Atuação do Ferj promove aumento sistemático da arrecadação

O Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj) atingiu arrecadação recorde superior a R$ 3 milhões em abril. O valor é 56% maior que no mesmo período de 2008. Em relação a março deste ano, o aumento foi de 21%. A tendência de alta se mantém durante a gestão do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Raimundo Freire Cutrim. O montante obtido é oriundo do repasse de parte dos valores cobrados pelos cartórios judiciais e extrajudiciais na expedição de documentos como registros de imóveis e registros civis, averbação, atestado de óbito, casamento, custas judiciais e outros. Os resultados foram obtidos mesmo sem reajuste nas tabelas da Lei de Custas e Emolumentos, em vigor desde 1996. “O Ferj estuda uma forma de realinhamento dos valores das custas. É uma reivindicação antiga dos cartorários que tem que ser analisada levando-se em conta, também, o interesse público”, explica a coordenadora do Ferj, Celerita Dinorah Carvalho Silva. Maior índice De acordo com o relatório de gestão do ano de 2008, entregue ao Tribunal de Contas (TCE) pelo presidente Raimundo Cutrim, houve aumento de 30% na arrecadação do Ferj em relação a 2007. Ainda de acordo com o documento, o índice de inadimplência dos repasses feitos ao Fundo caiu de 22,03% para 0,44%. As atividades relacionadas à modernização e reaparelhamento do Judiciário atingiram o índice mais alto de investimento, em 2008, com a execução de 82,16% dos recursos arrecadados pelo Fundo. A construção, a ampliação e a reforma de prédios, por exemplo, alcançaram 70,58% da receita proveniente das custas e emolumentos judiciais e extrajudiciais. “Com estes recursos são construídos novos fóruns em comarcas do interior e o anexo do Fórum do Calhau, realizados investimentos na informatização e modernização do atendimento feito pelo Judiciário”, observa o presidente. Controle e Fiscalização Segundo Celerita Dinorah, o aumento da receita do Ferj está relacionado principalmente ao controle e fiscalização das custas e emolumentos, buscando a erradicação da inadimplência e a correção de evasões financeiras. Para aumentar a arrecadação, a coordenação tem intensificado visitas às serventias extrajudiciais e judiciais. Esse trabalho envolve consultorias técnicas sobre cobrança de custas e emolumentos e identificar necessidades e perfil de cada uma delas."

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O Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj) atingiu arrecadação recorde superior a R$ 3 milhões em abril. O valor é 56% maior que no mesmo período de 2008. Em relação a março deste ano, o aumento foi de 21%. A tendência de alta se mantém durante a gestão do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Raimundo Freire Cutrim. O montante obtido é oriundo do repasse de parte dos valores cobrados pelos cartórios judiciais e extrajudiciais na expedição de documentos como registros de imóveis e registros civis, averbação, atestado de óbito, casamento, custas judiciais e outros. Os resultados foram obtidos mesmo sem reajuste nas tabelas da Lei de Custas e Emolumentos, em vigor desde 1996. “O Ferj estuda uma forma de realinhamento dos valores das custas. É uma reivindicação antiga dos cartorários que tem que ser analisada levando-se em conta, também, o interesse público”, explica a coordenadora do Ferj, Celerita Dinorah Carvalho Silva. Maior índice De acordo com o relatório de gestão do ano de 2008, entregue ao Tribunal de Contas (TCE) pelo presidente Raimundo Cutrim, houve aumento de 30% na arrecadação do Ferj em relação a 2007. Ainda de acordo com o documento, o índice de inadimplência dos repasses feitos ao Fundo caiu de 22,03% para 0,44%. As atividades relacionadas à modernização e reaparelhamento do Judiciário atingiram o índice mais alto de investimento, em 2008, com a execução de 82,16% dos recursos arrecadados pelo Fundo. A construção, a ampliação e a reforma de prédios, por exemplo, alcançaram 70,58% da receita proveniente das custas e emolumentos judiciais e extrajudiciais. “Com estes recursos são construídos novos fóruns em comarcas do interior e o anexo do Fórum do Calhau, realizados investimentos na informatização e modernização do atendimento feito pelo Judiciário”, observa o presidente. Controle e Fiscalização Segundo Celerita Dinorah, o aumento da receita do Ferj está relacionado principalmente ao controle e fiscalização das custas e emolumentos, buscando a erradicação da inadimplência e a correção de evasões financeiras. Para aumentar a arrecadação, a coordenação tem intensificado visitas às serventias extrajudiciais e judiciais. Esse trabalho envolve consultorias técnicas sobre cobrança de custas e emolumentos e identificar necessidades e perfil de cada uma delas."

