O dia 6 de janeiro, além de ser o último dia do recesso forense, também é a data da próxima Assembleia Geral Extraordinária dos serventuários do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que acontece às 15h, nas escadarias da Assembleia Legislativa (Alerj). Antes, às 11h, haverá reunião do Comando de Greve no auditório do Sind-Justiça.

 

 

O ano de 2011, apesar das trocas de mensagens de felicidades e boas novas, começou muito duro para os serventuários que tiveram seus contracheques ‘zerados’ por conta do absurdo desconto dos dias parados da greve. Muitos pais e mães de família estão sendo covardemente atacados pela Administração do TJRJ no que tange à sua própria sobrevivência. Uma truculência desferida pelo Poder jamais vista antes, que ‘mancha’ a sua história, transformando-o em carrasco do constitucional direito de greve do servidor.

 

 

Para responder a este violento ataque, além de aprovarmos a continuidade ou suspensão do movimento iniciado em 19 de outubro do ano passado pelo pagamento dos 24% para todos, é importante contarmos com um expressivo número de serventuários na Assembleia Geral. A suspensão da greve, entretanto, será outra vez defendida pela maioria da direção do Sind-Justiça, buscando assim abrir canais de negociações junto ao Tribunal.

 

 

Ato de protesto

 

 

Logo após à Assembleia, os serventuários realizarão o inédito ato dos contracheques ‘zerados’, denunciando à população como é que o Tribunal de Justiça trata aqueles que dedicam uma vida inteira na prestação de um serviço público de qualidade.

 

 

“O ato terá que contar não só com os grevistas que tiveram seus contracheques zerados neste mês, mas também dos que tiveram parcialmente cortados no mês anterior. Precisamos contar também com os que, por um motivo ou outro, não aderiram ao movimento, pois isto não os exclui da categoria, bem como de nossas futuras decisões e lutas. Não podemos, por omissão, legitimar atitudes como a que estamos sofrendo agora”, diz José Carlos Arruda, Coordenador Geral do Sind-Justiça-RJ.

 

 

SOLIDARIEDADE AOS GREVISTAS

 

 

Além do Fundo de Greve, outra iniciativa do Sind-Justiça para minimizar a situação dos grevistas que estão com seus contracheques zerados será o de arcar com os pagamentos dos planos de saúde da Unimed (Rio, Barra Mansa, Nova Friburgo e Campos), da Amil Saúde e Dental, além da Dental Life e Sempre Odonto. Os valores deverão ser restituídos à entidade assim que os servidores tenham seus salários devolvidos. 

 

 

Também estão sendo feitas tentativas junto às maiores instituições financeiras visando um tratamento diferenciados para os grevistas que tiveram seus contracheques zerados ou parcialmente descontados, e assim ficaram sem margem para as rubricas consignáveis nos seus vencimentos.

 

 

Até o momento, somente na Coop-Justiça tivemos êxito em fechar um acordo, não só para solucionar a prestação que ficará em atraso, mas também para garantir uma linha de crédito subsidiada — emergencial, com prazo reduzido e taxa de juros de 1,5%.

 

 

Infelizmente, não logramos êxito em conseguir acordo semelhante com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Itaú. Em todas estas instituições recebemos a orientação de que cada um procure individualmente o seu gerente da agência do contrato. É possível renegociar o contrato ou, precisando, abrir nova linha de crédito, onde cada caso será analisado individualmente.

 

 

“Quanto aos demais bancos, orientamos todos que tenham empréstimos consignados que procurem o seu gerente da agência e informem o ocorrido [contracheque zerado em razão da greve]. Assim você  deixará o banco ciente e evitará cobranças indevidas. É importante deixar bastante claro que, voltando à normalidade, se regularizará o contrato”, declara José Carlos Arruda.

 

 

CONTRIBUA COM O FUNDO DE GREVE

 

 

Diante dos contracheques ‘zerados’, mais do que nunca precisamos da colaboração de todos. Se você já contribuiu com o Fundo de Greve, faça de novo. Se ainda não colaborou, a hora é agora! Deposite qualquer valor no banco Itaú, agência 6002, c/c 25975-9.

 

 

O SINDJUS-MA doou cinco mil reais para o Fundo de Greve dos colegas do TJ do Rio de Janeiro.

