O vice-presidente do SINDJUS, Rivelino Pereira (foto), anunciou que na assembléia geral da próxima segunda-feira, 31, defenderá a fixação de um prazo de 30 dias para que a comissão que será instituída pelo presidente do TJ Raimundo Cutrim conclua seus trabalhos e apresente uma proposta concreta para a pauta de reivindicações da greve da categoria. Segundo o sindicalista, apesar da pouca adesão na capital, os servidores das comarcas do interior permanecem dispostos a continuar em greve até o TJ sentar e negociar com a classe o atendimento da pauta de reivindicações. Caso contrário, Rivelino Pereira defende a retomada da greve ao final desse prazo a ser dado à comissão.

“Soube que em São Luís, atualmente, pouco mais de 40 pessoas permanecem concentradas na porta do TJ apoiando a greve. Em Imperatriz, temos o dobro disso e todas as audiências pelos próximos meses já estão suspensas. Nenhum oficial de justiça está cumprindo mandados, exceto nas situações excepcionais autorizadas pelo comando de greve. O ânimo dos técnicos e auxiliares é também muito bom. O mesmo também acontece em diversas comarcas do interior do estado e o próprio presidente do TJ admitiu a força do nosso movimento, quando foi ao CNJ informar que a meta 2 não seria alcançada no Maranhão. Quem está garantindo isso são os servidores do interior, cujo melhor exemplo de determinação e coragem foi dado nessa greve pelos colegas de Monção, que tiveram seus salários totalmente bloqueados pela juiza Ticiane Gedeon e pelo presidente Raimundo Cutrim. Portanto, não podemos sair dessa greve sem nada. Se já chegamos até aqui, temos que prosseguir até garantirmos alguma coisa concreta para essas pessoas que estão acreditando no movimento”, defendeu.

Para Rivelino Pereira, outro ponto a ser muito bem amarrado é quanto à reposição dos dias parados. “Depois de um mês de greve e corte ilegal do ponto de quem paralisou suas atividades, suspender o movimento para fazer hora extra em troco de nada é penalizar a classe duas vezes. Não aceito isso emuito menos que o TJ insista em abertura de processos administrativos contra quem participou da greve. Temos que por o trabalho em dia, sim, mas feito isso não há porque insistir em banco de horas extra. Sou pelo abono das faltas, sim”, completou.

Já o analista judiciário Joselito Alves da comarca de Caxias avalia que nesse momento que o sindicato consegue garantir assento na mesa de negociação em torno do orçamento do Tribunal de Justiça para o ano de 2010, ainda que por força de uma decisão do Conselho Nacional de Justiça, é importante que o SINDJUS saiba negociar outras compensações para os trabalhadores, se o impasse persistir em torno da pauta de reivindicações da greve. “É importante que o sindicato saiba negociar com o presidente Raimundo Cutrim a duplicação do auxílio alimentação e do auxílio saúde, ver a questão da insalubridade, como também abraçar a proposta dos 11.98 do Corregedor Jamil Gedeon, que são ganhos importantes para todos os servidores sem exceção. Se conseguimos o apoio de personalidades da sociedade civil para a tese da negociação, então que busquemos o apoio  deles também para que essa negociação avance para ganhos concretos”, declarou.

Para o diretor de cultura João Batista Marques, da comarca de Bacabal, os oficiais de justiça entraram nessa greve acreditando na tese do realinhamento, promessa não-cumprida do presidente do TJ Raimundo Freire Cutrim, e para garantir o atendimento dessa reivindicação a maioria da classe em todo estado permanece disposta a lutar até as últimas consequências. “Suspender agora para retornar às comarcas e cumprir pilhas de centenas de mandados acumulados com um auxílio transporte de apenas 430 reais é ridículo. Até parece que nós não temos consciência da força que temos, se permanecermos unidos até o fim. Se já está aberto um canal de negociação com o TJ, caso a greve seja suspensa, temos que deixar muito claro que não abrimos mão do atendimento dessa reivindicação, mesmo que parcelada. Como também da correção do valor do auxílio transporte para cumprimento de mandados, até mesmo porque a disussão sobre o orçamento já está acontecendo por força de uma liminar concedida pelo CNJ”, afirmou.

