Sindicato do TJ entra com ação de bloqueio de contas do Governo de MT
31/01/2018 | 06:43 - matéria visualizada 1403 vezesO Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de MT (Sinjusmat) protocolou na noite desta terça-feira (30) uma ação na Justiça, com pedido de liminar, para que sejam bloqueados R$ 250 milhões dos cofres do Governo do Estado.
O objetivo da ação, que tramitará na Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular, é que o bloqueio garanta o pagamento dos duodécimos em atrasos ao Tribunal de Justiça, na ordem de R$ 160 milhões.
As dívidas do Executivo com os repasses à Assembleia Legislativa é de R$ 50 milhões - outros R$ 45 milhões são devidos ao Ministério Público Estadual (MPE).
Na ação, o sindicato explicou, segundo o Folhamax, que o funcionamento dos Poderes estão comprometidos diante da ineficiência do Executivo em fazer os repasses constitucionais, enquanto a arrecadação do Estado aumenta ano a ano.
É citado como exemplo que a Defensoria Pública fechou 15 comarcas em Mato Grosso por falta de recursos.
A ação considera que é necessária a intervenção da Justiça para que Mato Grosso não chegue a falência administrativa e financeira.
O Sinjusmat também pode entrar com uma ação contra o governador Pedro Taques (PSDB), por improbidade administrativa, e consequente pedido de afastamento do cargo.
"É totalmente inconstitucional e ilegal a retenção de dinheiro dos poderes para honrar despesas do Executivo. Entendemos que Pedro Taques não tem mais condições de governar Mato Grosso pela notória incapacidade de lidar com a administração pública", disse o sindicato.
O objetivo da ação, que tramitará na Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular, é que o bloqueio garanta o pagamento dos duodécimos em atrasos ao Tribunal de Justiça, na ordem de R$ 160 milhões.
As dívidas do Executivo com os repasses à Assembleia Legislativa é de R$ 50 milhões - outros R$ 45 milhões são devidos ao Ministério Público Estadual (MPE).
Na ação, o sindicato explicou, segundo o Folhamax, que o funcionamento dos Poderes estão comprometidos diante da ineficiência do Executivo em fazer os repasses constitucionais, enquanto a arrecadação do Estado aumenta ano a ano.
É citado como exemplo que a Defensoria Pública fechou 15 comarcas em Mato Grosso por falta de recursos.
A ação considera que é necessária a intervenção da Justiça para que Mato Grosso não chegue a falência administrativa e financeira.
O Sinjusmat também pode entrar com uma ação contra o governador Pedro Taques (PSDB), por improbidade administrativa, e consequente pedido de afastamento do cargo.
"É totalmente inconstitucional e ilegal a retenção de dinheiro dos poderes para honrar despesas do Executivo. Entendemos que Pedro Taques não tem mais condições de governar Mato Grosso pela notória incapacidade de lidar com a administração pública", disse o sindicato.

