SINDJUS-MA participa de Ato contra Reforma da Previdência em São Luís

15/03/2017 | 14:35 - matéria visualizada 1662 vezes
O Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (SINDJUS-MA) participou nesta quarta-feira (15), em São Luís, do Ato contra a Reforma da Previdência proposta pelo Governo Temer. O protesto foi iniciado com uma concentração dos participantes na Praça Deodoro em frente a Biblioteca Benedito Leite e de lá os militantes seguiram em caminhada a Agência do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), localizado em frente ao Parque Bom Menino.

A mobilização que faz parte de um calendário nacional teve no Maranhão a participação de movimentos sociais, centrais sindicais e sindicatos, que protestam contra as medidas trabalhistas e previdenciárias que retiram direitos da classe trabalhadora. Entre os principais pontos criticados pelos sindicalistas estão: a) a exigência de 49 anos de contribuição previdenciária para concessão de aposentadoria por tempo integral e b) a idade mínima para a conceder a aposentaria aos trabalhadores agora seria de 65 anos.

Para o secretário-geral do SINDJUS-MA, Pedro Davi, essas propostas só retiram direitos do trabalhadores e é necessário atenção da sociedade para o tema. “O ato de protesto ocorrido hoje (15) faz parte de uma mobilização nacional que tem como objetivo conscientizar e mobilizar trabalhadores e a sociedade para o retrocesso que a aprovação dessas medidas irão significar, já que elas confrontam de forma plena direitos trabalhistas já adquiridos.”, comentou o sindicalista.

MOBILIZAÇÃO NACIONAL

Na próxima quinta-feira (16), a partir das 9h30, em Brasília, haverá novas reuniões da comissão especial que discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que trata da reforma da Previdência. Nesse mesmo dia, em horários distintos, também se reúnem os parlamentares que analisam o Projeto de Lei 6.787, que propõe mudanças na legislação trabalhista. As entidades sindicais estão mobilizadas para acompanharem essas atividades e apresentar emendas e vetos integrais aos textos governistas.
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