Na noite do sábado, 24, depois de mais de cinco horas de discussão, mais de duzentos servidores do Poder Judiciário do Estado do Maranhão, procedentes das comarcas de Arari, Humberto de Campos, Esperantinopolis, João Lisboa, Cururupu, Tutóia, Timbiras, Balsas, Bequimão, Alcântara, Timon, Balsas, Bom Jardim, Dom Pedro, Bom Jardim, Coroatá, Caxias, Imperatriz, Viana, Açailândia, Bacabal, Santa Inês, Santa Luzia, São Mateus, São Luiz Gonzaga, Chapadinha, Itapecuru-Mirim, Zé Doca, Coelho Neto, Barra do Corda, Vitorino Freire, Paulo Ramos, Pedreiras, Paço do Lumiar, Ribamar e São Luís, entre outras, decidiram condicionar o apoio da categoria à proposta de aumento da jornada de trabalho dos analistas, técnicos e auxiliares judiciários de 6 para 7 horas corridas apresentada pela administração à diretoria do Sindjus.

A proposta do TJMA consiste na correção dos salários em 33%, calculados em quatro parcelas sobre o valor vigente em março de 2009, em troca da concordância dos servidores com o aumento da jornada de trabalho de 6 para 7 horas diárias. A primeira parcela da correção seria de 4%, implantada a partir de 01 de julho de 2010, provável data do início das 7 horas. A segunda parcela seria de 8% para 1° de janeiro de 2011; 9,3% para 1° de julho de 2011 e 12% para 1° de outubro de 2011.

Porém, ate o início da assembléia geral a proposta oficial do TJMA  de correção dos salários com o aumento da jornada não foi enviada por escrito e assinada pelo presidente Jamil Gedeon ao Sindjus, e nem pelo seu representante oficial nas negociações com sindicato. Por essa razão, a categoria decidiu, por unanimidade, acautelar-se contra possíveis armadilhas da administração que venham a prejudicar a classe.

PERDAS SALARIAIS

Segundo parecer do economista do Dieese Edram Teixeira, que participou da assembléia geral a convite do Sindjus, essa proposta impõe profundas perdas salariais aos servidores, agravadas pelo acréscimo da jornada de trabalho. Entretanto, segundo o economista, essas perdas começarão a ser repostas a partir de outubro de 2011.

No caso dos analistas judiciários, a aceitação da proposta do TJMA para o aumento da jornada de trabalho para as 7 horas implicará na perda de R$ 24.175,05.  No caso dos técnicos judiciários a perda será de R$ 9.419,37 e, dos auxiliares judiciários, de R$ 7.209,82. As perdas salariais serão acumuladas até 1 outubro de 2011, data que os servidores teriam um aumento real de apenas 9,54%, como contraprestação ao aumento da jornada de trabalho. Mas para isso é preciso também que esteja garantido no acordo a reposição das perdas inflacionárias de 2011. Caso contrário, o aumento real dos salários pode ser bem menor.

A fórmula menos prejudicial aos servidores seria a alternativa, ainda não confirmada oficialmente pela presidência do TJMA, da correção dos salários em decorrência do aumento da jornada ser efetuada acumulando-se os 33% com os 4,33%, conforme demonstrado pelo economista do Dieese.

Nesta hipótese, as perdas salariais acumuladas pelos analistas judiciários, até 1 de outubro de 2011, serão da ordem de R$ 18.181,55. Para os técnicos judiciários, as perdas serão de R$ 7.084,11; e de R$ 5.422,35 para os auxiliares judiciários. A partir dessa data, os salários teriam um aumento real de 18,85%, desde que a administração garanta a reposição inflacionária do próximo ano na data base de 1 de março.

