Na última sexta-feira, 01/02, o Fórum de Porto Franco recebeu uma visita de inspeção de uma comissão do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (SINDJUS/MA), formada pelos diretores Aníbal Lins, Fagner Damasceno, Rivelino Pereira, Fredson Costa e Benilton Brelaz, que constataram as condições absolutamente insalubres e indignas de trabalho a que estão submetidos tanto os servidores, como os magistrados naquela comarca.

 

Na oportunidade, os dirigentes do SINDJUS-MA ouviram diversas reclamações dos servidores atestando a omissão do Tribunal de Justiça em garantir uma solução rápida, efetiva e satisfatória para o problema.

 

Segundo Maria de Jesus Bandeira, Representante Sindical Regional em Porto Franco, o responsável pelo setor de engenharia do TJMA já veio a Porto Franco mais de uma vez. "Ele inspecionou tudo, achou um absurdo nossa situação e apesar disso nada mudou. Temos fiação elétrica exposta, pondo em risco a vida das pessoas que transitam por aqui. Quando chove, a água escorre do teto e pelas paredes danificando os processos. Sofremos uma infestação de marimbondos no prédio, que nos impediu de trabalhar. O tribunal nada fez. Foi da prefeitura a iniciativa de desinsetizar o prédio. Mas depois surgiram reações alérgicas nos servidores aos produtos usados nesse procedimento. O Tribunal deveria providenciar outro local para funcionar o Fórum, até a construção do novo prédio. Aqui não temos qualquer condição de trabalho atualmente”, relatou.

 

No dia 19 de Agosto de 2011, ocorreu o lançamento da pedra fundamental da obra de construção do novo Fórum de Porto Franco, cuja construção deveria ser concluída no prazo de 180 dias. O orçamento da obra era de R$ 1.154.212, 24, sendo os recursos provenientes do FERJ – Fundo Especial de Modernização e Re-aparelhamento do Judiciário do Estado do Maranhão.

 

Na época, o evento contou com a participação do então presidente Jamil Gedeon Neto, foi testemunhado pelos servidores da comarca, que estavam em greve naquela ocasião. "Passados desde então quase dois anos, nada foi construído. O mato tomou conta do terreno e cobriu a pedra fundamental. Soubemos que houve problemas com a licitação. Isso precisa ser apurado pelo sindicato”, cobrou Jesus Bandeira.

 

Para Aníbal Lins, Presidente do SINDJUS-MA, o caso de Porto Franco é de calamidade pública. Em nome da diretoria, ele se comprometeu de formalizar imediatamente denúncia ao Conselho Nacional de Justiça, pedindo que investigue o caso, e designou o Vice-Presidente Fagner Damasceno e o Secretário-Geral Rivelino Pereira para coordenarem uma campanha pública pela remoção dos servidores do atual prédio do Fórum  para outro imóvel, onde sejam asseguradas condições dignas de trabalho para os servidores e magistrados.

 

“O CNJ vai realizar nos próximos dias uma auditoria no contrato para reforma do Fórum de Balsas, que, após essa obra, simplesmente desabou. Isto é inaceitável e vergonhoso. Apesar do SINDJUS-MA ser a única voz a se levantar contra mais um exemplo de descaso com a saúde dos trabalhadores, lutaremos de forma incessante para que nunca mais se repita”, completou o sindicalista.

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Na oportunidade, os dirigentes do SINDJUS-MA ouviram diversas reclamações dos servidores atestando a omissão do Tribunal de Justiça em garantir uma solução rápida, efetiva e satisfatória para o problema.

 

Segundo Maria de Jesus Bandeira, Representante Sindical Regional em Porto Franco, o responsável pelo setor de engenharia do TJMA já veio a Porto Franco mais de uma vez. "Ele inspecionou tudo, achou um absurdo nossa situação e apesar disso nada mudou. Temos fiação elétrica exposta, pondo em risco a vida das pessoas que transitam por aqui. Quando chove, a água escorre do teto e pelas paredes danificando os processos. Sofremos uma infestação de marimbondos no prédio, que nos impediu de trabalhar. O tribunal nada fez. Foi da prefeitura a iniciativa de desinsetizar o prédio. Mas depois surgiram reações alérgicas nos servidores aos produtos usados nesse procedimento. O Tribunal deveria providenciar outro local para funcionar o Fórum, até a construção do novo prédio. Aqui não temos qualquer condição de trabalho atualmente”, relatou.

 

No dia 19 de Agosto de 2011, ocorreu o lançamento da pedra fundamental da obra de construção do novo Fórum de Porto Franco, cuja construção deveria ser concluída no prazo de 180 dias. O orçamento da obra era de R$ 1.154.212, 24, sendo os recursos provenientes do FERJ – Fundo Especial de Modernização e Re-aparelhamento do Judiciário do Estado do Maranhão.

