Dessas 113 investigações 16 são relativas aos magistrados da Justiça Estadual maranhense. Todas sob sigilo do CNJ. O conselho tem recorrido até a expedientes de polícia, como análise de variação patrimonial e de movimentações financeiras dos juízes. Das 113 abertas neste ano, dez já se transformaram em processos administrativos disciplinares, que podem custar o direito de usar a toga dos investigados.

Se há suspeita de corrupção, a corregedoria conta com o auxílio da Receita Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). “O CNJ se consolidou como o grande interlocutor da sociedade com o Judiciário e vem adotando medidas drásticas quando se trata de infrações disciplinares ou desvios de conduta”, declarou Dipp.

Sob o comando corregedor Gilson Dipp, de setembro de 2008 a setembro deste ano a corregedoria do CNJ abriu 5.358 procedimentos para apurar desvios de toda ordem no sistema judiciário brasileiro, desde falhas processuais e administrativas até venda de sentenças.Os processos no conselho surgem de várias maneiras. As investigações podem começar, de uma denúncias que qualquer cidadão ao CNJ. Quando há indícios para instaurar sindicância, o conselho inicia a apuração, como um inquérito policial.

Já foram afastados magistrados dos Tribunais de Justiça. nos estados da Bahia (3), dois por venda de sentenças; no Amazonas (3) dois por favorecimento a um político; na Paraíba (1) fraudes com precatórios. Na Justiça Federal e na do Trabalho, a corregedoria do CNJ também já alcançou alguns magistrados. No Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre um foi afastado. Na Justiça do Trabalho foram outros dois, ambos aposentados compulsoriamente.

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Dessas 113 investigações 16 são relativas aos magistrados da Justiça Estadual maranhense. Todas sob sigilo do CNJ. O conselho tem recorrido até a expedientes de polícia, como análise de variação patrimonial e de movimentações financeiras dos juízes. Das 113 abertas neste ano, dez já se transformaram em processos administrativos disciplinares, que podem custar o direito de usar a toga dos investigados.

Se há suspeita de corrupção, a corregedoria conta com o auxílio da Receita Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). “O CNJ se consolidou como o grande interlocutor da sociedade com o Judiciário e vem adotando medidas drásticas quando se trata de infrações disciplinares ou desvios de conduta”, declarou Dipp.

Sob o comando corregedor Gilson Dipp, de setembro de 2008 a setembro deste ano a corregedoria do CNJ abriu 5.358 procedimentos para apurar desvios de toda ordem no sistema judiciário brasileiro, desde falhas processuais e administrativas até venda de sentenças.Os processos no conselho surgem de várias maneiras. As investigações podem começar, de uma denúncias que qualquer cidadão ao CNJ. Quando há indícios para instaurar sindicância, o conselho inicia a apuração, como um inquérito policial.

Já foram afastados magistrados dos Tribunais de Justiça. nos estados da Bahia (3), dois por venda de sentenças; no Amazonas (3) dois por favorecimento a um político; na Paraíba (1) fraudes com precatórios. Na Justiça Federal e na do Trabalho, a corregedoria do CNJ também já alcançou alguns magistrados. No Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre um foi afastado. Na Justiça do Trabalho foram outros dois, ambos aposentados compulsoriamente.

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Investigações a magistrados crescem 653% no CNJ

18/10/2009 | 00:00 - matéria visualizada 328 vezes

Em 2008 apenas 15 sindicâncias foram abertas para apurar desvios éticos e disciplinares de magistrados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Este ano, já somam 113 as investigações de juízes e desembargadores suspeitos de corrupção, instauradas pela Corregedoria Nacional do CNJ, um crescimento de 653%.

Dessas 113 investigações 16 são relativas aos magistrados da Justiça Estadual maranhense. Todas sob sigilo do CNJ. O conselho tem recorrido até a expedientes de polícia, como análise de variação patrimonial e de movimentações financeiras dos juízes. Das 113 abertas neste ano, dez já se transformaram em processos administrativos disciplinares, que podem custar o direito de usar a toga dos investigados.

Se há suspeita de corrupção, a corregedoria conta com o auxílio da Receita Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). “O CNJ se consolidou como o grande interlocutor da sociedade com o Judiciário e vem adotando medidas drásticas quando se trata de infrações disciplinares ou desvios de conduta”, declarou Dipp.

Sob o comando corregedor Gilson Dipp, de setembro de 2008 a setembro deste ano a corregedoria do CNJ abriu 5.358 procedimentos para apurar desvios de toda ordem no sistema judiciário brasileiro, desde falhas processuais e administrativas até venda de sentenças.Os processos no conselho surgem de várias maneiras. As investigações podem começar, de uma denúncias que qualquer cidadão ao CNJ. Quando há indícios para instaurar sindicância, o conselho inicia a apuração, como um inquérito policial.

Já foram afastados magistrados dos Tribunais de Justiça. nos estados da Bahia (3), dois por venda de sentenças; no Amazonas (3) dois por favorecimento a um político; na Paraíba (1) fraudes com precatórios. Na Justiça Federal e na do Trabalho, a corregedoria do CNJ também já alcançou alguns magistrados. No Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre um foi afastado. Na Justiça do Trabalho foram outros dois, ambos aposentados compulsoriamente.

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