Convidadas pela Fenajud, 17 entidades e mais de trinta lideranças estiveram presentes no auditório da CSPB em Brasília nesta quarta-feira, 16, para discutir estratégias de mobilização nacional em defesa da jornada de 6h dos servidores do Poder Judiciário. A jornada de 6h está ameaçada com a edição da Resolução 88/09 do CNJ que aumenta a jornada de trabalho dos servidores do Judiciário Nacional de 6 para 7 horas em único turno ou 8 horas em dois turnos.

 

Como resultado da reunião, as entidades elaboraram e assinaram uma carta aberta com um pedido dirigido ao CNJ de audiência pública ou consulta pública em caráter de urgência e precedida de qualquer publicação sobre a matéria. Além dos documentos assinados na reunião ficou acertado que o dia 21 de outubro será considerado o DIA NACIONAL DE LUTAS DO JUDICIÁRIO NACIONAL com paralisação das atividades em todas as unidades da Federação e ato público em Brasília.

 

Paralelo o ato em Brasília, as entidades por meio da Fenajud solicitarão à Câmara dos Deputados uma audiência pública para tratar da Resolução do CNJ, PEC 190/07 e demais condições de trabalho dos trabalhadores do Judiciário Nacional.As entidades reafirmaram a importância da luta das entidades representando os trabalhadores em prol da manutenção dos direitos e da defesa dos princípios constitucionais que regem a Administração Pública, o concurso público, extinção dos cargos comissionados, além de apoiar as boas práticas e ações o CNJ à exceção daquelas que são prejudiciais à categoria.

 

ASSEMBLÉIA GERAL DO SINDJUS

 

A diretoria do Sindjus convida todos os servidores para uma Assembléia Geral no dia 10 outubro, sábado, para ratificar a participação dos trabalhadores do Tribunal de Justiça do Maranhão na luta nacional em defesa da jornada de 6h.

 

Além disso, a assembléia geral servirar também para avaliar o resultado das negociações do Sindjus com a Comissão composta pelos Desembargadores Jamil Gedeon Neto, Cleones Cunha e Lourival Serejo sobre a pauta de reivindicações da greve de agosto.

 

 

 

 

                                                         CARTA DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO NACIONAL

 

                                                     Em defesa da classe trabalhadora e contra a Resolução 88/2009 do CNJ

 

Reunidos em Brasília no dia 16 de setembro de 2009, a CSPB – Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, a FENAJUD – Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados, o SERJAL (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Alagoas), o SINSPJAC (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Acre), o SINJAP (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Amapá), o SINPOJUD/SINTAJ ((Sindicatos dos Servidores do Judiciário da Bahia), o SINDJUDICIÁRIO (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Espírito Santo), o SINDJUSTIÇA (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Goiás), o SINDJUS-MA (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Maranhão), o SINDIJUS-MS (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Mato Grosso do Sul), o SERJUSMIG ((Sindicato dos Servidores da 1ª Instância do Judiciário de Minas Gerais), o SINJUS-MG (Sindicato dos Servidores da 2ª Instância do Judiciário de Minas Gerais), o SINJEP-PB (Sindicato dos Servidores do Judiciário da Paraíba), a ASTAJ-PB (Associação dos Técnicos, Auxiliares e Analistas Judiciários do Estado da Paraíba), o SINDIJUS-PR (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Paraná), o SINTJURR (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Roraima), o SINDJUDPE (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Pernambuco, o SISJERN ((Sindicato dos Servidores do Judiciário do Rio Grande do Norte), por seus representantes abaixo-assinados, se mostram preocupados com a deliberação do CNJ – Conselho Nacional de Justiça, em sua sessão ordinária de 08 de setembro de 2009, que aprovou uma Resolução (noticiada e ainda não publicada) aumentando a jornada de trabalho dos servidores do Judiciário Nacional para 7 horas em turno ininterrupto ou para 8 horas em dois turnos.