 

Na época, o evento contou com a participação do então presidente Jamil Gedeon Neto, foi testemunhado pelos servidores da comarca, que estavam em greve naquela ocasião. "Passados desde então quase dois anos, nada foi construído. O mato tomou conta do terreno e cobriu a pedra fundamental. Soubemos que houve problemas com a licitação. Isso precisa ser apurado pelo sindicato”, cobrou Jesus Bandeira.

 

Para Aníbal Lins, Presidente do SINDJUS-MA, o caso de Porto Franco é de calamidade pública. Em nome da diretoria, ele se comprometeu de formalizar imediatamente denúncia ao Conselho Nacional de Justiça, pedindo que investigue o caso, e designou o Vice-Presidente Fagner Damasceno e o Secretário-Geral Rivelino Pereira para coordenarem uma campanha pública pela remoção dos servidores do atual prédio do Fórum  para outro imóvel, onde sejam asseguradas condições dignas de trabalho para os servidores e magistrados.

 

“O CNJ vai realizar nos próximos dias uma auditoria no contrato para reforma do Fórum de Balsas, que, após essa obra, simplesmente desabou. Isto é inaceitável e vergonhoso. Apesar do SINDJUS-MA ser a única voz a se levantar contra mais um exemplo de descaso com a saúde dos trabalhadores, lutaremos de forma incessante para que nunca mais se repita”, completou o sindicalista.

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SINDJUS-MA denuncia ao CNJ situação do Fórum de Porto Franco

2/02/2013 | 00:00 - matéria visualizada 542 vezes

Na última sexta-feira, 01/02, o Fórum de Porto Franco recebeu uma visita de inspeção de uma comissão do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (SINDJUS/MA), formada pelos diretores Aníbal Lins, Fagner Damasceno, Rivelino Pereira, Fredson Costa e Benilton Brelaz, que constataram as condições absolutamente insalubres e indignas de trabalho a que estão submetidos tanto os servidores, como os magistrados naquela comarca.

 

Na oportunidade, os dirigentes do SINDJUS-MA ouviram diversas reclamações dos servidores atestando a omissão do Tribunal de Justiça em garantir uma solução rápida, efetiva e satisfatória para o problema.

 

Segundo Maria de Jesus Bandeira, Representante Sindical Regional em Porto Franco, o responsável pelo setor de engenharia do TJMA já veio a Porto Franco mais de uma vez. "Ele inspecionou tudo, achou um absurdo nossa situação e apesar disso nada mudou. Temos fiação elétrica exposta, pondo em risco a vida das pessoas que transitam por aqui. Quando chove, a água escorre do teto e pelas paredes danificando os processos. Sofremos uma infestação de marimbondos no prédio, que nos impediu de trabalhar. O tribunal nada fez. Foi da prefeitura a iniciativa de desinsetizar o prédio. Mas depois surgiram reações alérgicas nos servidores aos produtos usados nesse procedimento. O Tribunal deveria providenciar outro local para funcionar o Fórum, até a construção do novo prédio. Aqui não temos qualquer condição de trabalho atualmente”, relatou.

 

No dia 19 de Agosto de 2011, ocorreu o lançamento da pedra fundamental da obra de construção do novo Fórum de Porto Franco, cuja construção deveria ser concluída no prazo de 180 dias. O orçamento da obra era de R$ 1.154.212, 24, sendo os recursos provenientes do FERJ – Fundo Especial de Modernização e Re-aparelhamento do Judiciário do Estado do Maranhão.

 

Na época, o evento contou com a participação do então presidente Jamil Gedeon Neto, foi testemunhado pelos servidores da comarca, que estavam em greve naquela ocasião. "Passados desde então quase dois anos, nada foi construído. O mato tomou conta do terreno e cobriu a pedra fundamental. Soubemos que houve problemas com a licitação. Isso precisa ser apurado pelo sindicato”, cobrou Jesus Bandeira.

 

Para Aníbal Lins, Presidente do SINDJUS-MA, o caso de Porto Franco é de calamidade pública. Em nome da diretoria, ele se comprometeu de formalizar imediatamente denúncia ao Conselho Nacional de Justiça, pedindo que investigue o caso, e designou o Vice-Presidente Fagner Damasceno e o Secretário-Geral Rivelino Pereira para coordenarem uma campanha pública pela remoção dos servidores do atual prédio do Fórum  para outro imóvel, onde sejam asseguradas condições dignas de trabalho para os servidores e magistrados.

 

“O CNJ vai realizar nos próximos dias uma auditoria no contrato para reforma do Fórum de Balsas, que, após essa obra, simplesmente desabou. Isto é inaceitável e vergonhoso. Apesar do SINDJUS-MA ser a única voz a se levantar contra mais um exemplo de descaso com a saúde dos trabalhadores, lutaremos de forma incessante para que nunca mais se repita”, completou o sindicalista.

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