O vice-presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão, SINDJUS-MA, Fagner Damasceno e o tesoureiro da entidade, Márcio Luís Andrade Souza, procurando encontrar solução para as reclamações dos servidores lotados no 2º Juizado Cível e das Relações de Consumo (UEMA) do Tribunal de Justiça do Maranhão, visitaram na manhã de hoje, 19, a coordenadora dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Maranhão - TJMA, juíza Márcia Cristina Chaves para procurar soluções para os problemas levantados pelos servidores do 2º Juizado.

Na reunião, os diretores Márcio Luís e Fagner Damasceno expuseram as péssimas condições de trabalho, no que diz respeito aos equipamentos de informática em que se encontram os servidores do Juizado da UEMA, assim como relataram a ela, item a item, todas as reclamações. Bem receptiva, a magistrada coordenadora dos Juizados respondeu a cada uma das reclamações.

Atraso nos tombamentos

Sobre os tombamentos do material a ser destinado aos Juizados, Dra. Márcia Cristina esclareceu que 120 computadores foram recebidos como doação do Conselho Nacional de Justiça - CNJ e que o tombamento desse material estava sendo realizado. 

Ela esclareceu ainda que os computadores a serem destinados ao 2º Juizado, serão em um número de sete (7) e que essa quantidade atende a um relatório realizado pela própria informática do TJMA que detectou a necessidade desse número. Ela afirmou ainda que o tombamento do material enviado pelo CNJ, por determinação do próprio Conselho, deve acontecer na totalidade do material e não por lotes. “O CNJ exige que o tombamento seja feito todo antes do envio para qualquer unidade, por isso eu não poderia enviar por lote”, disse a magistrada aos diretores do Sindicato.

“Todas as unidades que relataram problemas com computadores e outros aparelhos eletrônicos defasados e obsoletos estão esperando material. Os sete computadores do Juizado da UEMA já estão liberados e serão entregues o mais rápido possível”, disse a magistrada.

Scanner

Dra. Márcia esclareceu que os aparelhos de scanner e outros aparelhos eletrônicos estão passando por processo licitatório e que, sem dúvida, serão entregues assim que estiverem disponíveis. Para resolver de maneira mais rápida os problemas com a falta do scanner no 2º Juizado, a magistrada se comprometeu em enviar nos próximos dias, um scanner que seria encaminhado para uso da coordenadoria dos Juizados.

Falta de papel

A magistrada relatou que não há falta de papel nos Juizados e se há, provavelmente, é por falta de solicitação do próprio Juizado. “Não temos esse problema com falta de papel há mais de 15 anos”, relatou ela.

PROJUD

Sobre as reclamações com relação ao PROJUD não funcionar, Dra. Márcia Cristina alega que o problema com lentidão no PROJUD acontece em todo o Maranhão e o Tribunal de Justiça está tomando as providências.

Entenda o caso

Seis servidores em um universo de onze lotados no 2º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo de São Luís resolveram paralisar suas atividades, na manhã de ontem, 18, com o objetivo de alertar o TJMA para a falta de condições de trabalho, a que estão submetidos há pelo menos três anos. Os servidores que paralisaram as atividades comunicaram o ato ao SINDJUS-MA. Estiveram no local Fagner Damasceno, vice-presidente do Sindicato e Márcio Luís Souza, tesoureiro da entidade. 

 

Exposto em um cartaz afixado na porta do 2º Juizado os servidores expressaram suas insatisfações, enumerando os principais problemas do Juizado. A reclamação principal é com relação aos computadores com configuração defasada e obsoleta, e impressoras com defeito, o que impede que as certidões sejam juntadas e assinadas digitalmente, além da quantidade insuficiente de aparelhos eletrônicos, queda constante da conexão de internet, problemas freqüentes com assinaturas digitais do PROJUD, e número de scanners insuficientes, com relação à demanda.

 

 

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Na reunião, os diretores Márcio Luís e Fagner Damasceno expuseram as péssimas condições de trabalho, no que diz respeito aos equipamentos de informática em que se encontram os servidores do Juizado da UEMA, assim como relataram a ela, item a item, todas as reclamações. Bem receptiva, a magistrada coordenadora dos Juizados respondeu a cada uma das reclamações.

Atraso nos tombamentos

Sobre os tombamentos do material a ser destinado aos Juizados, Dra. Márcia Cristina esclareceu que 120 computadores foram recebidos como doação do Conselho Nacional de Justiça - CNJ e que o tombamento desse material estava sendo realizado. 

Ela esclareceu ainda que os computadores a serem destinados ao 2º Juizado, serão em um número de sete (7) e que essa quantidade atende a um relatório realizado pela própria informática do TJMA que detectou a necessidade desse número. Ela afirmou ainda que o tombamento do material enviado pelo CNJ, por determinação do próprio Conselho, deve acontecer na totalidade do material e não por lotes. “O CNJ exige que o tombamento seja feito todo antes do envio para qualquer unidade, por isso eu não poderia enviar por lote”, disse a magistrada aos diretores do Sindicato.

“Todas as unidades que relataram problemas com computadores e outros aparelhos eletrônicos defasados e obsoletos estão esperando material. Os sete computadores do Juizado da UEMA já estão liberados e serão entregues o mais rápido possível”, disse a magistrada.

Scanner

Dra. Márcia esclareceu que os aparelhos de scanner e outros aparelhos eletrônicos estão passando por processo licitatório e que, sem dúvida, serão entregues assim que estiverem disponíveis. Para resolver de maneira mais rápida os problemas com a falta do scanner no 2º Juizado, a magistrada se comprometeu em enviar nos próximos dias, um scanner que seria encaminhado para uso da coordenadoria dos Juizados.