 

A deliberação do CNJ contraria a luta histórica dos trabalhadores do setor público e também da iniciativa privada pela redução da jornada de trabalho, tanto que dos 26 estados e o Distrito Federal a maioria absoluta dos trabalhadores do Judiciário tem garantida a carga horária de 6 horas sem prejuízo ao jurisdicionado já que o expediente forense nos estados continua acontecendo de forma ininterrupta, logo, não fere ao interesse público ou à prestação jurisdicional a teor do que decidiu o CNJ nos PCA’s 77, 80, 81, 82 e 83. Pelo contrário, a carga horária de 6 horas se revela mais adequada, aumentando comprovadamente a qualificação e eficiência dos serviços prestados, em atendimento aos princípios que regem a Administração Pública e dentro dos limites estabelecidos pela Constituição Federal (vide precedentes do CNJ e resoluções do STJ e CJF, por exemplo).

 

A jornada de trabalho de 6 horas além de ser mais produtiva e favorável à saúde do trabalhador, oportuniza aos servidores condições para a qualificação e consequentemente melhora o atendimento à população. Acreditamos que a aprovação da PEC 190/07 e, por conseguinte, a elaboração do Estatuto dos Servidores do Judiciário Nacional atenderá não somente as pretensões do CNJ de unificação de procedimentos e normas, como também o anseio de todos os trabalhadores. O estabelecimento de metas para cumprimento em prazos exíguos, incompatíveis com as condições de trabalho, com sobrecarga, em detrimento da dignidade e saúde dos trabalhadores por si só não torna a prestação jurisdicional de forma qualitativa como deseja o Judiciário e, por conseguinte, a sociedade. Algumas boas práticas e ações de política de reforma do Judiciário – apesar de terem sido elaboradas à revelia da classe trabalhadora -, ao passo que conta com o apoio das entidades representativas, outras são por demais prejudiciais aos nossos avanços e garantias.

 

Assim, os trabalhadores do Judiciário Nacional decidiram realizar em 21 de outubro de 2009 o DIA NACIONAL DE LUTAS, com paralisação das atividades e ato público em todas as unidades da Federação, em defesa dos princípios da moralidade e da transparência na Administração Pública, do concurso público e pela extinção dos cargos comissionados, além da garantia dos direitos dos trabalhadores do Judiciário.

 

FENAJUD – Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados

 

CSPB – Confederação dos Servidores Públicos do Brasil

 

SERJAL -Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Alagoas

 

SINSPJAC - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Acre

 

SINJAP - Sindicato dos Servidores do Judiciário do Estado do Amapá

 

SINPOJUD - Sindicato dos Servidores do Judiciário do Estado da Bahia

 

SINDJUDICIÁRIO – Sind. dos Serv. do Poder Jud. do Estado do Espírito Santo

 

SINDJUSTIÇA – Sind. dos Servidores e Serventuários do Judiciário de Goiás

 

SINDJUS-MA – Sind. dos Servidores do Poder Judiciário do Est. do Maranhão

 

SINDIJUS-MS - Sindicato dos Trab. do Poder Judiciário do Mato G. do Sul

 

SERJUSMIG - Sindicato dos Serv. da Justiça de 1ª Instância do Jud. de Minas Gerais

 

SINJUS-MG - Sindicato dos Serv. da Justiça de 2ª Inst. do Est. de Minas Gerais

 

SINJEP-PB - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Est. da Paraíba

 

ASTAJ-PB – Assoc. dos Técnicos, Aux. e Analistas Jud. do Estado da Paraíba

 

SINDIJUS-PR – Sind. dos Servidores do Poder Judiciário do Est. do Paraná

 

SINTJURR – Sindicato dos Trab. do Poder Jud., Legislativo, MP, Trib. Contas do Estado de Roraima

 

SINDJUDPE – Sind. dos Servidores do Poder Jud. do Estado de Pernambuco

 

SINTAJ – Sind. dos Serviços Auxiliares do Poder Jud. do Estado da Bahia

 

SISJERN – Sind. dos Serv. do Poder Judiciário do Estado do Rio G. do Norte

 

 

 

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Como resultado da reunião, as entidades elaboraram e assinaram uma carta aberta com um pedido dirigido ao CNJ de audiência pública ou consulta pública em caráter de urgência e precedida de qualquer publicação sobre a matéria. Além dos documentos assinados na reunião ficou acertado que o dia 21 de outubro será considerado o DIA NACIONAL DE LUTAS DO JUDICIÁRIO NACIONAL com paralisação das atividades em todas as unidades da Federação e ato público em Brasília.

