Nesta quinta, dia 11 de agosto, às 18h30min, haverá uma reunião na sede do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (SINDJUS),  para tratar de uma campanha de combate a mudança de endereço de treze juizados Cíveis e das Relações de Consumo e de três juizados Especiais Criminais de São Luís. De acordo com recente decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), até o final deste ano, estes 16 juizados passarão a funcionar no Fórum “Desembargador Sarney Costa”, no bairro do Calhau.

 

Isto representará um prejuízo para inúmeras comunidades que vivem em diferentes pontos da cidade de São Luís. Estes juizados deixarão de funcionar em bairros como Anil, João de Deus, Maracanã, Cidade Operária, Coroado, Anjo da Guarda, Cohab, Turu, Monte Castelo,  São Francisco e  Cohama. De acordo com a decisão do TJMA, a população vai deixar de ter um serviço próximo a sua casa, tendo que se deslocar até um local distante e de difícil acesso.

 

A convocação para a reunião está sendo feita pelo SINDJUS. Na opinião do presidente do sindicato, Anibal Lins, “a mudança de endereço dos juizados é uma medida injustificável e fruto de quem administra o Poder Judiciário de costas para o povo e sob uma perspectiva elitista”.

 

Essa articulação do SINDJUS nasceu a partir de contatos com diferentes setores da sociedade civil, incluindo pessoas que vivem e atuam nas áreas mais prejudicadas, entre militantes de comunidades eclesiais de base, conselheiros tutelares, estudantes, rádios comunitárias, associações etc.

 

Para a reunião foram convidadas também as Centrais Sindicais, representantes da Câmara de Vereadores e da Assembléia Legislativa, da Comissão Justiça e Paz, da Cáritas Brasileira, do Tribunal Popular do Judiciário, iniciativa ligada à defesa dos Direitos Humanos, como também entidades estudantis e associações de moradores dos bairros prejudicados com a mudança dos Juizados Especiais para o Fórum do Calhau.

 

Para esta campanha, ligada diretamente às comunidades da capital, a idéia é promover uma ação a partir de uma construção coletiva, aberta, onde todos possam ser ouvidos, gerando uma grande ação em favor da permanência (e até ampliação) dos Juizados Especiais e da efetiva democratização do Poder Judiciário do Maranhão.

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Isto representará um prejuízo para inúmeras comunidades que vivem em diferentes pontos da cidade de São Luís. Estes juizados deixarão de funcionar em bairros como Anil, João de Deus, Maracanã, Cidade Operária, Coroado, Anjo da Guarda, Cohab, Turu, Monte Castelo,  São Francisco e  Cohama. De acordo com a decisão do TJMA, a população vai deixar de ter um serviço próximo a sua casa, tendo que se deslocar até um local distante e de difícil acesso.

 

A convocação para a reunião está sendo feita pelo SINDJUS. Na opinião do presidente do sindicato, Anibal Lins, “a mudança de endereço dos juizados é uma medida injustificável e fruto de quem administra o Poder Judiciário de costas para o povo e sob uma perspectiva elitista”.

 

Essa articulação do SINDJUS nasceu a partir de contatos com diferentes setores da sociedade civil, incluindo pessoas que vivem e atuam nas áreas mais prejudicadas, entre militantes de comunidades eclesiais de base, conselheiros tutelares, estudantes, rádios comunitárias, associações etc.

 

Para a reunião foram convidadas também as Centrais Sindicais, representantes da Câmara de Vereadores e da Assembléia Legislativa, da Comissão Justiça e Paz, da Cáritas Brasileira, do Tribunal Popular do Judiciário, iniciativa ligada à defesa dos Direitos Humanos, como também entidades estudantis e associações de moradores dos bairros prejudicados com a mudança dos Juizados Especiais para o Fórum do Calhau.

 

Para esta campanha, ligada diretamente às comunidades da capital, a idéia é promover uma ação a partir de uma construção coletiva, aberta, onde todos possam ser ouvidos, gerando uma grande ação em favor da permanência (e até ampliação) dos Juizados Especiais e da efetiva democratização do Poder Judiciário do Maranhão.

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Servidores em greve promovem encontro para discutir mudança dos Juizados Especiais

10/08/2011 | 00:00 - matéria visualizada 259 vezes

Nesta quinta, dia 11 de agosto, às 18h30min, haverá uma reunião na sede do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (SINDJUS),  para tratar de uma campanha de combate a mudança de endereço de treze juizados Cíveis e das Relações de Consumo e de três juizados Especiais Criminais de São Luís. De acordo com recente decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), até o final deste ano, estes 16 juizados passarão a funcionar no Fórum “Desembargador Sarney Costa”, no bairro do Calhau.

 

Isto representará um prejuízo para inúmeras comunidades que vivem em diferentes pontos da cidade de São Luís. Estes juizados deixarão de funcionar em bairros como Anil, João de Deus, Maracanã, Cidade Operária, Coroado, Anjo da Guarda, Cohab, Turu, Monte Castelo,  São Francisco e  Cohama. De acordo com a decisão do TJMA, a população vai deixar de ter um serviço próximo a sua casa, tendo que se deslocar até um local distante e de difícil acesso.

 

A convocação para a reunião está sendo feita pelo SINDJUS. Na opinião do presidente do sindicato, Anibal Lins, “a mudança de endereço dos juizados é uma medida injustificável e fruto de quem administra o Poder Judiciário de costas para o povo e sob uma perspectiva elitista”.

 

Essa articulação do SINDJUS nasceu a partir de contatos com diferentes setores da sociedade civil, incluindo pessoas que vivem e atuam nas áreas mais prejudicadas, entre militantes de comunidades eclesiais de base, conselheiros tutelares, estudantes, rádios comunitárias, associações etc.

 

Para a reunião foram convidadas também as Centrais Sindicais, representantes da Câmara de Vereadores e da Assembléia Legislativa, da Comissão Justiça e Paz, da Cáritas Brasileira, do Tribunal Popular do Judiciário, iniciativa ligada à defesa dos Direitos Humanos, como também entidades estudantis e associações de moradores dos bairros prejudicados com a mudança dos Juizados Especiais para o Fórum do Calhau.

 

Para esta campanha, ligada diretamente às comunidades da capital, a idéia é promover uma ação a partir de uma construção coletiva, aberta, onde todos possam ser ouvidos, gerando uma grande ação em favor da permanência (e até ampliação) dos Juizados Especiais e da efetiva democratização do Poder Judiciário do Maranhão.

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