Em Balsas alterações estatutárias do SINDJUS são ratificadas por unanimidade
22/08/2016 | 18:35 - matéria visualizada 2337 vezes
No domingo (21), segundo dia de realização das plenárias regionais da Assembleia Geral de ratificação das alterações estatutárias, a diretoria do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (SINDJUS-MA) esteve na comarca de Balsas, na região Sul do estado.O encontro foi realizado no Fórum da comarca e participaram servidores dos 9 municípios que compõem a regional: Alto Parnaiba, Balsas, Barão de Grajaú, Grajaú, Loreto, Mirador, São João dos Patos, São Raimundo das Mangabeiras, Tasso Fragoso.
Além de ratificarem as alterações estatutárias por unanimidade, os servidores foram informados de outros assuntos referentes à categoria como: a campanha do desvio de função dos auxiliares judiciários, o trâmite do Novo PCCV, o resultado da reunião entre as Entidades Sindicais com o governador Flavio Dino.
Os servidores da regional de Balsas não só aprovaram a iniciativa do SINDJUS-MA, como demonstraram expectativa para próximos encontros regionais. "A plenária foi muito proveitosa e já queríamos isto há um certo tempo. Sou servidora há 10 anos e nunca consegui ir a uma Assembleia do sindicato em São Luís. Agora com essa metodologia iremos nos aproximar e fortalecer ainda mais a entidade que nos representa", declarou Niobel Jane Suathe Berredo, oficial de justiça da comarca de Balsas.Durante o encontro foi ainda tratado da doação do terreno para construção da Sede Social do Sindjus na cidade. "Estamos em processo de regularização da documentação do terreno que irá abrigar a nossa Sede Social. Balsas será a sede do SINDJUS no Sul do Maranhão", adiantou Artur Filho, diretor de Imprensa.
Desvio de Função
Um dos pontos de destaque da plenária foi o informe sobre a campanha contra o desvio de função dos auxiliares judiciários. Para os servidores além de ser oportuna, a campanha irá externar uma problemática antiga que tem deixado a categoria desmotivada.
"É muito importante a busca por esta correção. Porque no dia-a-dia das atividades terminamos desempenhando as mesmas funções dos nossos colegas, técnicos judiciários. Porém, o Tribunal não reconhece isto legalmente e as nossas diferenças salariais não são pagas. Sem dúvida essa situação de desvio de função gera desconforto e descontentamento entre nós", comentou Marcilene Passarinho Devesa, auxiliar judiciária de São Raimundo das Mangabeiras.