 

Paralelo o ato em Brasília, as entidades por meio da Fenajud solicitarão à Câmara dos Deputados uma audiência pública para tratar da Resolução do CNJ, PEC 190/07 e demais condições de trabalho dos trabalhadores do Judiciário Nacional.As entidades reafirmaram a importância da luta das entidades representando os trabalhadores em prol da manutenção dos direitos e da defesa dos princípios constitucionais que regem a Administração Pública, o concurso público, extinção dos cargos comissionados, além de apoiar as boas práticas e ações o CNJ à exceção daquelas que são prejudiciais à categoria.

 

ASSEMBLÉIA GERAL DO SINDJUS

 

A diretoria do Sindjus convida todos os servidores para uma Assembléia Geral no dia 10 outubro, sábado, para ratificar a participação dos trabalhadores do Tribunal de Justiça do Maranhão na luta nacional em defesa da jornada de 6h.

 

Além disso, a assembléia geral servirar também para avaliar o resultado das negociações do Sindjus com a Comissão composta pelos Desembargadores Jamil Gedeon Neto, Cleones Cunha e Lourival Serejo sobre a pauta de reivindicações da greve de agosto.

 

 

 

 

                                                         CARTA DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO NACIONAL

 

                                                     Em defesa da classe trabalhadora e contra a Resolução 88/2009 do CNJ

 

Reunidos em Brasília no dia 16 de setembro de 2009, a CSPB – Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, a FENAJUD – Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados, o SERJAL (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Alagoas), o SINSPJAC (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Acre), o SINJAP (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Amapá), o SINPOJUD/SINTAJ ((Sindicatos dos Servidores do Judiciário da Bahia), o SINDJUDICIÁRIO (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Espírito Santo), o SINDJUSTIÇA (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Goiás), o SINDJUS-MA (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Maranhão), o SINDIJUS-MS (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Mato Grosso do Sul), o SERJUSMIG ((Sindicato dos Servidores da 1ª Instância do Judiciário de Minas Gerais), o SINJUS-MG (Sindicato dos Servidores da 2ª Instância do Judiciário de Minas Gerais), o SINJEP-PB (Sindicato dos Servidores do Judiciário da Paraíba), a ASTAJ-PB (Associação dos Técnicos, Auxiliares e Analistas Judiciários do Estado da Paraíba), o SINDIJUS-PR (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Paraná), o SINTJURR (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Roraima), o SINDJUDPE (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Pernambuco, o SISJERN ((Sindicato dos Servidores do Judiciário do Rio Grande do Norte), por seus representantes abaixo-assinados, se mostram preocupados com a deliberação do CNJ – Conselho Nacional de Justiça, em sua sessão ordinária de 08 de setembro de 2009, que aprovou uma Resolução (noticiada e ainda não publicada) aumentando a jornada de trabalho dos servidores do Judiciário Nacional para 7 horas em turno ininterrupto ou para 8 horas em dois turnos.

 

A deliberação do CNJ contraria a luta histórica dos trabalhadores do setor público e também da iniciativa privada pela redução da jornada de trabalho, tanto que dos 26 estados e o Distrito Federal a maioria absoluta dos trabalhadores do Judiciário tem garantida a carga horária de 6 horas sem prejuízo ao jurisdicionado já que o expediente forense nos estados continua acontecendo de forma ininterrupta, logo, não fere ao interesse público ou à prestação jurisdicional a teor do que decidiu o CNJ nos PCA’s 77, 80, 81, 82 e 83. Pelo contrário, a carga horária de 6 horas se revela mais adequada, aumentando comprovadamente a qualificação e eficiência dos serviços prestados, em atendimento aos princípios que regem a Administração Pública e dentro dos limites estabelecidos pela Constituição Federal (vide precedentes do CNJ e resoluções do STJ e CJF, por exemplo).