Já o vice-tesoureiro do SINDJUS, Sérgio Cavalcanti, auxiliar judiciário da comarca de Bacabal, defendeu que a comissão de negociação que será composta por representantes do sindicato e desembargadores deve ter composta por maioria de servidores das comarcas do interior, que são também a maioria da classe e os grandes responsáveis pela força que a greve dos servidores do Tribunal de Justiça adquiriu ao longo das últimas semanas. “Não podemos deixar de fora dessa negociação a situação dos auxiliares judiciários, que entraram nessa luta pela mudança de escolaridade para o nível médio e até o momento não temos garantia de nada. A comarca de Bacabal aderiu em peso à greve e não vamos permitir que a classe saia sem respostas concretas da administração. O presidente Raimundo Cutrim tem que mostrar que é um homem de palavra e cumprir com aquilo que nos prometeu, ou nos apresentar alguma proposta alternativa”, cobrou o sindicalista.

Para Anibal Lins, presidente do SINDJUS, as ponderações dos servidores das comarcas do interior são todas pertinentes. Mas ressalta que a decisão final sobre os rumos do movimento será tomada pela assembléia geral da próxima segunda-feira, 31, às 09 horas, no auditório da Associação Comercial do Maranhão, em São Luis. “Aquilo que for decidido pela classe, vamos encaminhar com a mesma determinação e coragem de sempre”, declarou.

Nesse final de semana, Anibal Lins se reunirá com o economista Edran Teixeira do DIEESE para analisar a proposta orçamentária do Tribunal de Justiça do Maranhão para o exercício de 2010 e discutir como viabilizar as reivindicações dos servidores no referido projeto. Na segunda-feira, o vice-presidente do SINDJUS, Rivelino Pereira, estará em Brasília, tratando de assuntos de interesse da classe junto ao Conselho Nacional de Justiça.

Paralelamente, qualquer que seja o resultado da assembléia geral marcada para acontecer no turno da manhã, a direção do SINDJUS continuará mantendo contatos com as diversas lideranças da sociedade civil que têm se proposto a trabalhar para o atendimento das reivindicações da categoria e uma solução negociada para o fim da greve dos servidores do TJMA, visando buscar garantias de que os trabalhadores não sairão de mãos vazias desse movimento.

Em caso de ser necessário realizar uma nova assembléia geral para rearticular a mobilização das comarcas do interior, os técnicos judiciários Evandro e Fagner se colocaram à disposição da direção do SINDJUS para organizar o encontro na comarca de Santa Inês, situada estratégicamente no centro do estado. "Podem contar com a gente", concluiu Evandro.

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“Soube que em São Luís, atualmente, pouco mais de 40 pessoas permanecem concentradas na porta do TJ apoiando a greve. Em Imperatriz, temos o dobro disso e todas as audiências pelos próximos meses já estão suspensas. Nenhum oficial de justiça está cumprindo mandados, exceto nas situações excepcionais autorizadas pelo comando de greve. O ânimo dos técnicos e auxiliares é também muito bom. O mesmo também acontece em diversas comarcas do interior do estado e o próprio presidente do TJ admitiu a força do nosso movimento, quando foi ao CNJ informar que a meta 2 não seria alcançada no Maranhão. Quem está garantindo isso são os servidores do interior, cujo melhor exemplo de determinação e coragem foi dado nessa greve pelos colegas de Monção, que tiveram seus salários totalmente bloqueados pela juiza Ticiane Gedeon e pelo presidente Raimundo Cutrim. Portanto, não podemos sair dessa greve sem nada. Se já chegamos até aqui, temos que prosseguir até garantirmos alguma coisa concreta para essas pessoas que estão acreditando no movimento”, defendeu.

