A diretoria do Sindjus esteve presente na sede do TJMA ontem, 12, para tratar com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bógea sobre a íntegra do projeto de lei que regulamenta a nova jornada de trabalho com a respectiva correção salarial. A informação prestada pelo juiz foi de que o projeto ainda não estava finalizado.

 

Contudo, a redação parcial do projeto de lei que será discutido provavelmente na próxima sessão do Pleno Administrativo define no seu artigo 2° os percentuais 8%, 9,33% e 16% de maneira adicional e não cumulativa já divulgados amplamente pelo Sindjus, conforme confirmou o juiz Raimundo Bogea, responsável pela redação do projeto. 

 

Essa proposta já havia sido encaminhada tanto para a assessoria jurídica do Sindjus quanto para o Dieese que confirmaram a interpretação de que o texto contempla a correção dos salários em 33,33% em julho de 2011. Mas, o juiz Raimundo Bógea explicou que no entendimento da Administração a correção salarial corresponderia apenas a 16%. Tanto que a diretoria financeira do Tribunal, sem o conhecimento do juiz, mandou retirar da notícia veiculada no site do TJMA o termo “adicional” e o valor total de 33,33%.

 

O texto original da matéria que continha o termo “adicional” e os 33,33% foi publicado no jornal O ESTADO DO MARANHÃO por intermédio da assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça, esse mesmo texto permaneceu no ar no site do TJMA até o dia 6 de maio e depois foi retificado sem nenhuma indicação.

 

Diante dessa situação profundamente prejudicial para a classe, a diretoria do Sindjus reitera o seu posicionamento definido na última assembléia geral de não aceitar um acordo com correção salarial menor que os 33,33% e que não garanta a reposição das perdas inflacionárias. Desde o inicio a posição do Sindjus também foi pela manutenção da jornada de 6 horas caso o Tribunal de Justiça estivesse impedido de se adequar à Resolução 88 do CNJ por incapacidade orçamentária. Estando impedido, a matéria deveria ser encaminhada para manifestação do Executivo.

 

Está agendada uma nova reunião da diretoria do sindicato com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bógea na terça-feira, 18. Durante o encontro, será entregue a íntegra do projeto de lei com a assinatura do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Jamil Gedeon, e a diretoria do Sindjus manterá sua posição já definida em assembléia.

 

Diante dos fatos, a Diretoria do Sindjus convoca toda categoria para se fazer presente na sessão do Pleno da próxima quarta-feira, 19. Para ficar de prontidão contra qualquer tentativa de aprovação do aumento da jornada de trabalho que não garanta a correção em 33,33% dos salários mais a reposição das perdas inflacionárias de 4,77%. Ao mesmo, a diretoria visitará todos os Desembargadores para pedir apoio à posição decidida em Assembléia Geral.

 

Caso o TJMA aprove qualquer projeto lesivo aos trabalhadores, o Sindjus convocará assembléia geral para deflagrar greve geral por tempo indeterminado, seguindo exemplo dos companheiros de Alagoas, Bahia, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco e Minas Gerais.

" /> A diretoria do Sindjus esteve presente na sede do TJMA ontem, 12, para tratar com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bógea sobre a íntegra do projeto de lei que regulamenta a nova jornada de trabalho com a respectiva correção salarial. A informação prestada pelo juiz foi de que o projeto ainda não estava finalizado.

 

Contudo, a redação parcial do projeto de lei que será discutido provavelmente na próxima sessão do Pleno Administrativo define no seu artigo 2° os percentuais 8%, 9,33% e 16% de maneira adicional e não cumulativa já divulgados amplamente pelo Sindjus, conforme confirmou o juiz Raimundo Bogea, responsável pela redação do projeto. 

 

Essa proposta já havia sido encaminhada tanto para a assessoria jurídica do Sindjus quanto para o Dieese que confirmaram a interpretação de que o texto contempla a correção dos salários em 33,33% em julho de 2011. Mas, o juiz Raimundo Bógea explicou que no entendimento da Administração a correção salarial corresponderia apenas a 16%. Tanto que a diretoria financeira do Tribunal, sem o conhecimento do juiz, mandou retirar da notícia veiculada no site do TJMA o termo “adicional” e o valor total de 33,33%.

 

O texto original da matéria que continha o termo “adicional” e os 33,33% foi publicado no jornal O ESTADO DO MARANHÃO por intermédio da assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça, esse mesmo texto permaneceu no ar no site do TJMA até o dia 6 de maio e depois foi retificado sem nenhuma indicação.