 

A jornada de trabalho de 6 horas além de ser mais produtiva e favorável à saúde do trabalhador, oportuniza aos servidores condições para a qualificação e consequentemente melhora o atendimento à população. Acreditamos que a aprovação da PEC 190/07 e, por conseguinte, a elaboração do Estatuto dos Servidores do Judiciário Nacional atenderá não somente as pretensões do CNJ de unificação de procedimentos e normas, como também o anseio de todos os trabalhadores. O estabelecimento de metas para cumprimento em prazos exíguos, incompatíveis com as condições de trabalho, com sobrecarga, em detrimento da dignidade e saúde dos trabalhadores por si só não torna a prestação jurisdicional de forma qualitativa como deseja o Judiciário e, por conseguinte, a sociedade. Algumas boas práticas e ações de política de reforma do Judiciário – apesar de terem sido elaboradas à revelia da classe trabalhadora -, ao passo que conta com o apoio das entidades representativas, outras são por demais prejudiciais aos nossos avanços e garantias.

 

Assim, os trabalhadores do Judiciário Nacional decidiram realizar em 21 de outubro de 2009 o DIA NACIONAL DE LUTAS, com paralisação das atividades e ato público em todas as unidades da Federação, em defesa dos princípios da moralidade e da transparência na Administração Pública, do concurso público e pela extinção dos cargos comissionados, além da garantia dos direitos dos trabalhadores do Judiciário.

 

FENAJUD – Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados

 

CSPB – Confederação dos Servidores Públicos do Brasil

 

SERJAL -Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Alagoas

 

SINSPJAC - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Acre

 

SINJAP - Sindicato dos Servidores do Judiciário do Estado do Amapá

 

SINPOJUD - Sindicato dos Servidores do Judiciário do Estado da Bahia

 

SINDJUDICIÁRIO – Sind. dos Serv. do Poder Jud. do Estado do Espírito Santo

 

SINDJUSTIÇA – Sind. dos Servidores e Serventuários do Judiciário de Goiás

 

SINDJUS-MA – Sind. dos Servidores do Poder Judiciário do Est. do Maranhão

 

SINDIJUS-MS - Sindicato dos Trab. do Poder Judiciário do Mato G. do Sul

 

SERJUSMIG - Sindicato dos Serv. da Justiça de 1ª Instância do Jud. de Minas Gerais

 

SINJUS-MG - Sindicato dos Serv. da Justiça de 2ª Inst. do Est. de Minas Gerais

 

SINJEP-PB - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Est. da Paraíba

 

ASTAJ-PB – Assoc. dos Técnicos, Aux. e Analistas Jud. do Estado da Paraíba

 

SINDIJUS-PR – Sind. dos Servidores do Poder Judiciário do Est. do Paraná

 

SINTJURR – Sindicato dos Trab. do Poder Jud., Legislativo, MP, Trib. Contas do Estado de Roraima

 

SINDJUDPE – Sind. dos Servidores do Poder Jud. do Estado de Pernambuco

 

SINTAJ – Sind. dos Serviços Auxiliares do Poder Jud. do Estado da Bahia

 

SISJERN – Sind. dos Serv. do Poder Judiciário do Estado do Rio G. do Norte

 

 

 

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Sindjus e mais 16 entidades solicitam audiência no CNJ para defender jornada de 6h

16/09/2009 | 00:00 - matéria visualizada 319 vezes

Convidadas pela Fenajud, 17 entidades e mais de trinta lideranças estiveram presentes no auditório da CSPB em Brasília nesta quarta-feira, 16, para discutir estratégias de mobilização nacional em defesa da jornada de 6h dos servidores do Poder Judiciário. A jornada de 6h está ameaçada com a edição da Resolução 88/09 do CNJ que aumenta a jornada de trabalho dos servidores do Judiciário Nacional de 6 para 7 horas em único turno ou 8 horas em dois turnos.