Confira aqui a íntegra do estudo salarial do Dieese apresentado na Assembleia Geral

DECISÃO

Diante do exposto, pelo voto da maioria dos presentes, os trabalhadores decidiram apoiar a proposta de aumento da jornada de trabalho de 6 para 7 horas condicionado ao TJMA apresentar formalmente o projeto de lei que contemple, no mínimo:

1) o Cenário 3 apresentado pelo economista Edram Teixeira do Dieese e que consta da tabela em anexo; 2) A garantia expressa da reposição das perdas inflacionarias de 2011, na data base de 1 de marco; 3) A total independência das ações judiciais do Sindjus em relação ao realinhamento dos salários em decorrência do aumento da jornada de trabalho.

Se estas condições mínimas não forem asseguradas num possível acordo com o TJMA, os servidores sofrerão um prejuízo irreparável. Pois, na prática, estarão aprovando uma proposta que resultará na ampliação da jornada de trabalho sem correção real dos salários. A diretoria do Sindjus buscará formalizar esse acordo com a Administração do TJMA, desde que respeitadas as condições delimitadas pela assembléia geral.

O prazo fixado para isso esgota-se na próxima sexta-feira, 30 de abril. Se atá essa data o TJMA não formalizar sua proposta e aceitar as condições mínimas apresentadas pelos servidores para o acordo, então a diretoria do sindicato deverá convocar nova assembléia geral dentro de quinze dias para discutir com os trabalhadores as medidas que a classe deverá adotar em defesa de seus direitos.

Por unanimidade, a classe deliberou apoiar incondicionalmente a luta dos motoristas contra a extinção do cargo e a ampliação da presença de empresas terceirizadas no setor de transportes do TJMA.

 

OFICIAIS DE JUSTICA

O presidente do Sindjus, Aníbal Lins, comunicou ao plenário que o sindicato deverá interpor nos próximos dias recurso ao Pleno Administrativo contra a decisão da comissão de assuntos legislativos do TJMA que indeferiu, sem qualquer possibilidade de negociação, o projeto de iniciativa da desembargadora Nelma Sarney que prevê o enquadramento do cargo de oficial de justiça na tabela de vencimentos dos demais cargos de nível superior (analistas).

O sindicalista informou também que a diretoria do Sindjus apoiará as iniciativas da Associação dos Magistrados que visam reduzir o numero de cargos comissionados do TJMA e destinar, pelo menos, 50% desses cargos para os servidores efetivos. Essas medidas possibilitarão a economia de recursos suficientes para custear diversas medidas para valorização dos servidores concursados e para a estruturação da Justiça de 1° Grau.

CONFRATERNIZACÃO

O encontro foi marcado por reiteradas declarações de confiança e apoio dos servidores presentes na diretoria do sindicato. Após a assembléia geral foi servido um coffee break aos participantes, que se despediram em clima de muita união e forte entusiasmo.

 

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Na noite do sábado, 24, depois de mais de cinco horas de discussão, mais de duzentos servidores do Poder Judiciário do Estado do Maranhão, procedentes das comarcas de Arari, Humberto de Campos, Esperantinopolis, João Lisboa, Cururupu, Tutóia, Timbiras, Balsas, Bequimão, Alcântara, Timon, Balsas, Bom Jardim, Dom Pedro, Bom Jardim, Coroatá, Caxias, Imperatriz, Viana, Açailândia, Bacabal, Santa Inês, Santa Luzia, São Mateus, São Luiz Gonzaga, Chapadinha, Itapecuru-Mirim, Zé Doca, Coelho Neto, Barra do Corda, Vitorino Freire, Paulo Ramos, Pedreiras, Paço do Lumiar, Ribamar e São Luís, entre outras, decidiram condicionar o apoio da categoria à proposta de aumento da jornada de trabalho dos analistas, técnicos e auxiliares judiciários de 6 para 7 horas corridas apresentada pela administração à diretoria do Sindjus.

A proposta do TJMA consiste na correção dos salários em 33%, calculados em quatro parcelas sobre o valor vigente em março de 2009, em troca da concordância dos servidores com o aumento da jornada de trabalho de 6 para 7 horas diárias. A primeira parcela da correção seria de 4%, implantada a partir de 01 de julho de 2010, provável data do início das 7 horas. A segunda parcela seria de 8% para 1° de janeiro de 2011; 9,3% para 1° de julho de 2011 e 12% para 1° de outubro de 2011.

