesta sexta-feira, 23, seu quinto dia de duração e apenas uma comarca no interior do estado não aderiu ao movimento paredista.

Cópias de uma cartilha sobre greve, de autoria da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário Federal - Fenajufe, foi distribuída e os trabalhadores devem segui-la para evitar quaisquer penalizações (aqui).