 

Como resultado da reunião, as entidades elaboraram e assinaram uma carta aberta com um pedido dirigido ao CNJ de audiência pública ou consulta pública em caráter de urgência e precedida de qualquer publicação sobre a matéria. Além dos documentos assinados na reunião ficou acertado que o dia 21 de outubro será considerado o DIA NACIONAL DE LUTAS DO JUDICIÁRIO NACIONAL com paralisação das atividades em todas as unidades da Federação e ato público em Brasília.

 

Paralelo o ato em Brasília, as entidades por meio da Fenajud solicitarão à Câmara dos Deputados uma audiência pública para tratar da Resolução do CNJ, PEC 190/07 e demais condições de trabalho dos trabalhadores do Judiciário Nacional.As entidades reafirmaram a importância da luta das entidades representando os trabalhadores em prol da manutenção dos direitos e da defesa dos princípios constitucionais que regem a Administração Pública, o concurso público, extinção dos cargos comissionados, além de apoiar as boas práticas e ações o CNJ à exceção daquelas que são prejudiciais à categoria.

 

ASSEMBLÉIA GERAL DO SINDJUS

 

A diretoria do Sindjus convida todos os servidores para uma Assembléia Geral no dia 10 outubro, sábado, para ratificar a participação dos trabalhadores do Tribunal de Justiça do Maranhão na luta nacional em defesa da jornada de 6h.

 

Além disso, a assembléia geral servirar também para avaliar o resultado das negociações do Sindjus com a Comissão composta pelos Desembargadores Jamil Gedeon Neto, Cleones Cunha e Lourival Serejo sobre a pauta de reivindicações da greve de agosto.

 

 

 

 

                                                         CARTA DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO NACIONAL

 

                                                     Em defesa da classe trabalhadora e contra a Resolução 88/2009 do CNJ

 

Reunidos em Brasília no dia 16 de setembro de 2009, a CSPB – Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, a FENAJUD – Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados, o SERJAL (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Alagoas), o SINSPJAC (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Acre), o SINJAP (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Amapá), o SINPOJUD/SINTAJ ((Sindicatos dos Servidores do Judiciário da Bahia), o SINDJUDICIÁRIO (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Espírito Santo), o SINDJUSTIÇA (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Goiás), o SINDJUS-MA (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Maranhão), o SINDIJUS-MS (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Mato Grosso do Sul), o SERJUSMIG ((Sindicato dos Servidores da 1ª Instância do Judiciário de Minas Gerais), o SINJUS-MG (Sindicato dos Servidores da 2ª Instância do Judiciário de Minas Gerais), o SINJEP-PB (Sindicato dos Servidores do Judiciário da Paraíba), a ASTAJ-PB (Associação dos Técnicos, Auxiliares e Analistas Judiciários do Estado da Paraíba), o SINDIJUS-PR (Sindicato dos Servidores do Judiciário do Paraná), o SINTJURR (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Roraima), o SINDJUDPE (Sindicato dos Servidores do Judiciário de Pernambuco, o SISJERN ((Sindicato dos Servidores do Judiciário do Rio Grande do Norte), por seus representantes abaixo-assinados, se mostram preocupados com a deliberação do CNJ – Conselho Nacional de Justiça, em sua sessão ordinária de 08 de setembro de 2009, que aprovou uma Resolução (noticiada e ainda não publicada) aumentando a jornada de trabalho dos servidores do Judiciário Nacional para 7 horas em turno ininterrupto ou para 8 horas em dois turnos.