Falta de papel

A magistrada relatou que não há falta de papel nos Juizados e se há, provavelmente, é por falta de solicitação do próprio Juizado. “Não temos esse problema com falta de papel há mais de 15 anos”, relatou ela.

PROJUD

Sobre as reclamações com relação ao PROJUD não funcionar, Dra. Márcia Cristina alega que o problema com lentidão no PROJUD acontece em todo o Maranhão e o Tribunal de Justiça está tomando as providências.

Entenda o caso

Seis servidores em um universo de onze lotados no 2º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo de São Luís resolveram paralisar suas atividades, na manhã de ontem, 18, com o objetivo de alertar o TJMA para a falta de condições de trabalho, a que estão submetidos há pelo menos três anos. Os servidores que paralisaram as atividades comunicaram o ato ao SINDJUS-MA. Estiveram no local Fagner Damasceno, vice-presidente do Sindicato e Márcio Luís Souza, tesoureiro da entidade. 

 

Exposto em um cartaz afixado na porta do 2º Juizado os servidores expressaram suas insatisfações, enumerando os principais problemas do Juizado. A reclamação principal é com relação aos computadores com configuração defasada e obsoleta, e impressoras com defeito, o que impede que as certidões sejam juntadas e assinadas digitalmente, além da quantidade insuficiente de aparelhos eletrônicos, queda constante da conexão de internet, problemas freqüentes com assinaturas digitais do PROJUD, e número de scanners insuficientes, com relação à demanda.

 

 

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SINDJUS-MA defende servidores do 2º Juizado e encaminha providências

19/07/2013 | 00:00 - matéria visualizada 298 vezes

O vice-presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão, SINDJUS-MA, Fagner Damasceno e o tesoureiro da entidade, Márcio Luís Andrade Souza, procurando encontrar solução para as reclamações dos servidores lotados no 2º Juizado Cível e das Relações de Consumo (UEMA) do Tribunal de Justiça do Maranhão, visitaram na manhã de hoje, 19, a coordenadora dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Maranhão - TJMA, juíza Márcia Cristina Chaves para procurar soluções para os problemas levantados pelos servidores do 2º Juizado.

Na reunião, os diretores Márcio Luís e Fagner Damasceno expuseram as péssimas condições de trabalho, no que diz respeito aos equipamentos de informática em que se encontram os servidores do Juizado da UEMA, assim como relataram a ela, item a item, todas as reclamações. Bem receptiva, a magistrada coordenadora dos Juizados respondeu a cada uma das reclamações.

Atraso nos tombamentos

Sobre os tombamentos do material a ser destinado aos Juizados, Dra. Márcia Cristina esclareceu que 120 computadores foram recebidos como doação do Conselho Nacional de Justiça - CNJ e que o tombamento desse material estava sendo realizado. 

Ela esclareceu ainda que os computadores a serem destinados ao 2º Juizado, serão em um número de sete (7) e que essa quantidade atende a um relatório realizado pela própria informática do TJMA que detectou a necessidade desse número. Ela afirmou ainda que o tombamento do material enviado pelo CNJ, por determinação do próprio Conselho, deve acontecer na totalidade do material e não por lotes. “O CNJ exige que o tombamento seja feito todo antes do envio para qualquer unidade, por isso eu não poderia enviar por lote”, disse a magistrada aos diretores do Sindicato.

“Todas as unidades que relataram problemas com computadores e outros aparelhos eletrônicos defasados e obsoletos estão esperando material. Os sete computadores do Juizado da UEMA já estão liberados e serão entregues o mais rápido possível”, disse a magistrada.

Scanner

Dra. Márcia esclareceu que os aparelhos de scanner e outros aparelhos eletrônicos estão passando por processo licitatório e que, sem dúvida, serão entregues assim que estiverem disponíveis. Para resolver de maneira mais rápida os problemas com a falta do scanner no 2º Juizado, a magistrada se comprometeu em enviar nos próximos dias, um scanner que seria encaminhado para uso da coordenadoria dos Juizados.

Falta de papel

A magistrada relatou que não há falta de papel nos Juizados e se há, provavelmente, é por falta de solicitação do próprio Juizado. “Não temos esse problema com falta de papel há mais de 15 anos”, relatou ela.

PROJUD

Sobre as reclamações com relação ao PROJUD não funcionar, Dra. Márcia Cristina alega que o problema com lentidão no PROJUD acontece em todo o Maranhão e o Tribunal de Justiça está tomando as providências.

Entenda o caso

Seis servidores em um universo de onze lotados no 2º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo de São Luís resolveram paralisar suas atividades, na manhã de ontem, 18, com o objetivo de alertar o TJMA para a falta de condições de trabalho, a que estão submetidos há pelo menos três anos. Os servidores que paralisaram as atividades comunicaram o ato ao SINDJUS-MA. Estiveram no local Fagner Damasceno, vice-presidente do Sindicato e Márcio Luís Souza, tesoureiro da entidade. 

 

Exposto em um cartaz afixado na porta do 2º Juizado os servidores expressaram suas insatisfações, enumerando os principais problemas do Juizado. A reclamação principal é com relação aos computadores com configuração defasada e obsoleta, e impressoras com defeito, o que impede que as certidões sejam juntadas e assinadas digitalmente, além da quantidade insuficiente de aparelhos eletrônicos, queda constante da conexão de internet, problemas freqüentes com assinaturas digitais do PROJUD, e número de scanners insuficientes, com relação à demanda.

 

 

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