Nesta sexta-feira, 11, o presidente do Sindjus Anibal Lins pediu formalmente para o deputado federal Flávio Dino ajuizar uma ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal, através da direção nacional Partido Comunista do Brasil- PCdoB, contra a decisão do Conselho Nacional de Justiça que extinguiu a jornada de trabalho de seis horas dos servidores do Poder Judiciário. A ADIN já está sendo elaborada pelo assessor jurídico do Sindjus, Pedro Duailibe Mascarenhas.

 

Já na quarta-feira, 16, o vice-presidente do Sindjus Rivelino Alves e o advogado Pedro Duailibe Mascarenhas participarão de uma reunião com os sindicatos dos servidores do Poder Judiciário de todo o Brasil, na sede da Federação Nacional dos Servidores  do Judiciário nos Estados - FENAJUD para discutir ações conjuntas contra a Resolução do CNJ, que obriga os servidores a cumprir jornada de 8h diárias de trabalho. Entre as propostas, que serão discutidas pelos sindicalistas, está a realização de uma paralisação geral durante a semana nacional de conciliação.

 

A extinção da jornada de seis horas pelo CNJ foi motivada pelo lobby de lideranças da magistratura e da Ordem dos Advogados do Brasil. Desde o início da elaboração da resolução do CNJ, o Sindjus protocolou uma petição para atuar como parte interessada do processo para defender a jornada atual de seis horas dos servidores. Mas o ministro Ives Gandra Martins Filho,   autor e conselheiro relator da resolução, não acatou o pedido do Sindjus e encaminhou direto a proposta dele para votação plenária do CNJ

 

“O Sindjus sempre esteve na linha de frente contra essa decisão arbitrária e ilegal do Conselho Nacional de Justiça. Mas, surpreendentemente, o Sindjus tem recebido denúncias de que alguns juízes em comarcas do interior estão disseminando que o nosso sindicato é responsável por esta decisão do CNJ. Essa conduta inescrupulosa e as calúnias destas pessoas serão combatidas judicialmente com firmeza pelo Sindjus“, esclareceu Aníbal Lins.

 

 

 

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Já na quarta-feira, 16, o vice-presidente do Sindjus Rivelino Alves e o advogado Pedro Duailibe Mascarenhas participarão de uma reunião com os sindicatos dos servidores do Poder Judiciário de todo o Brasil, na sede da Federação Nacional dos Servidores  do Judiciário nos Estados - FENAJUD para discutir ações conjuntas contra a Resolução do CNJ, que obriga os servidores a cumprir jornada de 8h diárias de trabalho. Entre as propostas, que serão discutidas pelos sindicalistas, está a realização de uma paralisação geral durante a semana nacional de conciliação.

 

A extinção da jornada de seis horas pelo CNJ foi motivada pelo lobby de lideranças da magistratura e da Ordem dos Advogados do Brasil. Desde o início da elaboração da resolução do CNJ, o Sindjus protocolou uma petição para atuar como parte interessada do processo para defender a jornada atual de seis horas dos servidores. Mas o ministro Ives Gandra Martins Filho,   autor e conselheiro relator da resolução, não acatou o pedido do Sindjus e encaminhou direto a proposta dele para votação plenária do CNJ

 

“O Sindjus sempre esteve na linha de frente contra essa decisão arbitrária e ilegal do Conselho Nacional de Justiça. Mas, surpreendentemente, o Sindjus tem recebido denúncias de que alguns juízes em comarcas do interior estão disseminando que o nosso sindicato é responsável por esta decisão do CNJ. Essa conduta inescrupulosa e as calúnias destas pessoas serão combatidas judicialmente com firmeza pelo Sindjus“, esclareceu Aníbal Lins.

 

 

 

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Sindjus intensifica medidas contra a extinção da jornada de 6 horas

11/09/2009 | 00:00 - matéria visualizada 273 vezes

Nesta sexta-feira, 11, o presidente do Sindjus Anibal Lins pediu formalmente para o deputado federal Flávio Dino ajuizar uma ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal, através da direção nacional Partido Comunista do Brasil- PCdoB, contra a decisão do Conselho Nacional de Justiça que extinguiu a jornada de trabalho de seis horas dos servidores do Poder Judiciário. A ADIN já está sendo elaborada pelo assessor jurídico do Sindjus, Pedro Duailibe Mascarenhas.

 

Já na quarta-feira, 16, o vice-presidente do Sindjus Rivelino Alves e o advogado Pedro Duailibe Mascarenhas participarão de uma reunião com os sindicatos dos servidores do Poder Judiciário de todo o Brasil, na sede da Federação Nacional dos Servidores  do Judiciário nos Estados - FENAJUD para discutir ações conjuntas contra a Resolução do CNJ, que obriga os servidores a cumprir jornada de 8h diárias de trabalho. Entre as propostas, que serão discutidas pelos sindicalistas, está a realização de uma paralisação geral durante a semana nacional de conciliação.

 

A extinção da jornada de seis horas pelo CNJ foi motivada pelo lobby de lideranças da magistratura e da Ordem dos Advogados do Brasil. Desde o início da elaboração da resolução do CNJ, o Sindjus protocolou uma petição para atuar como parte interessada do processo para defender a jornada atual de seis horas dos servidores. Mas o ministro Ives Gandra Martins Filho,   autor e conselheiro relator da resolução, não acatou o pedido do Sindjus e encaminhou direto a proposta dele para votação plenária do CNJ

 

“O Sindjus sempre esteve na linha de frente contra essa decisão arbitrária e ilegal do Conselho Nacional de Justiça. Mas, surpreendentemente, o Sindjus tem recebido denúncias de que alguns juízes em comarcas do interior estão disseminando que o nosso sindicato é responsável por esta decisão do CNJ. Essa conduta inescrupulosa e as calúnias destas pessoas serão combatidas judicialmente com firmeza pelo Sindjus“, esclareceu Aníbal Lins.

 

 

 

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