Os servidores da comarca de Magalhães de Almeida realizaram, que continuam em greve apesar do desconto imposto pelo presidente Jamil Gedeon dos dias parados, realizaram um ato público para comunicar que aderiram à greve geral dos servidores do judiciário maranhense iniciada na última terça-feira (09).

 

 

Eles promoveram um lanche que também contou com a presença da Juíza Jaqueline Cunha e de outras pessoas que estavam presente no local. “A nossa greve não visa prejudicar a população, mas garantir nossos direitos”, ressaltou a oficiala de justiça, Juci Lima.

 

 

Toda comarca está em greve, funcionando apenas os serviços essenciais como: petições e atos processuais, com pedidos de liminares que envolvam réu preso, risco de morte, re-ligação de energia, re-ligação de água, e internações.

 

De acordo, com Valterly Duarte, auxiliar judiciário da Comarca de Magalhães de Almeida, a adesão maciça dos servidores pode facilitar uma negociação mais rápida com o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que até agora não sinalizou com nenhuma contraproposta satisfatória para a categoria.

Os grevistas querem, dentre outras reivindicações, a reposição das perdas inflacionárias da categoria, reajuste dos auxílios alimentação e transporte, melhores condições de trabalho e a definição de uma data base para as negociações salariais junto ao Tribunal de Justiça.

 

 

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Eles promoveram um lanche que também contou com a presença da Juíza Jaqueline Cunha e de outras pessoas que estavam presente no local. “A nossa greve não visa prejudicar a população, mas garantir nossos direitos”, ressaltou a oficiala de justiça, Juci Lima.

 

 

Toda comarca está em greve, funcionando apenas os serviços essenciais como: petições e atos processuais, com pedidos de liminares que envolvam réu preso, risco de morte, re-ligação de energia, re-ligação de água, e internações.

 

De acordo, com Valterly Duarte, auxiliar judiciário da Comarca de Magalhães de Almeida, a adesão maciça dos servidores pode facilitar uma negociação mais rápida com o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que até agora não sinalizou com nenhuma contraproposta satisfatória para a categoria.

Os grevistas querem, dentre outras reivindicações, a reposição das perdas inflacionárias da categoria, reajuste dos auxílios alimentação e transporte, melhores condições de trabalho e a definição de uma data base para as negociações salariais junto ao Tribunal de Justiça.

 

 

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Servidores de Magalhães de Almeida se mantêm firmes na greve

26/08/2011 | 00:00 - matéria visualizada 235 vezes

Os servidores da comarca de Magalhães de Almeida realizaram, que continuam em greve apesar do desconto imposto pelo presidente Jamil Gedeon dos dias parados, realizaram um ato público para comunicar que aderiram à greve geral dos servidores do judiciário maranhense iniciada na última terça-feira (09).

 

 

Eles promoveram um lanche que também contou com a presença da Juíza Jaqueline Cunha e de outras pessoas que estavam presente no local. “A nossa greve não visa prejudicar a população, mas garantir nossos direitos”, ressaltou a oficiala de justiça, Juci Lima.

 

 

Toda comarca está em greve, funcionando apenas os serviços essenciais como: petições e atos processuais, com pedidos de liminares que envolvam réu preso, risco de morte, re-ligação de energia, re-ligação de água, e internações.

 


De acordo, com Valterly Duarte, auxiliar judiciário da Comarca de Magalhães de Almeida, a adesão maciça dos servidores pode facilitar uma negociação mais rápida com o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que até agora não sinalizou com nenhuma contraproposta satisfatória para a categoria.

Os grevistas querem, dentre outras reivindicações, a reposição das perdas inflacionárias da categoria, reajuste dos auxílios alimentação e transporte, melhores condições de trabalho e a definição de uma data base para as negociações salariais junto ao Tribunal de Justiça.