Nesta segunda-feira, 26, o vice-presidente do Sindjus, Rivelino Pereira, o técnico judiciário, Jardel Porto, e o economista do Dieese, Ediran Teixeira, estiveram reunidos com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bogea para discutir novamente a proposta de reajuste salarial do TJMA com a majoração da jornada de trabalho para 7h.

Durante o encontro, o economista do Dieese apresentou para o juiz o parecer técnico da entidade discutido na Assembleia Geral a respeito da proposta de 33,3% parcelada em 4 vezes. O economista explicou que a proposta somente seria interessante para a categoria se os 4,33% da revisão das perdas inflacionárias fossem adicionados ou culmulativos aos 4% equivalentes a 1° parcela dos 33,3% de reajuste, já que ela incide ainda sobre os salários de março de 2009.

 

Isto porque, de acordo com análise do Dieese, se os 4% forem aplicados com base nos salários de março de 2009, a revisão dos 4,33% já absorveria esse valor. Mas se os 4% respeitarem o reajuste das perdas inflacionárias ou de maneira culmulativa (aplicando os índices de 4,33% e os 4% em um mesmo projeto de lei) ou adicionada (um reajuste de cada vez sendo que o valor do segundo seja somado ao primeiro, sem prejuízos) os servidores teriam, na prática, o aumento real dos salários. 

O juiz auxiliar da presidência informou que o TJMA não tem condições de conceder os 4,33% da revisão das perdas inflacionárias nesse momento, apesar de estar previsto no orçamento. Ele apenas garantiu que os 4,33% estão assegurados e que o projeto de reajuste com a majoração da jornada está sendo elaborado de maneira que a 1° parcela seja somada aos 4,33%, independente de quando será concedido.

O vice-presidente do Sindjus, Rivelino Pereira, sugeriu uma proposta de parcelamento em 3 vezes iguais de 11,11%. Ficando a 1ª para 1º de julho de 2010, a 2ª parcela para 1° de janeiro de 2011 e a terceira para 1° de julho de 2011. O juiz Raimundo Bogea foi favorável à proposta e disse que levaria para discussão junto à diretoria financeira. Quanto à jornada de trabalho de 7h, a sugestão do Sindjus é do turno único das 7h30 às 14h30. Entretanto, de acordo com o juiz, essa decisão está condicionada a avaliação do Pleno Administrativo do TJMA.

Conforme a decisão da Assembléia Geral do dia 24, a diretoria do Sindjus aguardará até a próxima sexta-feira, 30, a proposta oficial do TJMA com a minuta do projeto e assinada pelo presidente Jamil Gedeon. Caso essa proposta não seja apresentada, ou mesmo que seja apresentada, mas não se enquadre nas condições definidas pela Assembleia Geral para  formalização do acordo, a diretoria do Sindjus convocará imediatamente uma nova Assembleia Geral para debater qual a atitude que a classe tomará diante desse quadro.  

 

 

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Nesta segunda-feira, 26, o vice-presidente do Sindjus, Rivelino Pereira, o técnico judiciário, Jardel Porto, e o economista do Dieese, Ediran Teixeira, estiveram reunidos com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bogea para discutir novamente a proposta de reajuste salarial do TJMA com a majoração da jornada de trabalho para 7h.

Durante o encontro, o economista do Dieese apresentou para o juiz o parecer técnico da entidade discutido na Assembleia Geral a respeito da proposta de 33,3% parcelada em 4 vezes. O economista explicou que a proposta somente seria interessante para a categoria se os 4,33% da revisão das perdas inflacionárias fossem adicionados ou culmulativos aos 4% equivalentes a 1° parcela dos 33,3% de reajuste, já que ela incide ainda sobre os salários de março de 2009.

 

Isto porque, de acordo com análise do Dieese, se os 4% forem aplicados com base nos salários de março de 2009, a revisão dos 4,33% já absorveria esse valor. Mas se os 4% respeitarem o reajuste das perdas inflacionárias ou de maneira culmulativa (aplicando os índices de 4,33% e os 4% em um mesmo projeto de lei) ou adicionada (um reajuste de cada vez sendo que o valor do segundo seja somado ao primeiro, sem prejuízos) os servidores teriam, na prática, o aumento real dos salários. 

O juiz auxiliar da presidência informou que o TJMA não tem condições de conceder os 4,33% da revisão das perdas inflacionárias nesse momento, apesar de estar previsto no orçamento. Ele apenas garantiu que os 4,33% estão assegurados e que o projeto de reajuste com a majoração da jornada está sendo elaborado de maneira que a 1° parcela seja somada aos 4,33%, independente de quando será concedido.

