Sindjus é recebido pelo secretário de Direitos Humanos
14/02/2015 | 09:03 - matéria visualizada 3232 vezesBuscando o diálogo e solução dos problemas referente ao corte de ponto dos servidores do judiciário, membros da direção e assessoria jurídica do Sindicato dos Servidores do Judiciário do Maranhão (SINDJUS-MA), estiveram reunidos com o secretário estadual de Direitos Humanos, Francisco Gonçalves, na sexta-feira (13).
O presidente Aníbal Lins, explicou durante o encontro, que a procura do Sindjus pelo governo do estadual se faz em razão do posicionamento da Procuradoria Geral do Estado, por ter se manifestado contra os trabalhadores. Posição inédita na história do funcionalismo público maranhense.
Por conta da postura da PGE que provocou a cassação da liminar concedida pela desembargadora Nelma Sarney, que suspendia o corte do ponto dos servidores, estes já estão no segundo mês de descontos. “Os trabalhadores estão sendo punidos por terem exercido um direito, o de fazer greve”, argumentou Aníbal Lins.
Na sua exposição, o presidente do Sindjus, ainda lembrou que não estava fazendo nenhum tipo de pressão e muito menos colocando os servidores contra o governo, mas queria entender o motivo do posicionamento voluntário da PGE. “Estamos procurando o diálogo, o vice-governador já nos recebeu, agora estamos aqui e queremos apenas uma explicação”, afirmou.
Ao fim da reunião, o secretário Francisco Gonçalves, solicitou a apresentação de um relatório para que este seja encaminhado a PGE, a fim de obter um retorno sobre essa situação e em seguida será repassado ao governador Flávio Dino.
Durante o encontro, o presidente do Sindjus ainda entregou a nota de desagravo e solidariedade dos sindicatos, centrais sindicais e entidades representativas dos trabalhadores à causa dos servidores do judiciário.
Estiveram presentes na reunião ainda o secretário-geral do Sindjus, Márcio Luiz; o vice-presidente licenciado, Fredson Costa e a assessora jurídica Doriana Carmello.
Por conta da postura da PGE que provocou a cassação da liminar concedida pela desembargadora Nelma Sarney, que suspendia o corte do ponto dos servidores, estes já estão no segundo mês de descontos. “Os trabalhadores estão sendo punidos por terem exercido um direito, o de fazer greve”, argumentou Aníbal Lins.
Na sua exposição, o presidente do Sindjus, ainda lembrou que não estava fazendo nenhum tipo de pressão e muito menos colocando os servidores contra o governo, mas queria entender o motivo do posicionamento voluntário da PGE. “Estamos procurando o diálogo, o vice-governador já nos recebeu, agora estamos aqui e queremos apenas uma explicação”, afirmou.
Durante o encontro, o presidente do Sindjus ainda entregou a nota de desagravo e solidariedade dos sindicatos, centrais sindicais e entidades representativas dos trabalhadores à causa dos servidores do judiciário.
Estiveram presentes na reunião ainda o secretário-geral do Sindjus, Márcio Luiz; o vice-presidente licenciado, Fredson Costa e a assessora jurídica Doriana Carmello.