Porém, ate o início da assembléia geral a proposta oficial do TJMA  de correção dos salários com o aumento da jornada não foi enviada por escrito e assinada pelo presidente Jamil Gedeon ao Sindjus, e nem pelo seu representante oficial nas negociações com sindicato. Por essa razão, a categoria decidiu, por unanimidade, acautelar-se contra possíveis armadilhas da administração que venham a prejudicar a classe.

PERDAS SALARIAIS

Segundo parecer do economista do Dieese Edram Teixeira, que participou da assembléia geral a convite do Sindjus, essa proposta impõe profundas perdas salariais aos servidores, agravadas pelo acréscimo da jornada de trabalho. Entretanto, segundo o economista, essas perdas começarão a ser repostas a partir de outubro de 2011.

No caso dos analistas judiciários, a aceitação da proposta do TJMA para o aumento da jornada de trabalho para as 7 horas implicará na perda de R$ 24.175,05.  No caso dos técnicos judiciários a perda será de R$ 9.419,37 e, dos auxiliares judiciários, de R$ 7.209,82. As perdas salariais serão acumuladas até 1 outubro de 2011, data que os servidores teriam um aumento real de apenas 9,54%, como contraprestação ao aumento da jornada de trabalho. Mas para isso é preciso também que esteja garantido no acordo a reposição das perdas inflacionárias de 2011. Caso contrário, o aumento real dos salários pode ser bem menor.

A fórmula menos prejudicial aos servidores seria a alternativa, ainda não confirmada oficialmente pela presidência do TJMA, da correção dos salários em decorrência do aumento da jornada ser efetuada acumulando-se os 33% com os 4,33%, conforme demonstrado pelo economista do Dieese.

Nesta hipótese, as perdas salariais acumuladas pelos analistas judiciários, até 1 de outubro de 2011, serão da ordem de R$ 18.181,55. Para os técnicos judiciários, as perdas serão de R$ 7.084,11; e de R$ 5.422,35 para os auxiliares judiciários. A partir dessa data, os salários teriam um aumento real de 18,85%, desde que a administração garanta a reposição inflacionária do próximo ano na data base de 1 de março.

Confira aqui a íntegra do estudo salarial do Dieese apresentado na Assembleia Geral

DECISÃO

Diante do exposto, pelo voto da maioria dos presentes, os trabalhadores decidiram apoiar a proposta de aumento da jornada de trabalho de 6 para 7 horas condicionado ao TJMA apresentar formalmente o projeto de lei que contemple, no mínimo:

1) o Cenário 3 apresentado pelo economista Edram Teixeira do Dieese e que consta da tabela em anexo; 2) A garantia expressa da reposição das perdas inflacionarias de 2011, na data base de 1 de marco; 3) A total independência das ações judiciais do Sindjus em relação ao realinhamento dos salários em decorrência do aumento da jornada de trabalho.

Se estas condições mínimas não forem asseguradas num possível acordo com o TJMA, os servidores sofrerão um prejuízo irreparável. Pois, na prática, estarão aprovando uma proposta que resultará na ampliação da jornada de trabalho sem correção real dos salários. A diretoria do Sindjus buscará formalizar esse acordo com a Administração do TJMA, desde que respeitadas as condições delimitadas pela assembléia geral.

O prazo fixado para isso esgota-se na próxima sexta-feira, 30 de abril. Se atá essa data o TJMA não formalizar sua proposta e aceitar as condições mínimas apresentadas pelos servidores para o acordo, então a diretoria do sindicato deverá convocar nova assembléia geral dentro de quinze dias para discutir com os trabalhadores as medidas que a classe deverá adotar em defesa de seus direitos.

Por unanimidade, a classe deliberou apoiar incondicionalmente a luta dos motoristas contra a extinção do cargo e a ampliação da presença de empresas terceirizadas no setor de transportes do TJMA.

