CSPB propõe ações unificadas dos servidores públicos para barrar PLC 257/16

6/04/2016 | 13:48 - matéria visualizada 2406 vezes
O presidente da CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, greve geral, a unidade na luta e campanha de comunicação nacional para impedir aprovação do PLC 257/16.
O presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil- CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, propôs, nesta terça-feira (5), série de ações unificadas com entidades representativas de servidores públicos, com o intuito de impedir a aprovação do Projeto de Lei Complementar 257 /16, considerado ameaça para os servidores públicos e comprometimento dos serviços prestados à população. O PLC está para ser votado na Câmara dos Deputados, em caráter de urgência.

A proposta recessiva foi construída em conjunto com governadores de estados endividados para o reequilíbrio das contas, sem levar em consideração a situação dos servidores públicos. A matéria diz respeito a um Plano de Auxílio aos Estados e Municípios apresentado pelo Governo Federal ao Congresso, no último dia 22, para negociação de dívidas.
Na mobilização de hoje, no auditório do Sindipol/DF,  a CSPB, entidades de base e Centrais Sindicais presentes contaram com o apoio do deputado Major Olímpio e do dep. Roberto de Lucena, que nesta terça reassumiu como deputado federal. Lucena disse que chamaria atenção da bancada para os problemas que os sindicalistas pontuaram: “Presidente Calixto e João Domingos contem com meu apoio" . O parlamentar deixou seu gabinete à disposição das entidades sindicais.
           
Na oportunidade, João Domingos propôs uma greve geral, a unidade na luta e campanha de comunicação nacional, além do enfrentamento jurídico e de um acampamento permanente nos gabinetes dos parlamentares e da recriação de uma frente parlamentar:  “ Este momento não é de uma entidade sindical, não há espaço para egos, é um momento de unificação da nossa luta. A primeira proposta é que tenhamos uma coordenação para criarmos uma agenda de ações: como uma campanha de mídia nacional; de um trabalhar com as federações e os sindicatos nas bases e de um acampamento permanente para unificar a luta, além de fazermos um combate jurídico, já que detectamos várias inconstitucionalidades neste projeto. Precisamos mostrar a sociedade que quem perde não é apenas o servidor público e sim, as pessoas que já não terão serviço de qualidade. Precisamos recriar uma frente parlamentar, mais um ponto de mobilização para conseguirmos nosso objetivo”, destacou Domingos. (Continue lendo)

(Fonte: CSPB).
 
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