Indícios de humilhação, intimidação e maus tratos a subordinados irão levar o juiz Wanderley Sebastião Fernandes a responder a processo administrativo disciplinar por falta de urbanidade no trato com servidores e afronta aos deveres do cargo. De acordo com matéria publicada no site do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, a decisão foi tomada na quarta-feira 14/1/2009 pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo.

O pedido de investigação foi feito pelo corregedor-geral da Justiça paulista, desembargador Ruy Camilo. Este é o primeiro processo aberto contra juiz em 2009. Segundo o texto, o chefe da Corregedoria-geral da Justiça disse que o magistrado chegou a proibir funcionários de almoçar e num caso obrigou a diretora de cartório a trabalhar num cubículo, sem nenhuma ventilação. Ainda de acordo com o corregedor-geral da Justiça, ao mesmo tempo em que era severo com os servidores, o juiz era relapso com o trabalho de judicar, deixando de realizar audiências e mantendo processos em atraso. “Ele [o magistrado] esqueceu o mais importante no trabalho do juiz que é julgar”, disse Ruy Camilo.

Casos como o do juiz paulista infelizmente não têm sido isolados e são classificados como um exemplo clássico de assédio moral no ambiente de trabalho. O SINDJUS ressalta a importância em se combater de forma veemente a prática abusiva no Judiciário maranhense.

Felizmente, o episódio do juiz em São Paulo saiu dos escombros e porões da coerção e do poderio repressor e veio à tona, graças a uma digna fiscalização da Corregedoria-geral daquele Tribunal. Espera-se que o fato sirva como exemplo para assediadores de plantão, e alívio para os que de alguma forma têm se submetido a situações, no mínimo, constrangedoras. De acordo com a matéria, o Órgão Especial recebeu o pedido de abertura de processo disciplinar por votação unânime.

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Indícios de humilhação, intimidação e maus tratos a subordinados irão levar o juiz Wanderley Sebastião Fernandes a responder a processo administrativo disciplinar por falta de urbanidade no trato com servidores e afronta aos deveres do cargo. De acordo com matéria publicada no site do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, a decisão foi tomada na quarta-feira 14/1/2009 pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo.

O pedido de investigação foi feito pelo corregedor-geral da Justiça paulista, desembargador Ruy Camilo. Este é o primeiro processo aberto contra juiz em 2009. Segundo o texto, o chefe da Corregedoria-geral da Justiça disse que o magistrado chegou a proibir funcionários de almoçar e num caso obrigou a diretora de cartório a trabalhar num cubículo, sem nenhuma ventilação. Ainda de acordo com o corregedor-geral da Justiça, ao mesmo tempo em que era severo com os servidores, o juiz era relapso com o trabalho de judicar, deixando de realizar audiências e mantendo processos em atraso. “Ele [o magistrado] esqueceu o mais importante no trabalho do juiz que é julgar”, disse Ruy Camilo.

Casos como o do juiz paulista infelizmente não têm sido isolados e são classificados como um exemplo clássico de assédio moral no ambiente de trabalho. O SINDJUS ressalta a importância em se combater de forma veemente a prática abusiva no Judiciário maranhense.

Felizmente, o episódio do juiz em São Paulo saiu dos escombros e porões da coerção e do poderio repressor e veio à tona, graças a uma digna fiscalização da Corregedoria-geral daquele Tribunal. Espera-se que o fato sirva como exemplo para assediadores de plantão, e alívio para os que de alguma forma têm se submetido a situações, no mínimo, constrangedoras. De acordo com a matéria, o Órgão Especial recebeu o pedido de abertura de processo disciplinar por votação unânime.

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Juiz assediador responderá a processo administrativo

23/01/2009 | 00:00 - matéria visualizada 373 vezes
 

Indícios de humilhação, intimidação e maus tratos a subordinados irão levar o juiz Wanderley Sebastião Fernandes a responder a processo administrativo disciplinar por falta de urbanidade no trato com servidores e afronta aos deveres do cargo. De acordo com matéria publicada no site do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, a decisão foi tomada na quarta-feira 14/1/2009 pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo.



O pedido de investigação foi feito pelo corregedor-geral da Justiça paulista, desembargador Ruy Camilo. Este é o primeiro processo aberto contra juiz em 2009. Segundo o texto, o chefe da Corregedoria-geral da Justiça disse que o magistrado chegou a proibir funcionários de almoçar e num caso obrigou a diretora de cartório a trabalhar num cubículo, sem nenhuma ventilação. Ainda de acordo com o corregedor-geral da Justiça, ao mesmo tempo em que era severo com os servidores, o juiz era relapso com o trabalho de judicar, deixando de realizar audiências e mantendo processos em atraso. “Ele [o magistrado] esqueceu o mais importante no trabalho do juiz que é julgar”, disse Ruy Camilo.



Casos como o do juiz paulista infelizmente não têm sido isolados e são classificados como um exemplo clássico de assédio moral no ambiente de trabalho. O SINDJUS ressalta a importância em se combater de forma veemente a prática abusiva no Judiciário maranhense.



Felizmente, o episódio do juiz em São Paulo saiu dos escombros e porões da coerção e do poderio repressor e veio à tona, graças a uma digna fiscalização da Corregedoria-geral daquele Tribunal. Espera-se que o fato sirva como exemplo para assediadores de plantão, e alívio para os que de alguma forma têm se submetido a situações, no mínimo, constrangedoras. De acordo com a matéria, o Órgão Especial recebeu o pedido de abertura de processo disciplinar por votação unânime.

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