Cerca de 50 servidores participam, até às 19h deste sábado(2), do Seminário de Formação Sindical promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores da Justiça de Alagoas (Serjal). O evento, que tem como tema “Análise do perfil sociológico do trabalhador do Judiciário alagoano”, acontece no salão do Hotel Pajuçara, em Maceió.

O palestrante principal é o professor-doutor Giovanni Alves, da Universidade Estadual Paulista, que coordenou a pesquisa destinada a mostrar quem é e o que pensa o trabalhador da Justiça de Alagoas.

O relatório preliminar mostrou características sociais do servidor, uma categoria formada por cerca de 1.600 trabalhadores efetivos e, presume-se, 1.400 comissionados e cedidos em todo Poder Judiciário. “Estamos iniciando um processo de conhecimento de nossa categoria. Desta forma, poderemos atuar de forma mais eficaz, de modo a prestar melhor serviço à sociedade” – disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário de Alagoas (Serjal), oficial de Justiça Ednor Gonzaga Júnior.

A pesquisa, realizada em fevereiro último em todas as comarcas do Estado, mostrou, por exemplo, que mais de 77% dos servidores da Justiça tem vinculação religiosa, e desse total a maioria se define como católicos. A maioria afirmou gostar do trabalho que faz. Do total de servidores pesquisados, mais da metade (53%) está filiada ao sindicato de classe, e aprova a atuação da entidade.

As mulheres (69%) são maioria entre os trabalhadores da Justiça alagoana, e do total de pesquisas 37% tem nível superior completo, com tempo de serviço entre 4 e 10 anos. A maioria tem idade entre 36 e 50 anos e filhos (57%). “Todos esses dados serão aprimorados, mas são bastante significativos para o trabalho que o sindicato desenvolve” – disse o professor Giovanni Alves, que produziu um vídeo-documento sobre o trabalho realizado em Alagoas.

Na pesquisa foram ouvidos analistas judiciários, oficias de Justiça, juízes, conciliadores, técnicos e diversas outras classes de servidores. O seminário, que contou com a presença da presidente da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário (Fenajud), Maria José da Silva, e de sindicalistas de Brasília, Sergipe, Paraíba, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo e do Rio de Janeiro.

A presidente da Federação Nacional dos Servidores do Poder Judiciário nos Estados (FENAJUD) e diretora da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Maria José Santos da Silva, vai dar andamento a pesquisas, como esta, em outros estados, inclusive no Maranhão. “É necessário que os sindicatos conheçam os seus servidores senão não há a possibilidade de trabalhar com eles”, afirma.

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O palestrante principal é o professor-doutor Giovanni Alves, da Universidade Estadual Paulista, que coordenou a pesquisa destinada a mostrar quem é e o que pensa o trabalhador da Justiça de Alagoas.

O relatório preliminar mostrou características sociais do servidor, uma categoria formada por cerca de 1.600 trabalhadores efetivos e, presume-se, 1.400 comissionados e cedidos em todo Poder Judiciário. “Estamos iniciando um processo de conhecimento de nossa categoria. Desta forma, poderemos atuar de forma mais eficaz, de modo a prestar melhor serviço à sociedade” – disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário de Alagoas (Serjal), oficial de Justiça Ednor Gonzaga Júnior.

A pesquisa, realizada em fevereiro último em todas as comarcas do Estado, mostrou, por exemplo, que mais de 77% dos servidores da Justiça tem vinculação religiosa, e desse total a maioria se define como católicos. A maioria afirmou gostar do trabalho que faz. Do total de servidores pesquisados, mais da metade (53%) está filiada ao sindicato de classe, e aprova a atuação da entidade.

As mulheres (69%) são maioria entre os trabalhadores da Justiça alagoana, e do total de pesquisas 37% tem nível superior completo, com tempo de serviço entre 4 e 10 anos. A maioria tem idade entre 36 e 50 anos e filhos (57%). “Todos esses dados serão aprimorados, mas são bastante significativos para o trabalho que o sindicato desenvolve” – disse o professor Giovanni Alves, que produziu um vídeo-documento sobre o trabalho realizado em Alagoas.

Na pesquisa foram ouvidos analistas judiciários, oficias de Justiça, juízes, conciliadores, técnicos e diversas outras classes de servidores. O seminário, que contou com a presença da presidente da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário (Fenajud), Maria José da Silva, e de sindicalistas de Brasília, Sergipe, Paraíba, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo e do Rio de Janeiro.

A presidente da Federação Nacional dos Servidores do Poder Judiciário nos Estados (FENAJUD) e diretora da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Maria José Santos da Silva, vai dar andamento a pesquisas, como esta, em outros estados, inclusive no Maranhão. “É necessário que os sindicatos conheçam os seus servidores senão não há a possibilidade de trabalhar com eles”, afirma.

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Fenajud e Serjal realizam pesquisa sobre perfil dos servidores do Judiciário

7/04/2011 | 00:00 - matéria visualizada 396 vezes

Cerca de 50 servidores participam, até às 19h deste sábado(2), do Seminário de Formação Sindical promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores da Justiça de Alagoas (Serjal). O evento, que tem como tema “Análise do perfil sociológico do trabalhador do Judiciário alagoano”, acontece no salão do Hotel Pajuçara, em Maceió.

O palestrante principal é o professor-doutor Giovanni Alves, da Universidade Estadual Paulista, que coordenou a pesquisa destinada a mostrar quem é e o que pensa o trabalhador da Justiça de Alagoas.

O relatório preliminar mostrou características sociais do servidor, uma categoria formada por cerca de 1.600 trabalhadores efetivos e, presume-se, 1.400 comissionados e cedidos em todo Poder Judiciário. “Estamos iniciando um processo de conhecimento de nossa categoria. Desta forma, poderemos atuar de forma mais eficaz, de modo a prestar melhor serviço à sociedade” – disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário de Alagoas (Serjal), oficial de Justiça Ednor Gonzaga Júnior.

A pesquisa, realizada em fevereiro último em todas as comarcas do Estado, mostrou, por exemplo, que mais de 77% dos servidores da Justiça tem vinculação religiosa, e desse total a maioria se define como católicos. A maioria afirmou gostar do trabalho que faz. Do total de servidores pesquisados, mais da metade (53%) está filiada ao sindicato de classe, e aprova a atuação da entidade.

As mulheres (69%) são maioria entre os trabalhadores da Justiça alagoana, e do total de pesquisas 37% tem nível superior completo, com tempo de serviço entre 4 e 10 anos. A maioria tem idade entre 36 e 50 anos e filhos (57%). “Todos esses dados serão aprimorados, mas são bastante significativos para o trabalho que o sindicato desenvolve” – disse o professor Giovanni Alves, que produziu um vídeo-documento sobre o trabalho realizado em Alagoas.

Na pesquisa foram ouvidos analistas judiciários, oficias de Justiça, juízes, conciliadores, técnicos e diversas outras classes de servidores. O seminário, que contou com a presença da presidente da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário (Fenajud), Maria José da Silva, e de sindicalistas de Brasília, Sergipe, Paraíba, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo e do Rio de Janeiro.

A presidente da Federação Nacional dos Servidores do Poder Judiciário nos Estados (FENAJUD) e diretora da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), Maria José Santos da Silva, vai dar andamento a pesquisas, como esta, em outros estados, inclusive no Maranhão. “É necessário que os sindicatos conheçam os seus servidores senão não há a possibilidade de trabalhar com eles”, afirma.