Para Rivelino Pereira, outro ponto a ser muito bem amarrado é quanto à reposição dos dias parados. “Depois de um mês de greve e corte ilegal do ponto de quem paralisou suas atividades, suspender o movimento para fazer hora extra em troco de nada é penalizar a classe duas vezes. Não aceito isso emuito menos que o TJ insista em abertura de processos administrativos contra quem participou da greve. Temos que por o trabalho em dia, sim, mas feito isso não há porque insistir em banco de horas extra. Sou pelo abono das faltas, sim”, completou.

Já o analista judiciário Joselito Alves da comarca de Caxias avalia que nesse momento que o sindicato consegue garantir assento na mesa de negociação em torno do orçamento do Tribunal de Justiça para o ano de 2010, ainda que por força de uma decisão do Conselho Nacional de Justiça, é importante que o SINDJUS saiba negociar outras compensações para os trabalhadores, se o impasse persistir em torno da pauta de reivindicações da greve. “É importante que o sindicato saiba negociar com o presidente Raimundo Cutrim a duplicação do auxílio alimentação e do auxílio saúde, ver a questão da insalubridade, como também abraçar a proposta dos 11.98 do Corregedor Jamil Gedeon, que são ganhos importantes para todos os servidores sem exceção. Se conseguimos o apoio de personalidades da sociedade civil para a tese da negociação, então que busquemos o apoio  deles também para que essa negociação avance para ganhos concretos”, declarou.

Para o diretor de cultura João Batista Marques, da comarca de Bacabal, os oficiais de justiça entraram nessa greve acreditando na tese do realinhamento, promessa não-cumprida do presidente do TJ Raimundo Freire Cutrim, e para garantir o atendimento dessa reivindicação a maioria da classe em todo estado permanece disposta a lutar até as últimas consequências. “Suspender agora para retornar às comarcas e cumprir pilhas de centenas de mandados acumulados com um auxílio transporte de apenas 430 reais é ridículo. Até parece que nós não temos consciência da força que temos, se permanecermos unidos até o fim. Se já está aberto um canal de negociação com o TJ, caso a greve seja suspensa, temos que deixar muito claro que não abrimos mão do atendimento dessa reivindicação, mesmo que parcelada. Como também da correção do valor do auxílio transporte para cumprimento de mandados, até mesmo porque a disussão sobre o orçamento já está acontecendo por força de uma liminar concedida pelo CNJ”, afirmou.

Já o vice-tesoureiro do SINDJUS, Sérgio Cavalcanti, auxiliar judiciário da comarca de Bacabal, defendeu que a comissão de negociação que será composta por representantes do sindicato e desembargadores deve ter composta por maioria de servidores das comarcas do interior, que são também a maioria da classe e os grandes responsáveis pela força que a greve dos servidores do Tribunal de Justiça adquiriu ao longo das últimas semanas. “Não podemos deixar de fora dessa negociação a situação dos auxiliares judiciários, que entraram nessa luta pela mudança de escolaridade para o nível médio e até o momento não temos garantia de nada. A comarca de Bacabal aderiu em peso à greve e não vamos permitir que a classe saia sem respostas concretas da administração. O presidente Raimundo Cutrim tem que mostrar que é um homem de palavra e cumprir com aquilo que nos prometeu, ou nos apresentar alguma proposta alternativa”, cobrou o sindicalista.

Para Anibal Lins, presidente do SINDJUS, as ponderações dos servidores das comarcas do interior são todas pertinentes. Mas ressalta que a decisão final sobre os rumos do movimento será tomada pela assembléia geral da próxima segunda-feira, 31, às 09 horas, no auditório da Associação Comercial do Maranhão, em São Luis. “Aquilo que for decidido pela classe, vamos encaminhar com a mesma determinação e coragem de sempre”, declarou.

