Nesta segunda-feira, 19, a greve dos servidores da Justiça de Tocantins completa 70 dias de duração. Na semana passada, na sessão do Pleno Administrativo que deveria ter votado o relatório elaborado pela Comissão Especial, criada pela presidência do TJ-TO para estabelecer a isonomia entre os servidores da 1ª e 2ª Instâncias, acabou sendo substituída pela proposta de criação de uma comissão de estudos, que visa elaborar um novo PCCS -Plano de Cargos, Carreiras e Salários.

 

 

Na sessão, o Presidente do SINSJUSTO, José Carlos Pereira, em questão de ordem, pediu o uso da palavra para defender a posição dos servidores. Porém teve negado o pedido, sumariamente.  A negativa de explanação acabou por emocionar servidores em plenário, pois, naquele ato, reconheceram a forma impositiva e nada democrática como os servidores são tratados na defesa de seus direitos.  

 

 

A intenção de utilizar a palavra em plenário tinha o objetivo de ratificar o posicionamento da classe, segundo o qual a revisão/e ou criação de um novo plano é o melhor caminho para se superar as desigualdades hoje existentes. Porém o êxito da pretensão só será alcançado a partir do estabelecimento da igualdade salarial entre os seguimentos de servidores hoje penalizados. Qualquer outra hipótese de estudo, levará a categoria a novamente protestar e reivindicar com a mesma determinação e coragem, próprias dos servidores da Justiça, retomando o movimento.

 

 

Em seguida, a presidente do TJ-TO se dirigiu até seu gabinete, onde membros da diretoria do SINSJUSTO e OAB, além de servidores, se reuniriam. Após vários depoimentos, foi lavrada uma ata que tem como principal propositura a criação de uma comissão, após o fim da greve e com a garantia do retorno dos servidores ao trabalho, para elaboração da revisão/e ou criação de um novo PCCV. O prazo fixado para estudos, elaboração, apresentação, revisão em plenário e envio à Assembléia Legislativa, foi de 45 (quarenta e cinco) dias.

 

 

 A LAMENTAR

 

 

Além da forma como o sindicato teve negado o pedido de uso da palavra o que deixou os servidores em geral, desapontados lamentamos profundamente o posicionamento parcial adotado por membros da OAB, presentes na reunião, no gabinete da presidência do TJTO. Se não os conhecêssemos, diríamos que seriam prestadores de serviço do tribunal.

 

 

A forma parcial e tendenciosa adotada pelos membros da ordem, torna questionável a participação da entidade em pretensos estudos a serem implantados. O que se espera dos membros de uma entidade séria e respeitada como a OAB/TO, é no mínimo, a imparcialidade necessária para contribuir com a superação dos problemas salariais da categoria e, não ampliar ainda mais as graves lesões sofridas por diversos seguimentos de servidores.

 

 

Finalizada a reunião, foram colhidas as respectivas assinaturas. O SINSJUSTO aguarda para esta sexta-feira, 16, o recebimento da formatação da proposta sugerida pelo pleno do TJ e acatada pela Presidente Willamara, além da cópia da sessão plenária, para em seguida, apresentar à categoria, em assembléia geral,que decidirá se essa proposta é suficiente para o fim (ou não) da greve geral da categoria.

 

 

Diretoria do SINSJUSTO

 

 

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Na sessão, o Presidente do SINSJUSTO, José Carlos Pereira, em questão de ordem, pediu o uso da palavra para defender a posição dos servidores. Porém teve negado o pedido, sumariamente.  A negativa de explanação acabou por emocionar servidores em plenário, pois, naquele ato, reconheceram a forma impositiva e nada democrática como os servidores são tratados na defesa de seus direitos.  

 

 

A intenção de utilizar a palavra em plenário tinha o objetivo de ratificar o posicionamento da classe, segundo o qual a revisão/e ou criação de um novo plano é o melhor caminho para se superar as desigualdades hoje existentes. Porém o êxito da pretensão só será alcançado a partir do estabelecimento da igualdade salarial entre os seguimentos de servidores hoje penalizados. Qualquer outra hipótese de estudo, levará a categoria a novamente protestar e reivindicar com a mesma determinação e coragem, próprias dos servidores da Justiça, retomando o movimento.

 

 

Em seguida, a presidente do TJ-TO se dirigiu até seu gabinete, onde membros da diretoria do SINSJUSTO e OAB, além de servidores, se reuniriam. Após vários depoimentos, foi lavrada uma ata que tem como principal propositura a criação de uma comissão, após o fim da greve e com a garantia do retorno dos servidores ao trabalho, para elaboração da revisão/e ou criação de um novo PCCV. O prazo fixado para estudos, elaboração, apresentação, revisão em plenário e envio à Assembléia Legislativa, foi de 45 (quarenta e cinco) dias.

