Neste sábado, 24, os Comissários de Justiça da Infância e Juventude realizaram uma reunião na sede do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (SINDJUS/MA), onde lhes foi transmitido pelo presidente do sindicato as recentes deliberações da FENAJUD – Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados de interesse do respectivo cargo.

 

Durante a reunião, Anibal Lins, presidente do Sindjus, agradeceu a presença de todos e reiterou o compromisso do Sindjus em prestar assistência a todos os servidores sem fazer acepção de nenhum cargo. Ele explicou aos presentes que apresentou à diretoria da FENAJUD as reivindicações dos Comissários de Justiça maranhenses, que foram sistematizadas na reunião do dia 25 do mês passado na sede do SINDJUS-MA.

 

“Estive com representantes da FENAJUD, apresentando o que discutimos durante a reunião. Mas a resposta à nossa oferta de realizarmos um seminário nacional em São Luis não foi bem acolhida. Na opinião dos dirigentes da federação isto foi recebido como um movimento isolado, o que é visto como uma ameaça à unidade da categoria, que pode resultar no enfraquecimento das lutas gerais dos servidores. Os companheiros dos demais sindicatos optaram pela realizaram de um seminário nacional para discutir o processo de extinção de cargos efetivos e estratégias de combate ao avanço das terceirizações no Judiciário brasileiro”, pontuou.

 

O presidente do Sindjus revelou aos presentes já ter sido procurado por vários candidatos aprovados no concurso realizado em 2011, que se declaram muito preocupados por terem feito concurso público para cargos cujas funções estão sendo hoje desempenhadas por empresas terceirizadas. "Como eles fizeram concurso para cadastro de reserva, estão em dúvida se realmente serão convocados e querem apoio do sindicato para enfrentarmos juntos o problema das terceirizações e o risco de extinção de seus cargos", informou.

 

Proposta – O sindicalista Aníbal Lins propôs aos Comissários que se concentrem, primeiramente, na luta pela clara descrição das atribuições do cargo e que promovam um seminário para apresentar este assunto juntamente com a sociedade civil maranhense e o meio acadêmico, tendo em vista que a maioria das pessoas não sabe exatamente para que serve este cargo hoje no Poder Judiciário.

 

 

De acordo com a Comissária Elaine Bastos, essa dúvida é comum na sociedade. “Muitos não sabem o que a gente faz, outros já acham que a gente não faz nada”, afirmou.

 

Para a Comissária Rosilene, “o cargo hoje é importante até para dar continuidade a algumas investigações na Justiça. O Ministério Público atualmente nos procura para adquirir provas para dar sequência às investigações”, ressaltou.

 

Já o Comissário Francisco Filho alega que “o cargo tem pouca visibilidade por lidar com muitos processos que envolvem segredo de justiça, por isso temos que procurar nos unir ao sindicato para termos força e sermos ouvidos”, avalia.

 

Ao final do encontro, várias ponderações foram levantadas e chegou-se à conclusão de que é oportuno para o momento promover um seminário onde seja discutidos temas como: as atribuições e rotinas do comissário, requisitos para acesso ao cargo e outros assuntos correlatos. Para realização do seminário, que terá como foco o Estatuto da Criança e do Adolescente e o papel do Comissário de Justiça, os servidores juntamente com a direção do SINDJUS-MA buscarão apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de instituições universitárias.

 

Além de definir claramente as atribuições e rotinas de trabalho do Comissário de Justiça, o seminário visa reforçar a luta desses servidores contra o desvio ilegal de função, ao qual têm sido submetidos no âmbito do Tribunal de Justiça do Maranhão e que desvaloriza o cargo aos olhos da opinião pública. “Essa idéia é muito boa. É a primeira vez que eu presencio a mobilização dos companheiros, em prol de uma luta que é justa”, concluiu eufórico o Comissário Francisco Filho.

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Durante a reunião, Anibal Lins, presidente do Sindjus, agradeceu a presença de todos e reiterou o compromisso do Sindjus em prestar assistência a todos os servidores sem fazer acepção de nenhum cargo. Ele explicou aos presentes que apresentou à diretoria da FENAJUD as reivindicações dos Comissários de Justiça maranhenses, que foram sistematizadas na reunião do dia 25 do mês passado na sede do SINDJUS-MA.

 

“Estive com representantes da FENAJUD, apresentando o que discutimos durante a reunião. Mas a resposta à nossa oferta de realizarmos um seminário nacional em São Luis não foi bem acolhida. Na opinião dos dirigentes da federação isto foi recebido como um movimento isolado, o que é visto como uma ameaça à unidade da categoria, que pode resultar no enfraquecimento das lutas gerais dos servidores. Os companheiros dos demais sindicatos optaram pela realizaram de um seminário nacional para discutir o processo de extinção de cargos efetivos e estratégias de combate ao avanço das terceirizações no Judiciário brasileiro”, pontuou.

 

O presidente do Sindjus revelou aos presentes já ter sido procurado por vários candidatos aprovados no concurso realizado em 2011, que se declaram muito preocupados por terem feito concurso público para cargos cujas funções estão sendo hoje desempenhadas por empresas terceirizadas. "Como eles fizeram concurso para cadastro de reserva, estão em dúvida se realmente serão convocados e querem apoio do sindicato para enfrentarmos juntos o problema das terceirizações e o risco de extinção de seus cargos", informou.

 

Proposta – O sindicalista Aníbal Lins propôs aos Comissários que se concentrem, primeiramente, na luta pela clara descrição das atribuições do cargo e que promovam um seminário para apresentar este assunto juntamente com a sociedade civil maranhense e o meio acadêmico, tendo em vista que a maioria das pessoas não sabe exatamente para que serve este cargo hoje no Poder Judiciário.