 

Diante dessa situação profundamente prejudicial para a classe, a diretoria do Sindjus reitera o seu posicionamento definido na última assembléia geral de não aceitar um acordo com correção salarial menor que os 33,33% e que não garanta a reposição das perdas inflacionárias. Desde o inicio a posição do Sindjus também foi pela manutenção da jornada de 6 horas caso o Tribunal de Justiça estivesse impedido de se adequar à Resolução 88 do CNJ por incapacidade orçamentária. Estando impedido, a matéria deveria ser encaminhada para manifestação do Executivo.

 

Está agendada uma nova reunião da diretoria do sindicato com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bógea na terça-feira, 18. Durante o encontro, será entregue a íntegra do projeto de lei com a assinatura do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Jamil Gedeon, e a diretoria do Sindjus manterá sua posição já definida em assembléia.

 

Diante dos fatos, a Diretoria do Sindjus convoca toda categoria para se fazer presente na sessão do Pleno da próxima quarta-feira, 19. Para ficar de prontidão contra qualquer tentativa de aprovação do aumento da jornada de trabalho que não garanta a correção em 33,33% dos salários mais a reposição das perdas inflacionárias de 4,77%. Ao mesmo, a diretoria visitará todos os Desembargadores para pedir apoio à posição decidida em Assembléia Geral.

 

Caso o TJMA aprove qualquer projeto lesivo aos trabalhadores, o Sindjus convocará assembléia geral para deflagrar greve geral por tempo indeterminado, seguindo exemplo dos companheiros de Alagoas, Bahia, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco e Minas Gerais.

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TJMA pode aprovar aumento da jornada sem garantia da correção dos salários

13/05/2010 | 00:00 - matéria visualizada 236 vezes

A diretoria do Sindjus esteve presente na sede do TJMA ontem, 12, para tratar com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bógea sobre a íntegra do projeto de lei que regulamenta a nova jornada de trabalho com a respectiva correção salarial. A informação prestada pelo juiz foi de que o projeto ainda não estava finalizado.

 

Contudo, a redação parcial do projeto de lei que será discutido provavelmente na próxima sessão do Pleno Administrativo define no seu artigo 2° os percentuais 8%, 9,33% e 16% de maneira adicional e não cumulativa já divulgados amplamente pelo Sindjus, conforme confirmou o juiz Raimundo Bogea, responsável pela redação do projeto. 

 

Essa proposta já havia sido encaminhada tanto para a assessoria jurídica do Sindjus quanto para o Dieese que confirmaram a interpretação de que o texto contempla a correção dos salários em 33,33% em julho de 2011. Mas, o juiz Raimundo Bógea explicou que no entendimento da Administração a correção salarial corresponderia apenas a 16%. Tanto que a diretoria financeira do Tribunal, sem o conhecimento do juiz, mandou retirar da notícia veiculada no site do TJMA o termo “adicional” e o valor total de 33,33%.

 

O texto original da matéria que continha o termo “adicional” e os 33,33% foi publicado no jornal O ESTADO DO MARANHÃO por intermédio da assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça, esse mesmo texto permaneceu no ar no site do TJMA até o dia 6 de maio e depois foi retificado sem nenhuma indicação.

 

Diante dessa situação profundamente prejudicial para a classe, a diretoria do Sindjus reitera o seu posicionamento definido na última assembléia geral de não aceitar um acordo com correção salarial menor que os 33,33% e que não garanta a reposição das perdas inflacionárias. Desde o inicio a posição do Sindjus também foi pela manutenção da jornada de 6 horas caso o Tribunal de Justiça estivesse impedido de se adequar à Resolução 88 do CNJ por incapacidade orçamentária. Estando impedido, a matéria deveria ser encaminhada para manifestação do Executivo.

 

Está agendada uma nova reunião da diretoria do sindicato com o juiz auxiliar da presidência Raimundo Bógea na terça-feira, 18. Durante o encontro, será entregue a íntegra do projeto de lei com a assinatura do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Jamil Gedeon, e a diretoria do Sindjus manterá sua posição já definida em assembléia.

 

Diante dos fatos, a Diretoria do Sindjus convoca toda categoria para se fazer presente na sessão do Pleno da próxima quarta-feira, 19. Para ficar de prontidão contra qualquer tentativa de aprovação do aumento da jornada de trabalho que não garanta a correção em 33,33% dos salários mais a reposição das perdas inflacionárias de 4,77%. Ao mesmo, a diretoria visitará todos os Desembargadores para pedir apoio à posição decidida em Assembléia Geral.

 

Caso o TJMA aprove qualquer projeto lesivo aos trabalhadores, o Sindjus convocará assembléia geral para deflagrar greve geral por tempo indeterminado, seguindo exemplo dos companheiros de Alagoas, Bahia, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco e Minas Gerais.

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