Na última sexta-feira, 23, o corregedor Jamil Gedeon comprometeu-se de marcar uma nova reunião entre a comissão de desembargadores e os representantes do Sindjus para esta quarta-feira, 28. Nessa reunião, os desembargadores apresentariam uma proposta concreta da comissão para as reivindicações dos trabalhadores.

Mesmo sem que a reunião tenha sido confirmada os representantes do Sindjus informam que estarão hoje na sede da CGJ para conversar com a comissão de desembargadores e conseguir uma posição concreta a respeito das negociações. Isto porque não existem mais condições de protelar essas definições, já que os servidores esperam uma proposta para ser avaliada no próximo sábado, dia da assembléia geral do Sindjus.

Além disso, o presidente do TJMA, desembargador Raimundo Cutrim, autorizou a comissão a ter total liberdade para negociar com o Sindjus as pendências da greve de agosto. Portanto, não há motivos para esperar a eleição de um novo presidente no TJMA, ou mesmo a decisão do STF sobre a jornada de trabalho dos servidores. Até porque o Sindjus pediu para a comissão apresentar duas propostas, uma que contemple a nova planilha de salários com o aumento da jornada para 8h e outra com a manutenção da atual jornada de 6h.

A diretoria do Sindjus informa ainda que, caso não haja nenhuma proposta da comissão hoje para solucionar as pendências da greve, os servidores estarão convocados a boicotar a programação do TJMA em comemoração ao dia do funcionário público. Pois, não há motivos para comemorar essa data já que os servidores estão sendo penalizados pelo TJMA, que não atende as reivindicações da categoria, mas privilegia os interesses de magistrados e desembargadores. Os servidores também estarão convocados a avaliar essa situação e tomar uma postura definitiva na assembléia geral do Sindjus.

Amanhã, os oficiais de justiça também estão convocados para uma reunião setorial na próxima sexta-feira, 30, na sede do sindicato, a partir das 10h, para discutir o projeto do novo auxílio transporte, tendo em vista que o projeto deverá ser votado na sessão do Pleno da próxima quarta-feira. Na oportunidade, também serão discutidos outros assuntos de interesse da categoria.

Vagas de desembargador

Mais uma vez o projeto de lei de autoria do TJMA que cria 3 novas vagas de desembargador não foi votado pela Assembléia Legislativa do Maranhão na sessão desta quarta-feira, 28, nem será mais votado essa semana. A mobilização dos servidores para que a Assembléia Legislativa do Maranhão não aprove o projeto continua. Paralelo a isso, o Sindjus trabalha para que o Conselho Nacional de Justiça decida nos próximos dias pela suspensão da criação dessas vagas até que sejam cumpridas pelo TJMA as recomendações do relatório de inspeção da Corregedoria do CNJ e que sejam pagos os adicionais de insalubridade.  

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Mesmo sem que a reunião tenha sido confirmada os representantes do Sindjus informam que estarão hoje na sede da CGJ para conversar com a comissão de desembargadores e conseguir uma posição concreta a respeito das negociações. Isto porque não existem mais condições de protelar essas definições, já que os servidores esperam uma proposta para ser avaliada no próximo sábado, dia da assembléia geral do Sindjus.

Além disso, o presidente do TJMA, desembargador Raimundo Cutrim, autorizou a comissão a ter total liberdade para negociar com o Sindjus as pendências da greve de agosto. Portanto, não há motivos para esperar a eleição de um novo presidente no TJMA, ou mesmo a decisão do STF sobre a jornada de trabalho dos servidores. Até porque o Sindjus pediu para a comissão apresentar duas propostas, uma que contemple a nova planilha de salários com o aumento da jornada para 8h e outra com a manutenção da atual jornada de 6h.

A diretoria do Sindjus informa ainda que, caso não haja nenhuma proposta da comissão hoje para solucionar as pendências da greve, os servidores estarão convocados a boicotar a programação do TJMA em comemoração ao dia do funcionário público. Pois, não há motivos para comemorar essa data já que os servidores estão sendo penalizados pelo TJMA, que não atende as reivindicações da categoria, mas privilegia os interesses de magistrados e desembargadores. Os servidores também estarão convocados a avaliar essa situação e tomar uma postura definitiva na assembléia geral do Sindjus.