 

 

 A LAMENTAR

 

 

Além da forma como o sindicato teve negado o pedido de uso da palavra o que deixou os servidores em geral, desapontados lamentamos profundamente o posicionamento parcial adotado por membros da OAB, presentes na reunião, no gabinete da presidência do TJTO. Se não os conhecêssemos, diríamos que seriam prestadores de serviço do tribunal.

 

 

A forma parcial e tendenciosa adotada pelos membros da ordem, torna questionável a participação da entidade em pretensos estudos a serem implantados. O que se espera dos membros de uma entidade séria e respeitada como a OAB/TO, é no mínimo, a imparcialidade necessária para contribuir com a superação dos problemas salariais da categoria e, não ampliar ainda mais as graves lesões sofridas por diversos seguimentos de servidores.

 

 

Finalizada a reunião, foram colhidas as respectivas assinaturas. O SINSJUSTO aguarda para esta sexta-feira, 16, o recebimento da formatação da proposta sugerida pelo pleno do TJ e acatada pela Presidente Willamara, além da cópia da sessão plenária, para em seguida, apresentar à categoria, em assembléia geral,que decidirá se essa proposta é suficiente para o fim (ou não) da greve geral da categoria.

 

 

Diretoria do SINSJUSTO

 

 

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Greve no TJ do Tocantins completa 70 dias sem acordo

19/04/2010 | 00:00 - matéria visualizada 406 vezes

Nesta segunda-feira, 19, a greve dos servidores da Justiça de Tocantins completa 70 dias de duração. Na semana passada, na sessão do Pleno Administrativo que deveria ter votado o relatório elaborado pela Comissão Especial, criada pela presidência do TJ-TO para estabelecer a isonomia entre os servidores da 1ª e 2ª Instâncias, acabou sendo substituída pela proposta de criação de uma comissão de estudos, que visa elaborar um novo PCCS -Plano de Cargos, Carreiras e Salários.

 

 

Na sessão, o Presidente do SINSJUSTO, José Carlos Pereira, em questão de ordem, pediu o uso da palavra para defender a posição dos servidores. Porém teve negado o pedido, sumariamente.  A negativa de explanação acabou por emocionar servidores em plenário, pois, naquele ato, reconheceram a forma impositiva e nada democrática como os servidores são tratados na defesa de seus direitos.  

 

 

A intenção de utilizar a palavra em plenário tinha o objetivo de ratificar o posicionamento da classe, segundo o qual a revisão/e ou criação de um novo plano é o melhor caminho para se superar as desigualdades hoje existentes. Porém o êxito da pretensão só será alcançado a partir do estabelecimento da igualdade salarial entre os seguimentos de servidores hoje penalizados. Qualquer outra hipótese de estudo, levará a categoria a novamente protestar e reivindicar com a mesma determinação e coragem, próprias dos servidores da Justiça, retomando o movimento.

 

 

Em seguida, a presidente do TJ-TO se dirigiu até seu gabinete, onde membros da diretoria do SINSJUSTO e OAB, além de servidores, se reuniriam. Após vários depoimentos, foi lavrada uma ata que tem como principal propositura a criação de uma comissão, após o fim da greve e com a garantia do retorno dos servidores ao trabalho, para elaboração da revisão/e ou criação de um novo PCCV. O prazo fixado para estudos, elaboração, apresentação, revisão em plenário e envio à Assembléia Legislativa, foi de 45 (quarenta e cinco) dias.

 

 

 A LAMENTAR

 

 

Além da forma como o sindicato teve negado o pedido de uso da palavra o que deixou os servidores em geral, desapontados lamentamos profundamente o posicionamento parcial adotado por membros da OAB, presentes na reunião, no gabinete da presidência do TJTO. Se não os conhecêssemos, diríamos que seriam prestadores de serviço do tribunal.

 

 

A forma parcial e tendenciosa adotada pelos membros da ordem, torna questionável a participação da entidade em pretensos estudos a serem implantados. O que se espera dos membros de uma entidade séria e respeitada como a OAB/TO, é no mínimo, a imparcialidade necessária para contribuir com a superação dos problemas salariais da categoria e, não ampliar ainda mais as graves lesões sofridas por diversos seguimentos de servidores.

 

 

Finalizada a reunião, foram colhidas as respectivas assinaturas. O SINSJUSTO aguarda para esta sexta-feira, 16, o recebimento da formatação da proposta sugerida pelo pleno do TJ e acatada pela Presidente Willamara, além da cópia da sessão plenária, para em seguida, apresentar à categoria, em assembléia geral,que decidirá se essa proposta é suficiente para o fim (ou não) da greve geral da categoria.

 

 

Diretoria do SINSJUSTO

 

 

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