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TJMA confirma ter recursos para atender reivindicações dos servidores

7/05/2009 | 00:00 - matéria visualizada 493 vezes

A administração do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão confessou ter recursos para atender reivindicações fundamentais dos servidores por condições efetivas de trabalho, tais como a implementação imediata de uma política eficiente e eficaz de combate à insalubridade, a promoção de cursos e treinamentos para os servidores da capital e interior do estado, a correção do auxílio transporte dos oficiais de justiça para cumprimento de mandados judiciais, entre tantas outras demandas.

Veja, a seguir, matéria divulgada nesta quinta-feira, 07, pela própria assessoria de comunicação do presidente Raimundo Cutrim, demonstrando a excelente saúde financeira do Judiciário maranhense na atualidade.

"Atuação do Ferj promove aumento sistemático da arrecadação

O Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj) atingiu arrecadação recorde superior a R$ 3 milhões em abril. O valor é 56% maior que no mesmo período de 2008. Em relação a março deste ano, o aumento foi de 21%. A tendência de alta se mantém durante a gestão do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Raimundo Freire Cutrim.

O montante obtido é oriundo do repasse de parte dos valores cobrados pelos cartórios judiciais e extrajudiciais na expedição de documentos como registros de imóveis e registros civis, averbação, atestado de óbito, casamento, custas judiciais e outros.

Os resultados foram obtidos mesmo sem reajuste nas tabelas da Lei de Custas e Emolumentos, em vigor desde 1996.

“O Ferj estuda uma forma de realinhamento dos valores das custas. É uma reivindicação antiga dos cartorários que tem que ser analisada levando-se em conta, também, o interesse público”, explica a coordenadora do Ferj, Celerita Dinorah Carvalho Silva.

Maior índice

De acordo com o relatório de gestão do ano de 2008, entregue ao Tribunal de Contas (TCE) pelo presidente Raimundo Cutrim, houve aumento de 30% na arrecadação do Ferj em relação a 2007. Ainda de acordo com o documento, o índice de inadimplência dos repasses feitos ao Fundo caiu de 22,03% para 0,44%.

As atividades relacionadas à modernização e reaparelhamento do Judiciário atingiram o índice mais alto de investimento, em 2008, com a execução de 82,16% dos recursos arrecadados pelo Fundo.

A construção, a ampliação e a reforma de prédios, por exemplo, alcançaram 70,58% da receita proveniente das custas e emolumentos judiciais e extrajudiciais.

“Com estes recursos são construídos novos fóruns em comarcas do interior e o anexo do Fórum do Calhau, realizados investimentos na informatização e modernização do atendimento feito pelo Judiciário”, observa o presidente.

Controle e Fiscalização

Segundo Celerita Dinorah, o aumento da receita do Ferj está relacionado principalmente ao controle e fiscalização das custas e emolumentos, buscando a erradicação da inadimplência e a correção de evasões financeiras.

Para aumentar a arrecadação, a coordenação tem intensificado visitas às serventias extrajudiciais e judiciais. Esse trabalho envolve consultorias técnicas sobre cobrança de custas e emolumentos e identificar necessidades e perfil de cada uma delas."

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