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O ano de 2011, apesar das trocas de mensagens de felicidades e boas novas, começou muito duro para os serventuários que tiveram seus contracheques ‘zerados’ por conta do absurdo desconto dos dias parados da greve. Muitos pais e mães de família estão sendo covardemente atacados pela Administração do TJRJ no que tange à sua própria sobrevivência. Uma truculência desferida pelo Poder jamais vista antes, que ‘mancha’ a sua história, transformando-o em carrasco do constitucional direito de greve do servidor.

 

 

Para responder a este violento ataque, além de aprovarmos a continuidade ou suspensão do movimento iniciado em 19 de outubro do ano passado pelo pagamento dos 24% para todos, é importante contarmos com um expressivo número de serventuários na Assembleia Geral. A suspensão da greve, entretanto, será outra vez defendida pela maioria da direção do Sind-Justiça, buscando assim abrir canais de negociações junto ao Tribunal.

 

 

Ato de protesto

 

 

Logo após à Assembleia, os serventuários realizarão o inédito ato dos contracheques ‘zerados’, denunciando à população como é que o Tribunal de Justiça trata aqueles que dedicam uma vida inteira na prestação de um serviço público de qualidade.

 

 

“O ato terá que contar não só com os grevistas que tiveram seus contracheques zerados neste mês, mas também dos que tiveram parcialmente cortados no mês anterior. Precisamos contar também com os que, por um motivo ou outro, não aderiram ao movimento, pois isto não os exclui da categoria, bem como de nossas futuras decisões e lutas. Não podemos, por omissão, legitimar atitudes como a que estamos sofrendo agora”, diz José Carlos Arruda, Coordenador Geral do Sind-Justiça-RJ.

 

 

SOLIDARIEDADE AOS GREVISTAS

 

 

Além do Fundo de Greve, outra iniciativa do Sind-Justiça para minimizar a situação dos grevistas que estão com seus contracheques zerados será o de arcar com os pagamentos dos planos de saúde da Unimed (Rio, Barra Mansa, Nova Friburgo e Campos), da Amil Saúde e Dental, além da Dental Life e Sempre Odonto. Os valores deverão ser restituídos à entidade assim que os servidores tenham seus salários devolvidos. 

 

 

Também estão sendo feitas tentativas junto às maiores instituições financeiras visando um tratamento diferenciados para os grevistas que tiveram seus contracheques zerados ou parcialmente descontados, e assim ficaram sem margem para as rubricas consignáveis nos seus vencimentos.

 

 

Até o momento, somente na Coop-Justiça tivemos êxito em fechar um acordo, não só para solucionar a prestação que ficará em atraso, mas também para garantir uma linha de crédito subsidiada — emergencial, com prazo reduzido e taxa de juros de 1,5%.

 

 

Infelizmente, não logramos êxito em conseguir acordo semelhante com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Itaú. Em todas estas instituições recebemos a orientação de que cada um procure individualmente o seu gerente da agência do contrato. É possível renegociar o contrato ou, precisando, abrir nova linha de crédito, onde cada caso será analisado individualmente.

 

 

“Quanto aos demais bancos, orientamos todos que tenham empréstimos consignados que procurem o seu gerente da agência e informem o ocorrido [contracheque zerado em razão da greve]. Assim você  deixará o banco ciente e evitará cobranças indevidas. É importante deixar bastante claro que, voltando à normalidade, se regularizará o contrato”, declara José Carlos Arruda.

 

 

CONTRIBUA COM O FUNDO DE GREVE

 

 

Diante dos contracheques ‘zerados’, mais do que nunca precisamos da colaboração de todos. Se você já contribuiu com o Fundo de Greve, faça de novo. Se ainda não colaborou, a hora é agora! Deposite qualquer valor no banco Itaú, agência 6002, c/c 25975-9.

 

 

O SINDJUS-MA doou cinco mil reais para o Fundo de Greve dos colegas do TJ do Rio de Janeiro.