 

OFICIAIS DE JUSTICA

O presidente do Sindjus, Aníbal Lins, comunicou ao plenário que o sindicato deverá interpor nos próximos dias recurso ao Pleno Administrativo contra a decisão da comissão de assuntos legislativos do TJMA que indeferiu, sem qualquer possibilidade de negociação, o projeto de iniciativa da desembargadora Nelma Sarney que prevê o enquadramento do cargo de oficial de justiça na tabela de vencimentos dos demais cargos de nível superior (analistas).

O sindicalista informou também que a diretoria do Sindjus apoiará as iniciativas da Associação dos Magistrados que visam reduzir o numero de cargos comissionados do TJMA e destinar, pelo menos, 50% desses cargos para os servidores efetivos. Essas medidas possibilitarão a economia de recursos suficientes para custear diversas medidas para valorização dos servidores concursados e para a estruturação da Justiça de 1° Grau.

CONFRATERNIZACÃO

O encontro foi marcado por reiteradas declarações de confiança e apoio dos servidores presentes na diretoria do sindicato. Após a assembléia geral foi servido um coffee break aos participantes, que se despediram em clima de muita união e forte entusiasmo.

 

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Assembléia geral condiciona apoio à proposta do TJMA

25/04/2010 | 00:00 - matéria visualizada 384 vezes

Na noite do sábado, 24, depois de mais de cinco horas de discussão, mais de duzentos servidores do Poder Judiciário do Estado do Maranhão, procedentes das comarcas de Arari, Humberto de Campos, Esperantinopolis, João Lisboa, Cururupu, Tutóia, Timbiras, Balsas, Bequimão, Alcântara, Timon, Balsas, Bom Jardim, Dom Pedro, Bom Jardim, Coroatá, Caxias, Imperatriz, Viana, Açailândia, Bacabal, Santa Inês, Santa Luzia, São Mateus, São Luiz Gonzaga, Chapadinha, Itapecuru-Mirim, Zé Doca, Coelho Neto, Barra do Corda, Vitorino Freire, Paulo Ramos, Pedreiras, Paço do Lumiar, Ribamar e São Luís, entre outras, decidiram condicionar o apoio da categoria à proposta de aumento da jornada de trabalho dos analistas, técnicos e auxiliares judiciários de 6 para 7 horas corridas apresentada pela administração à diretoria do Sindjus.

A proposta do TJMA consiste na correção dos salários em 33%, calculados em quatro parcelas sobre o valor vigente em março de 2009, em troca da concordância dos servidores com o aumento da jornada de trabalho de 6 para 7 horas diárias. A primeira parcela da correção seria de 4%, implantada a partir de 01 de julho de 2010, provável data do início das 7 horas. A segunda parcela seria de 8% para 1° de janeiro de 2011; 9,3% para 1° de julho de 2011 e 12% para 1° de outubro de 2011.

Porém, ate o início da assembléia geral a proposta oficial do TJMA  de correção dos salários com o aumento da jornada não foi enviada por escrito e assinada pelo presidente Jamil Gedeon ao Sindjus, e nem pelo seu representante oficial nas negociações com sindicato. Por essa razão, a categoria decidiu, por unanimidade, acautelar-se contra possíveis armadilhas da administração que venham a prejudicar a classe.

PERDAS SALARIAIS

Segundo parecer do economista do Dieese Edram Teixeira, que participou da assembléia geral a convite do Sindjus, essa proposta impõe profundas perdas salariais aos servidores, agravadas pelo acréscimo da jornada de trabalho. Entretanto, segundo o economista, essas perdas começarão a ser repostas a partir de outubro de 2011.