 

 

De acordo com a Comissária Elaine Bastos, essa dúvida é comum na sociedade. “Muitos não sabem o que a gente faz, outros já acham que a gente não faz nada”, afirmou.

 

Para a Comissária Rosilene, “o cargo hoje é importante até para dar continuidade a algumas investigações na Justiça. O Ministério Público atualmente nos procura para adquirir provas para dar sequência às investigações”, ressaltou.

 

Já o Comissário Francisco Filho alega que “o cargo tem pouca visibilidade por lidar com muitos processos que envolvem segredo de justiça, por isso temos que procurar nos unir ao sindicato para termos força e sermos ouvidos”, avalia.

 

Ao final do encontro, várias ponderações foram levantadas e chegou-se à conclusão de que é oportuno para o momento promover um seminário onde seja discutidos temas como: as atribuições e rotinas do comissário, requisitos para acesso ao cargo e outros assuntos correlatos. Para realização do seminário, que terá como foco o Estatuto da Criança e do Adolescente e o papel do Comissário de Justiça, os servidores juntamente com a direção do SINDJUS-MA buscarão apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de instituições universitárias.

 

Além de definir claramente as atribuições e rotinas de trabalho do Comissário de Justiça, o seminário visa reforçar a luta desses servidores contra o desvio ilegal de função, ao qual têm sido submetidos no âmbito do Tribunal de Justiça do Maranhão e que desvaloriza o cargo aos olhos da opinião pública. “Essa idéia é muito boa. É a primeira vez que eu presencio a mobilização dos companheiros, em prol de uma luta que é justa”, concluiu eufórico o Comissário Francisco Filho.

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Comissários de Justiça debatem estratégias para valorização da carreira no TJMA

24/03/2012 | 00:00 - matéria visualizada 481 vezes

Neste sábado, 24, os Comissários de Justiça da Infância e Juventude realizaram uma reunião na sede do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (SINDJUS/MA), onde lhes foi transmitido pelo presidente do sindicato as recentes deliberações da FENAJUD – Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados de interesse do respectivo cargo.

 

Durante a reunião, Anibal Lins, presidente do Sindjus, agradeceu a presença de todos e reiterou o compromisso do Sindjus em prestar assistência a todos os servidores sem fazer acepção de nenhum cargo. Ele explicou aos presentes que apresentou à diretoria da FENAJUD as reivindicações dos Comissários de Justiça maranhenses, que foram sistematizadas na reunião do dia 25 do mês passado na sede do SINDJUS-MA.

 

“Estive com representantes da FENAJUD, apresentando o que discutimos durante a reunião. Mas a resposta à nossa oferta de realizarmos um seminário nacional em São Luis não foi bem acolhida. Na opinião dos dirigentes da federação isto foi recebido como um movimento isolado, o que é visto como uma ameaça à unidade da categoria, que pode resultar no enfraquecimento das lutas gerais dos servidores. Os companheiros dos demais sindicatos optaram pela realizaram de um seminário nacional para discutir o processo de extinção de cargos efetivos e estratégias de combate ao avanço das terceirizações no Judiciário brasileiro”, pontuou.

 

O presidente do Sindjus revelou aos presentes já ter sido procurado por vários candidatos aprovados no concurso realizado em 2011, que se declaram muito preocupados por terem feito concurso público para cargos cujas funções estão sendo hoje desempenhadas por empresas terceirizadas. "Como eles fizeram concurso para cadastro de reserva, estão em dúvida se realmente serão convocados e querem apoio do sindicato para enfrentarmos juntos o problema das terceirizações e o risco de extinção de seus cargos", informou.

 

Proposta – O sindicalista Aníbal Lins propôs aos Comissários que se concentrem, primeiramente, na luta pela clara descrição das atribuições do cargo e que promovam um seminário para apresentar este assunto juntamente com a sociedade civil maranhense e o meio acadêmico, tendo em vista que a maioria das pessoas não sabe exatamente para que serve este cargo hoje no Poder Judiciário.

 

 

De acordo com a Comissária Elaine Bastos, essa dúvida é comum na sociedade. “Muitos não sabem o que a gente faz, outros já acham que a gente não faz nada”, afirmou.

 

Para a Comissária Rosilene, “o cargo hoje é importante até para dar continuidade a algumas investigações na Justiça. O Ministério Público atualmente nos procura para adquirir provas para dar sequência às investigações”, ressaltou.

 

Já o Comissário Francisco Filho alega que “o cargo tem pouca visibilidade por lidar com muitos processos que envolvem segredo de justiça, por isso temos que procurar nos unir ao sindicato para termos força e sermos ouvidos”, avalia.

 

Ao final do encontro, várias ponderações foram levantadas e chegou-se à conclusão de que é oportuno para o momento promover um seminário onde seja discutidos temas como: as atribuições e rotinas do comissário, requisitos para acesso ao cargo e outros assuntos correlatos. Para realização do seminário, que terá como foco o Estatuto da Criança e do Adolescente e o papel do Comissário de Justiça, os servidores juntamente com a direção do SINDJUS-MA buscarão apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de instituições universitárias.

 

Além de definir claramente as atribuições e rotinas de trabalho do Comissário de Justiça, o seminário visa reforçar a luta desses servidores contra o desvio ilegal de função, ao qual têm sido submetidos no âmbito do Tribunal de Justiça do Maranhão e que desvaloriza o cargo aos olhos da opinião pública. “Essa idéia é muito boa. É a primeira vez que eu presencio a mobilização dos companheiros, em prol de uma luta que é justa”, concluiu eufórico o Comissário Francisco Filho.

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