 

A deliberação do CNJ contraria a luta histórica dos trabalhadores do setor público e também da iniciativa privada pela redução da jornada de trabalho, tanto que dos 26 estados e o Distrito Federal a maioria absoluta dos trabalhadores do Judiciário tem garantida a carga horária de 6 horas sem prejuízo ao jurisdicionado já que o expediente forense nos estados continua acontecendo de forma ininterrupta, logo, não fere ao interesse público ou à prestação jurisdicional a teor do que decidiu o CNJ nos PCA’s 77, 80, 81, 82 e 83. Pelo contrário, a carga horária de 6 horas se revela mais adequada, aumentando comprovadamente a qualificação e eficiência dos serviços prestados, em atendimento aos princípios que regem a Administração Pública e dentro dos limites estabelecidos pela Constituição Federal (vide precedentes do CNJ e resoluções do STJ e CJF, por exemplo).

 

A jornada de trabalho de 6 horas além de ser mais produtiva e favorável à saúde do trabalhador, oportuniza aos servidores condições para a qualificação e consequentemente melhora o atendimento à população. Acreditamos que a aprovação da PEC 190/07 e, por conseguinte, a elaboração do Estatuto dos Servidores do Judiciário Nacional atenderá não somente as pretensões do CNJ de unificação de procedimentos e normas, como também o anseio de todos os trabalhadores. O estabelecimento de metas para cumprimento em prazos exíguos, incompatíveis com as condições de trabalho, com sobrecarga, em detrimento da dignidade e saúde dos trabalhadores por si só não torna a prestação jurisdicional de forma qualitativa como deseja o Judiciário e, por conseguinte, a sociedade. Algumas boas práticas e ações de política de reforma do Judiciário – apesar de terem sido elaboradas à revelia da classe trabalhadora -, ao passo que conta com o apoio das entidades representativas, outras são por demais prejudiciais aos nossos avanços e garantias.

 

Assim, os trabalhadores do Judiciário Nacional decidiram realizar em 21 de outubro de 2009 o DIA NACIONAL DE LUTAS, com paralisação das atividades e ato público em todas as unidades da Federação, em defesa dos princípios da moralidade e da transparência na Administração Pública, do concurso público e pela extinção dos cargos comissionados, além da garantia dos direitos dos trabalhadores do Judiciário.

 

FENAJUD – Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados

 

CSPB – Confederação dos Servidores Públicos do Brasil

 

SERJAL -Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Alagoas

 

SINSPJAC - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Acre

 

SINJAP - Sindicato dos Servidores do Judiciário do Estado do Amapá

 

SINPOJUD - Sindicato dos Servidores do Judiciário do Estado da Bahia

 

SINDJUDICIÁRIO – Sind. dos Serv. do Poder Jud. do Estado do Espírito Santo

 

SINDJUSTIÇA – Sind. dos Servidores e Serventuários do Judiciário de Goiás

 

SINDJUS-MA – Sind. dos Servidores do Poder Judiciário do Est. do Maranhão

 

SINDIJUS-MS - Sindicato dos Trab. do Poder Judiciário do Mato G. do Sul

 

SERJUSMIG - Sindicato dos Serv. da Justiça de 1ª Instância do Jud. de Minas Gerais

 

SINJUS-MG - Sindicato dos Serv. da Justiça de 2ª Inst. do Est. de Minas Gerais

 

SINJEP-PB - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Est. da Paraíba

 

ASTAJ-PB – Assoc. dos Técnicos, Aux. e Analistas Jud. do Estado da Paraíba

 

SINDIJUS-PR – Sind. dos Servidores do Poder Judiciário do Est. do Paraná

 

SINTJURR – Sindicato dos Trab. do Poder Jud., Legislativo, MP, Trib. Contas do Estado de Roraima

 

SINDJUDPE – Sind. dos Servidores do Poder Jud. do Estado de Pernambuco

 

SINTAJ – Sind. dos Serviços Auxiliares do Poder Jud. do Estado da Bahia

 

SISJERN – Sind. dos Serv. do Poder Judiciário do Estado do Rio G. do Norte

 

 

 

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