Os diretores do Sindjus Aníbal Lins e Rivelino Alves estiveram reunidos com os servidores do Fórum de São Luís no início da tarde desta quarta-feira, 12. O encontro foi convocado pelo sindicato para discutir a regulamentação do pagamento da Gratificação por Atividade Judiciária (GAJ) editada pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, sem qualquer participação dos trabalhadores.

Os servidores  do Fórum “Desembargador Sarney Costa” se mostraram muito descontentes com essa decisão do TJ. Segundo Rita de Cássia, auxiliar judiciária, “os servidores querem ter o direito de escolha entre as 6, 7 ou 8 horas”.

“Nós trabalhávamos 6 horas corridas. Agora o Tribunal nos impôs para que a gente trabalhe 8 horas para receber a GAJ, mesmo a lei prevendo a alternativa de 7 horas. Ou seja, não nos deu direito de opção”, conta.

Durante a reunião o presidente Aníbal Lins reiterou o compromisso do Sindjus com a classe e declarou que irá se empenhar em alcançar este objetivo. “Vamos aguardar a decisão do pleno para o pedido de reconsideração que o advogado vai protocolar nas próximas horas, solicitando a garantia do direito de opção pelas 7 horas”, declarou.

Ao final da reunião os servidores chegaram ao seguinte consenso: todos devem boicotar a jornada de trabalho de 8 horas, como forma de pressionar o TJ a garantir o direito de opção pelas 7 horas.  Além disso, os presentes foram unânimes em confirmar também sua presença na sessão do Pleno Administrativo que discutirá o recurso protocolado pelo Sindjus.

Ao final do encontro, os servidores fizeram uma rápida manifestação de mãos dadas em frente ao Fórum da Capital, demonstrando a confiança de todos na capacidade da classe de rejeitar com sua união mais essa arbitrariedade do TJ-MA.

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Os servidores  do Fórum “Desembargador Sarney Costa” se mostraram muito descontentes com essa decisão do TJ. Segundo Rita de Cássia, auxiliar judiciária, “os servidores querem ter o direito de escolha entre as 6, 7 ou 8 horas”.

“Nós trabalhávamos 6 horas corridas. Agora o Tribunal nos impôs para que a gente trabalhe 8 horas para receber a GAJ, mesmo a lei prevendo a alternativa de 7 horas. Ou seja, não nos deu direito de opção”, conta.

Durante a reunião o presidente Aníbal Lins reiterou o compromisso do Sindjus com a classe e declarou que irá se empenhar em alcançar este objetivo. “Vamos aguardar a decisão do pleno para o pedido de reconsideração que o advogado vai protocolar nas próximas horas, solicitando a garantia do direito de opção pelas 7 horas”, declarou.

Ao final da reunião os servidores chegaram ao seguinte consenso: todos devem boicotar a jornada de trabalho de 8 horas, como forma de pressionar o TJ a garantir o direito de opção pelas 7 horas.  Além disso, os presentes foram unânimes em confirmar também sua presença na sessão do Pleno Administrativo que discutirá o recurso protocolado pelo Sindjus.

Ao final do encontro, os servidores fizeram uma rápida manifestação de mãos dadas em frente ao Fórum da Capital, demonstrando a confiança de todos na capacidade da classe de rejeitar com sua união mais essa arbitrariedade do TJ-MA.

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Servidores de São Luís decidem boicotar jornada de 8hs

12/01/2011 | 00:00 - matéria visualizada 391 vezes

Os diretores do Sindjus Aníbal Lins e Rivelino Alves estiveram reunidos com os servidores do Fórum de São Luís no início da tarde desta quarta-feira, 12. O encontro foi convocado pelo sindicato para discutir a regulamentação do pagamento da Gratificação por Atividade Judiciária (GAJ) editada pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, sem qualquer participação dos trabalhadores.

Os servidores  do Fórum “Desembargador Sarney Costa” se mostraram muito descontentes com essa decisão do TJ. Segundo Rita de Cássia, auxiliar judiciária, “os servidores querem ter o direito de escolha entre as 6, 7 ou 8 horas”.

“Nós trabalhávamos 6 horas corridas. Agora o Tribunal nos impôs para que a gente trabalhe 8 horas para receber a GAJ, mesmo a lei prevendo a alternativa de 7 horas. Ou seja, não nos deu direito de opção”, conta.

Durante a reunião o presidente Aníbal Lins reiterou o compromisso do Sindjus com a classe e declarou que irá se empenhar em alcançar este objetivo. “Vamos aguardar a decisão do pleno para o pedido de reconsideração que o advogado vai protocolar nas próximas horas, solicitando a garantia do direito de opção pelas 7 horas”, declarou.

Ao final da reunião os servidores chegaram ao seguinte consenso: todos devem boicotar a jornada de trabalho de 8 horas, como forma de pressionar o TJ a garantir o direito de opção pelas 7 horas.  Além disso, os presentes foram unânimes em confirmar também sua presença na sessão do Pleno Administrativo que discutirá o recurso protocolado pelo Sindjus.

Ao final do encontro, os servidores fizeram uma rápida manifestação de mãos dadas em frente ao Fórum da Capital, demonstrando a confiança de todos na capacidade da classe de rejeitar com sua união mais essa arbitrariedade do TJ-MA.

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