Servidores em Greve Geral realizam Panelaço contra corte de salários pela administração do TJMA
9/12/2015 | 13:12 - matéria visualizada 3882 vezes.png)
Na manhã desta quarta-feira 09/12, os servidores da Justiça do Estado do Maranhão protestaram contra os descontos arbitrários que estão sendo realizados pelo Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão-TJMA, nos contracheques dos servidores que estão em Greve Geral há mais de 50 dias.
Os cortes estão sendo realizados desde o mês de outubro quando foi deflagrada a Greve Geral pelo não pagamento das Perdas Inflacionárias de 6,3%, referentes ao período de janeiro de dezembro de 2014.
O protesto “Panelaço dos sem Salário” realizado na cabeceira da Ponte do São Francisco, em São Luís, contou com a participação dos servidores munidos de panelas e colheres.
“Queremos trazer visibilidade para a causa, pois parece um movimento aleatório, mas é de direito da classe trabalhadora, que está sendo suprimida e prejudicada. Queremos mostrar para a sociedade que estamos perdendo poder de compra e qualidade de vida de nossas famílias. E quem determina os nossos salários está ganhando cada vez mais e já recebeu suas perdas. Sem dizer os descontos injustos que estamos sofrendo, já tive 14 faltas arbitrárias por lutar por uma causa justa”, disse Isabella Larissa, técnica judiciária.
II Panelaço dos sem salário
O SINDJUS-MA convoca os servidores do Tribunal de Justiça para participarem nesta quinta-feira 10/12, a partir das 7h30 da manhã, do II “Panelaço dos Sem Salário”. O ponto de encontro dos servidores será na entrada da RAMPA DO PALÁCIO DOS LEÕES, em frente ao Coreto, na avenida Beira-Mar.
O SINDJUS-MA agradece o apoio da Imprensa maranhense em especial a TV Guará, TV Alternativa, TV Cidade, o Sistema Difusora, o Sistema Mirante, O Imparcial e o Tribuna Sindical, que cobriram o movimento e estão noticiado informações sobre a Greve dos servidores pelas Perdas Inflacionárias de 6,3%.
"O Panelaço reivindica uma causa justa dos servidores que é o pagamento das Perdas Inflacionárias de 6,3%, por isso a categoria se mantém firme até que esse pleito que é constitucional seja garantido", disse Aníbal Lins.