Nesse final de semana, Anibal Lins se reunirá com o economista Edran Teixeira do DIEESE para analisar a proposta orçamentária do Tribunal de Justiça do Maranhão para o exercício de 2010 e discutir como viabilizar as reivindicações dos servidores no referido projeto. Na segunda-feira, o vice-presidente do SINDJUS, Rivelino Pereira, estará em Brasília, tratando de assuntos de interesse da classe junto ao Conselho Nacional de Justiça.

Paralelamente, qualquer que seja o resultado da assembléia geral marcada para acontecer no turno da manhã, a direção do SINDJUS continuará mantendo contatos com as diversas lideranças da sociedade civil que têm se proposto a trabalhar para o atendimento das reivindicações da categoria e uma solução negociada para o fim da greve dos servidores do TJMA, visando buscar garantias de que os trabalhadores não sairão de mãos vazias desse movimento.

Em caso de ser necessário realizar uma nova assembléia geral para rearticular a mobilização das comarcas do interior, os técnicos judiciários Evandro e Fagner se colocaram à disposição da direção do SINDJUS para organizar o encontro na comarca de Santa Inês, situada estratégicamente no centro do estado. "Podem contar com a gente", concluiu Evandro.

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Comarcas do interior condicionam seu apoio para suspensão da greve

29/08/2009 | 00:00 - matéria visualizada 327 vezes

O vice-presidente do SINDJUS, Rivelino Pereira (foto), anunciou que na assembléia geral da próxima segunda-feira, 31, defenderá a fixação de um prazo de 30 dias para que a comissão que será instituída pelo presidente do TJ Raimundo Cutrim conclua seus trabalhos e apresente uma proposta concreta para a pauta de reivindicações da greve da categoria. Segundo o sindicalista, apesar da pouca adesão na capital, os servidores das comarcas do interior permanecem dispostos a continuar em greve até o TJ sentar e negociar com a classe o atendimento da pauta de reivindicações. Caso contrário, Rivelino Pereira defende a retomada da greve ao final desse prazo a ser dado à comissão.

“Soube que em São Luís, atualmente, pouco mais de 40 pessoas permanecem concentradas na porta do TJ apoiando a greve. Em Imperatriz, temos o dobro disso e todas as audiências pelos próximos meses já estão suspensas. Nenhum oficial de justiça está cumprindo mandados, exceto nas situações excepcionais autorizadas pelo comando de greve. O ânimo dos técnicos e auxiliares é também muito bom. O mesmo também acontece em diversas comarcas do interior do estado e o próprio presidente do TJ admitiu a força do nosso movimento, quando foi ao CNJ informar que a meta 2 não seria alcançada no Maranhão. Quem está garantindo isso são os servidores do interior, cujo melhor exemplo de determinação e coragem foi dado nessa greve pelos colegas de Monção, que tiveram seus salários totalmente bloqueados pela juiza Ticiane Gedeon e pelo presidente Raimundo Cutrim. Portanto, não podemos sair dessa greve sem nada. Se já chegamos até aqui, temos que prosseguir até garantirmos alguma coisa concreta para essas pessoas que estão acreditando no movimento”, defendeu.

Para Rivelino Pereira, outro ponto a ser muito bem amarrado é quanto à reposição dos dias parados. “Depois de um mês de greve e corte ilegal do ponto de quem paralisou suas atividades, suspender o movimento para fazer hora extra em troco de nada é penalizar a classe duas vezes. Não aceito isso emuito menos que o TJ insista em abertura de processos administrativos contra quem participou da greve. Temos que por o trabalho em dia, sim, mas feito isso não há porque insistir em banco de horas extra. Sou pelo abono das faltas, sim”, completou.

Já o analista judiciário Joselito Alves da comarca de Caxias avalia que nesse momento que o sindicato consegue garantir assento na mesa de negociação em torno do orçamento do Tribunal de Justiça para o ano de 2010, ainda que por força de uma decisão do Conselho Nacional de Justiça, é importante que o SINDJUS saiba negociar outras compensações para os trabalhadores, se o impasse persistir em torno da pauta de reivindicações da greve. “É importante que o sindicato saiba negociar com o presidente Raimundo Cutrim a duplicação do auxílio alimentação e do auxílio saúde, ver a questão da insalubridade, como também abraçar a proposta dos 11.98 do Corregedor Jamil Gedeon, que são ganhos importantes para todos os servidores sem exceção. Se conseguimos o apoio de personalidades da sociedade civil para a tese da negociação, então que busquemos o apoio  deles também para que essa negociação avance para ganhos concretos”, declarou.