O vice-presidente do Sindjus, Rivelino Pereira, sugeriu uma proposta de parcelamento em 3 vezes iguais de 11,11%. Ficando a 1ª para 1º de julho de 2010, a 2ª parcela para 1° de janeiro de 2011 e a terceira para 1° de julho de 2011. O juiz Raimundo Bogea foi favorável à proposta e disse que levaria para discussão junto à diretoria financeira. Quanto à jornada de trabalho de 7h, a sugestão do Sindjus é do turno único das 7h30 às 14h30. Entretanto, de acordo com o juiz, essa decisão está condicionada a avaliação do Pleno Administrativo do TJMA.

Conforme a decisão da Assembléia Geral do dia 24, a diretoria do Sindjus aguardará até a próxima sexta-feira, 30, a proposta oficial do TJMA com a minuta do projeto e assinada pelo presidente Jamil Gedeon. Caso essa proposta não seja apresentada, ou mesmo que seja apresentada, mas não se enquadre nas condições definidas pela Assembleia Geral para  formalização do acordo, a diretoria do Sindjus convocará imediatamente uma nova Assembleia Geral para debater qual a atitude que a classe tomará diante desse quadro.  

 

 

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Sindjus apresenta parecer do Dieese para Administração do TJMA

26/04/2010 | 00:00 - matéria visualizada 431 vezes

Nesta segunda-feira, 26, o vice-presidente do Sindjus, Rivelino Pereira, o técnico judiciário, Jardel Porto, e o economista do Dieese, Ediran Teixeira, estiveram reunidos com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bogea para discutir novamente a proposta de reajuste salarial do TJMA com a majoração da jornada de trabalho para 7h.

Durante o encontro, o economista do Dieese apresentou para o juiz o parecer técnico da entidade discutido na Assembleia Geral a respeito da proposta de 33,3% parcelada em 4 vezes. O economista explicou que a proposta somente seria interessante para a categoria se os 4,33% da revisão das perdas inflacionárias fossem adicionados ou culmulativos aos 4% equivalentes a 1° parcela dos 33,3% de reajuste, já que ela incide ainda sobre os salários de março de 2009.

 

Isto porque, de acordo com análise do Dieese, se os 4% forem aplicados com base nos salários de março de 2009, a revisão dos 4,33% já absorveria esse valor. Mas se os 4% respeitarem o reajuste das perdas inflacionárias ou de maneira culmulativa (aplicando os índices de 4,33% e os 4% em um mesmo projeto de lei) ou adicionada (um reajuste de cada vez sendo que o valor do segundo seja somado ao primeiro, sem prejuízos) os servidores teriam, na prática, o aumento real dos salários. 

O juiz auxiliar da presidência informou que o TJMA não tem condições de conceder os 4,33% da revisão das perdas inflacionárias nesse momento, apesar de estar previsto no orçamento. Ele apenas garantiu que os 4,33% estão assegurados e que o projeto de reajuste com a majoração da jornada está sendo elaborado de maneira que a 1° parcela seja somada aos 4,33%, independente de quando será concedido.

O vice-presidente do Sindjus, Rivelino Pereira, sugeriu uma proposta de parcelamento em 3 vezes iguais de 11,11%. Ficando a 1ª para 1º de julho de 2010, a 2ª parcela para 1° de janeiro de 2011 e a terceira para 1° de julho de 2011. O juiz Raimundo Bogea foi favorável à proposta e disse que levaria para discussão junto à diretoria financeira. Quanto à jornada de trabalho de 7h, a sugestão do Sindjus é do turno único das 7h30 às 14h30. Entretanto, de acordo com o juiz, essa decisão está condicionada a avaliação do Pleno Administrativo do TJMA.

Conforme a decisão da Assembléia Geral do dia 24, a diretoria do Sindjus aguardará até a próxima sexta-feira, 30, a proposta oficial do TJMA com a minuta do projeto e assinada pelo presidente Jamil Gedeon. Caso essa proposta não seja apresentada, ou mesmo que seja apresentada, mas não se enquadre nas condições definidas pela Assembleia Geral para  formalização do acordo, a diretoria do Sindjus convocará imediatamente uma nova Assembleia Geral para debater qual a atitude que a classe tomará diante desse quadro.  

 

 

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