No caso dos analistas judiciários, a aceitação da proposta do TJMA para o aumento da jornada de trabalho para as 7 horas implicará na perda de R$ 24.175,05.  No caso dos técnicos judiciários a perda será de R$ 9.419,37 e, dos auxiliares judiciários, de R$ 7.209,82. As perdas salariais serão acumuladas até 1 outubro de 2011, data que os servidores teriam um aumento real de apenas 9,54%, como contraprestação ao aumento da jornada de trabalho. Mas para isso é preciso também que esteja garantido no acordo a reposição das perdas inflacionárias de 2011. Caso contrário, o aumento real dos salários pode ser bem menor.

A fórmula menos prejudicial aos servidores seria a alternativa, ainda não confirmada oficialmente pela presidência do TJMA, da correção dos salários em decorrência do aumento da jornada ser efetuada acumulando-se os 33% com os 4,33%, conforme demonstrado pelo economista do Dieese.

Nesta hipótese, as perdas salariais acumuladas pelos analistas judiciários, até 1 de outubro de 2011, serão da ordem de R$ 18.181,55. Para os técnicos judiciários, as perdas serão de R$ 7.084,11; e de R$ 5.422,35 para os auxiliares judiciários. A partir dessa data, os salários teriam um aumento real de 18,85%, desde que a administração garanta a reposição inflacionária do próximo ano na data base de 1 de março.

Confira aqui a íntegra do estudo salarial do Dieese apresentado na Assembleia Geral

DECISÃO

Diante do exposto, pelo voto da maioria dos presentes, os trabalhadores decidiram apoiar a proposta de aumento da jornada de trabalho de 6 para 7 horas condicionado ao TJMA apresentar formalmente o projeto de lei que contemple, no mínimo:

1) o Cenário 3 apresentado pelo economista Edram Teixeira do Dieese e que consta da tabela em anexo; 2) A garantia expressa da reposição das perdas inflacionarias de 2011, na data base de 1 de marco; 3) A total independência das ações judiciais do Sindjus em relação ao realinhamento dos salários em decorrência do aumento da jornada de trabalho.

Se estas condições mínimas não forem asseguradas num possível acordo com o TJMA, os servidores sofrerão um prejuízo irreparável. Pois, na prática, estarão aprovando uma proposta que resultará na ampliação da jornada de trabalho sem correção real dos salários. A diretoria do Sindjus buscará formalizar esse acordo com a Administração do TJMA, desde que respeitadas as condições delimitadas pela assembléia geral.

O prazo fixado para isso esgota-se na próxima sexta-feira, 30 de abril. Se atá essa data o TJMA não formalizar sua proposta e aceitar as condições mínimas apresentadas pelos servidores para o acordo, então a diretoria do sindicato deverá convocar nova assembléia geral dentro de quinze dias para discutir com os trabalhadores as medidas que a classe deverá adotar em defesa de seus direitos.

Por unanimidade, a classe deliberou apoiar incondicionalmente a luta dos motoristas contra a extinção do cargo e a ampliação da presença de empresas terceirizadas no setor de transportes do TJMA.

 

OFICIAIS DE JUSTICA

O presidente do Sindjus, Aníbal Lins, comunicou ao plenário que o sindicato deverá interpor nos próximos dias recurso ao Pleno Administrativo contra a decisão da comissão de assuntos legislativos do TJMA que indeferiu, sem qualquer possibilidade de negociação, o projeto de iniciativa da desembargadora Nelma Sarney que prevê o enquadramento do cargo de oficial de justiça na tabela de vencimentos dos demais cargos de nível superior (analistas).

O sindicalista informou também que a diretoria do Sindjus apoiará as iniciativas da Associação dos Magistrados que visam reduzir o numero de cargos comissionados do TJMA e destinar, pelo menos, 50% desses cargos para os servidores efetivos. Essas medidas possibilitarão a economia de recursos suficientes para custear diversas medidas para valorização dos servidores concursados e para a estruturação da Justiça de 1° Grau.

CONFRATERNIZACÃO

O encontro foi marcado por reiteradas declarações de confiança e apoio dos servidores presentes na diretoria do sindicato. Após a assembléia geral foi servido um coffee break aos participantes, que se despediram em clima de muita união e forte entusiasmo.

 

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