Para o diretor de cultura João Batista Marques, da comarca de Bacabal, os oficiais de justiça entraram nessa greve acreditando na tese do realinhamento, promessa não-cumprida do presidente do TJ Raimundo Freire Cutrim, e para garantir o atendimento dessa reivindicação a maioria da classe em todo estado permanece disposta a lutar até as últimas consequências. “Suspender agora para retornar às comarcas e cumprir pilhas de centenas de mandados acumulados com um auxílio transporte de apenas 430 reais é ridículo. Até parece que nós não temos consciência da força que temos, se permanecermos unidos até o fim. Se já está aberto um canal de negociação com o TJ, caso a greve seja suspensa, temos que deixar muito claro que não abrimos mão do atendimento dessa reivindicação, mesmo que parcelada. Como também da correção do valor do auxílio transporte para cumprimento de mandados, até mesmo porque a disussão sobre o orçamento já está acontecendo por força de uma liminar concedida pelo CNJ”, afirmou.

Já o vice-tesoureiro do SINDJUS, Sérgio Cavalcanti, auxiliar judiciário da comarca de Bacabal, defendeu que a comissão de negociação que será composta por representantes do sindicato e desembargadores deve ter composta por maioria de servidores das comarcas do interior, que são também a maioria da classe e os grandes responsáveis pela força que a greve dos servidores do Tribunal de Justiça adquiriu ao longo das últimas semanas. “Não podemos deixar de fora dessa negociação a situação dos auxiliares judiciários, que entraram nessa luta pela mudança de escolaridade para o nível médio e até o momento não temos garantia de nada. A comarca de Bacabal aderiu em peso à greve e não vamos permitir que a classe saia sem respostas concretas da administração. O presidente Raimundo Cutrim tem que mostrar que é um homem de palavra e cumprir com aquilo que nos prometeu, ou nos apresentar alguma proposta alternativa”, cobrou o sindicalista.

Para Anibal Lins, presidente do SINDJUS, as ponderações dos servidores das comarcas do interior são todas pertinentes. Mas ressalta que a decisão final sobre os rumos do movimento será tomada pela assembléia geral da próxima segunda-feira, 31, às 09 horas, no auditório da Associação Comercial do Maranhão, em São Luis. “Aquilo que for decidido pela classe, vamos encaminhar com a mesma determinação e coragem de sempre”, declarou.

Nesse final de semana, Anibal Lins se reunirá com o economista Edran Teixeira do DIEESE para analisar a proposta orçamentária do Tribunal de Justiça do Maranhão para o exercício de 2010 e discutir como viabilizar as reivindicações dos servidores no referido projeto. Na segunda-feira, o vice-presidente do SINDJUS, Rivelino Pereira, estará em Brasília, tratando de assuntos de interesse da classe junto ao Conselho Nacional de Justiça.

Paralelamente, qualquer que seja o resultado da assembléia geral marcada para acontecer no turno da manhã, a direção do SINDJUS continuará mantendo contatos com as diversas lideranças da sociedade civil que têm se proposto a trabalhar para o atendimento das reivindicações da categoria e uma solução negociada para o fim da greve dos servidores do TJMA, visando buscar garantias de que os trabalhadores não sairão de mãos vazias desse movimento.

Em caso de ser necessário realizar uma nova assembléia geral para rearticular a mobilização das comarcas do interior, os técnicos judiciários Evandro e Fagner se colocaram à disposição da direção do SINDJUS para organizar o encontro na comarca de Santa Inês, situada estratégicamente no centro do estado. "Podem contar com a gente", concluiu Evandro.

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