Amanhã, os oficiais de justiça também estão convocados para uma reunião setorial na próxima sexta-feira, 30, na sede do sindicato, a partir das 10h, para discutir o projeto do novo auxílio transporte, tendo em vista que o projeto deverá ser votado na sessão do Pleno da próxima quarta-feira. Na oportunidade, também serão discutidos outros assuntos de interesse da categoria.

Vagas de desembargador

Mais uma vez o projeto de lei de autoria do TJMA que cria 3 novas vagas de desembargador não foi votado pela Assembléia Legislativa do Maranhão na sessão desta quarta-feira, 28, nem será mais votado essa semana. A mobilização dos servidores para que a Assembléia Legislativa do Maranhão não aprove o projeto continua. Paralelo a isso, o Sindjus trabalha para que o Conselho Nacional de Justiça decida nos próximos dias pela suspensão da criação dessas vagas até que sejam cumpridas pelo TJMA as recomendações do relatório de inspeção da Corregedoria do CNJ e que sejam pagos os adicionais de insalubridade.  

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Última chance para as negociações

28/10/2009 | 00:00 - matéria visualizada 316 vezes

Na última sexta-feira, 23, o corregedor Jamil Gedeon comprometeu-se de marcar uma nova reunião entre a comissão de desembargadores e os representantes do Sindjus para esta quarta-feira, 28. Nessa reunião, os desembargadores apresentariam uma proposta concreta da comissão para as reivindicações dos trabalhadores.

Mesmo sem que a reunião tenha sido confirmada os representantes do Sindjus informam que estarão hoje na sede da CGJ para conversar com a comissão de desembargadores e conseguir uma posição concreta a respeito das negociações. Isto porque não existem mais condições de protelar essas definições, já que os servidores esperam uma proposta para ser avaliada no próximo sábado, dia da assembléia geral do Sindjus.

Além disso, o presidente do TJMA, desembargador Raimundo Cutrim, autorizou a comissão a ter total liberdade para negociar com o Sindjus as pendências da greve de agosto. Portanto, não há motivos para esperar a eleição de um novo presidente no TJMA, ou mesmo a decisão do STF sobre a jornada de trabalho dos servidores. Até porque o Sindjus pediu para a comissão apresentar duas propostas, uma que contemple a nova planilha de salários com o aumento da jornada para 8h e outra com a manutenção da atual jornada de 6h.

A diretoria do Sindjus informa ainda que, caso não haja nenhuma proposta da comissão hoje para solucionar as pendências da greve, os servidores estarão convocados a boicotar a programação do TJMA em comemoração ao dia do funcionário público. Pois, não há motivos para comemorar essa data já que os servidores estão sendo penalizados pelo TJMA, que não atende as reivindicações da categoria, mas privilegia os interesses de magistrados e desembargadores. Os servidores também estarão convocados a avaliar essa situação e tomar uma postura definitiva na assembléia geral do Sindjus.

Amanhã, os oficiais de justiça também estão convocados para uma reunião setorial na próxima sexta-feira, 30, na sede do sindicato, a partir das 10h, para discutir o projeto do novo auxílio transporte, tendo em vista que o projeto deverá ser votado na sessão do Pleno da próxima quarta-feira. Na oportunidade, também serão discutidos outros assuntos de interesse da categoria.

Vagas de desembargador

Mais uma vez o projeto de lei de autoria do TJMA que cria 3 novas vagas de desembargador não foi votado pela Assembléia Legislativa do Maranhão na sessão desta quarta-feira, 28, nem será mais votado essa semana. A mobilização dos servidores para que a Assembléia Legislativa do Maranhão não aprove o projeto continua. Paralelo a isso, o Sindjus trabalha para que o Conselho Nacional de Justiça decida nos próximos dias pela suspensão da criação dessas vagas até que sejam cumpridas pelo TJMA as recomendações do relatório de inspeção da Corregedoria do CNJ e que sejam pagos os adicionais de insalubridade.  

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