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Sindjustiça-RJ realizará ato dos contracheques zerados

4/01/2011 | 00:00 - matéria visualizada 518 vezes

O dia 6 de janeiro, além de ser o último dia do recesso forense, também é a data da próxima Assembleia Geral Extraordinária dos serventuários do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que acontece às 15h, nas escadarias da Assembleia Legislativa (Alerj). Antes, às 11h, haverá reunião do Comando de Greve no auditório do Sind-Justiça.

 

 

O ano de 2011, apesar das trocas de mensagens de felicidades e boas novas, começou muito duro para os serventuários que tiveram seus contracheques ‘zerados’ por conta do absurdo desconto dos dias parados da greve. Muitos pais e mães de família estão sendo covardemente atacados pela Administração do TJRJ no que tange à sua própria sobrevivência. Uma truculência desferida pelo Poder jamais vista antes, que ‘mancha’ a sua história, transformando-o em carrasco do constitucional direito de greve do servidor.

 

 

Para responder a este violento ataque, além de aprovarmos a continuidade ou suspensão do movimento iniciado em 19 de outubro do ano passado pelo pagamento dos 24% para todos, é importante contarmos com um expressivo número de serventuários na Assembleia Geral. A suspensão da greve, entretanto, será outra vez defendida pela maioria da direção do Sind-Justiça, buscando assim abrir canais de negociações junto ao Tribunal.

 

 

Ato de protesto

 

 

Logo após à Assembleia, os serventuários realizarão o inédito ato dos contracheques ‘zerados’, denunciando à população como é que o Tribunal de Justiça trata aqueles que dedicam uma vida inteira na prestação de um serviço público de qualidade.

 

 

“O ato terá que contar não só com os grevistas que tiveram seus contracheques zerados neste mês, mas também dos que tiveram parcialmente cortados no mês anterior. Precisamos contar também com os que, por um motivo ou outro, não aderiram ao movimento, pois isto não os exclui da categoria, bem como de nossas futuras decisões e lutas. Não podemos, por omissão, legitimar atitudes como a que estamos sofrendo agora”, diz José Carlos Arruda, Coordenador Geral do Sind-Justiça-RJ.

 

 

SOLIDARIEDADE AOS GREVISTAS

 

 

Além do Fundo de Greve, outra iniciativa do Sind-Justiça para minimizar a situação dos grevistas que estão com seus contracheques zerados será o de arcar com os pagamentos dos planos de saúde da Unimed (Rio, Barra Mansa, Nova Friburgo e Campos), da Amil Saúde e Dental, além da Dental Life e Sempre Odonto. Os valores deverão ser restituídos à entidade assim que os servidores tenham seus salários devolvidos. 

 

 

Também estão sendo feitas tentativas junto às maiores instituições financeiras visando um tratamento diferenciados para os grevistas que tiveram seus contracheques zerados ou parcialmente descontados, e assim ficaram sem margem para as rubricas consignáveis nos seus vencimentos.

 

 

Até o momento, somente na Coop-Justiça tivemos êxito em fechar um acordo, não só para solucionar a prestação que ficará em atraso, mas também para garantir uma linha de crédito subsidiada — emergencial, com prazo reduzido e taxa de juros de 1,5%.

 

 

Infelizmente, não logramos êxito em conseguir acordo semelhante com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Itaú. Em todas estas instituições recebemos a orientação de que cada um procure individualmente o seu gerente da agência do contrato. É possível renegociar o contrato ou, precisando, abrir nova linha de crédito, onde cada caso será analisado individualmente.

 

 

“Quanto aos demais bancos, orientamos todos que tenham empréstimos consignados que procurem o seu gerente da agência e informem o ocorrido [contracheque zerado em razão da greve]. Assim você  deixará o banco ciente e evitará cobranças indevidas. É importante deixar bastante claro que, voltando à normalidade, se regularizará o contrato”, declara José Carlos Arruda.

 

 

CONTRIBUA COM O FUNDO DE GREVE

 

 

Diante dos contracheques ‘zerados’, mais do que nunca precisamos da colaboração de todos. Se você já contribuiu com o Fundo de Greve, faça de novo. Se ainda não colaborou, a hora é agora! Deposite qualquer valor no banco Itaú, agência 6002, c/c 25975-9.

 

 

O SINDJUS-MA doou cinco mil reais para o Fundo de Greve dos colegas do TJ do Rio de Janeiro.

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