Depois de produtivos e exaustivos debates, praticamente ininterruptos, na madrugada do último domingo, 13 de novembro, em Maceió/AL, os delegados do 8º Congresso dos Servidores do Judiciário nos Estados (Conseju), decidiram por suspender o Congresso sem eleger a nova diretoria da Fenajud, o que ocorrerá em 90 dias, quando as atividades congressistas forem retomadas.

 

 

Apesar de inúmeras tentativas, não se chegou a uma chapa de unidade para a Fenajud, criando um ambiente polarizado para a eleição, marcada para acontecer no final da tarde de sábado, 12. Com o acirramento da disputa, nenhum delegado conseguiu ficar indiferente ao processo, pelo contrário, todos acompanhavam tudo com atenção.

 

 

 Duas chapas concorrentes à Diretoria da Federação foram inscritas: Chapa 1 – “Por uma Fenajud democrática e unitária”, tendo Volnei Rosalem (Santa Catarina) à frente; e a Chapa 2 – “Avançando na luta”, encabeçada por Luís Fernando Sousa (Minas Gerais).

 

 

Após as defesas das chapas, por volta das 20h, o plenário passou a apreciar as contas da atual gestão da Fenajud, enquanto a Comissão Eleitoral preparava, estruturalmente, o pleito.

 

 

Durante a prestação de contas da FENAJUD, o conselho fiscal apenas leu um relatório para os presentes, sem apresentar nada, por conta disso, a plenária questionou bastante. De acordo com a atual presidente da entidade, isso foi um problema de logística no hotel do evento, por isso não foi possível imprimir e copiar os relatórios para entregar aos presentes e interessados.

 

 

Sem a possibilidade de análise dos números a plenária recusou as contas da FENAJUD com uma diferença de 18 votos. Aprovaram 60 e negaram 78. Com isso, o presidente do Sindjus, Anibal Lins, levantou uma questão de ordem para manifestar o entendimento da delegação maranhense de que todos os atuais diretores ficaram inelegíveis e impedidos de participar do pleito. Embora o estatuto da entidade não preveja tal punição, a vedação está prevista na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). 

 

 

Para o sindicalista, “o processo eleitoral deveria prosseguir, mas sem a participação de qualquer dos atuais diretores da federação como candidatos”, contestou. Havia diretores da FENAJUD nas duas chapas inscritas. 

 

 

O impasse durou horas, levando a Comissão Eleitoral a renunciar, o que aumentou ainda mais o tumulto. Os suplentes da Comissão Eleitoral assumiram as funções, precisando de mais tempo para se inteirar do processo e ler os documentos da eleição. Por volta das 02 horas da madrugada, os diretores da Fenajud que compunham as duas chapas renunciaram às suas candidaturas, mas, a esta altura, os membros das chapas concorrentes já não viam mais condições de realização da eleição, por conta de questões estruturais do momento, como delegados que, muito cansados, já não se encontravam no plenário, a falta de unidade após o Congresso, entre outras coisas.

 

 

Após muita confusão e ofensas pessoais, já chegavam às 3 da madrugada (horário local), os candidatos a presidente pelas duas chapas inscritas propuseram que o congresso fosse adiado e programado para ocorrer no prazo de 90 dias, na capital federal, o que foi aceito pelos delegados presentes. Maria José Silva, presidente do Fenajud e do Sindicato dos Servidores da Justiça da Bahia, informou que as contas da federação agora serão apresentadas judicialmente.

 

 

Os presidentes dos sindicatos filiados à Fenajud se reunirão em Brasília no dia 15 de dezembro para organizar o congresso extraordinário, e a retomada das eleições no prazo de noventa dias.

 

Texto corrigido, às 09h29 do dia 16/11/11.

 

 

 

 

 

 

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Apesar de inúmeras tentativas, não se chegou a uma chapa de unidade para a Fenajud, criando um ambiente polarizado para a eleição, marcada para acontecer no final da tarde de sábado, 12. Com o acirramento da disputa, nenhum delegado conseguiu ficar indiferente ao processo, pelo contrário, todos acompanhavam tudo com atenção.

 

 

 Duas chapas concorrentes à Diretoria da Federação foram inscritas: Chapa 1 – “Por uma Fenajud democrática e unitária”, tendo Volnei Rosalem (Santa Catarina) à frente; e a Chapa 2 – “Avançando na luta”, encabeçada por Luís Fernando Sousa (Minas Gerais).

 

 

Após as defesas das chapas, por volta das 20h, o plenário passou a apreciar as contas da atual gestão da Fenajud, enquanto a Comissão Eleitoral preparava, estruturalmente, o pleito.

 

 

Durante a prestação de contas da FENAJUD, o conselho fiscal apenas leu um relatório para os presentes, sem apresentar nada, por conta disso, a plenária questionou bastante. De acordo com a atual presidente da entidade, isso foi um problema de logística no hotel do evento, por isso não foi possível imprimir e copiar os relatórios para entregar aos presentes e interessados.

 

 

Sem a possibilidade de análise dos números a plenária recusou as contas da FENAJUD com uma diferença de 18 votos. Aprovaram 60 e negaram 78. Com isso, o presidente do Sindjus, Anibal Lins, levantou uma questão de ordem para manifestar o entendimento da delegação maranhense de que todos os atuais diretores ficaram inelegíveis e impedidos de participar do pleito. Embora o estatuto da entidade não preveja tal punição, a vedação está prevista na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). 

 

 

Para o sindicalista, “o processo eleitoral deveria prosseguir, mas sem a participação de qualquer dos atuais diretores da federação como candidatos”, contestou. Havia diretores da FENAJUD nas duas chapas inscritas. 

 

 

O impasse durou horas, levando a Comissão Eleitoral a renunciar, o que aumentou ainda mais o tumulto. Os suplentes da Comissão Eleitoral assumiram as funções, precisando de mais tempo para se inteirar do processo e ler os documentos da eleição. Por volta das 02 horas da madrugada, os diretores da Fenajud que compunham as duas chapas renunciaram às suas candidaturas, mas, a esta altura, os membros das chapas concorrentes já não viam mais condições de realização da eleição, por conta de questões estruturais do momento, como delegados que, muito cansados, já não se encontravam no plenário, a falta de unidade após o Congresso, entre outras coisas.

 

 

Após muita confusão e ofensas pessoais, já chegavam às 3 da madrugada (horário local), os candidatos a presidente pelas duas chapas inscritas propuseram que o congresso fosse adiado e programado para ocorrer no prazo de 90 dias, na capital federal, o que foi aceito pelos delegados presentes. Maria José Silva, presidente do Fenajud e do Sindicato dos Servidores da Justiça da Bahia, informou que as contas da federação agora serão apresentadas judicialmente.

 

 

Os presidentes dos sindicatos filiados à Fenajud se reunirão em Brasília no dia 15 de dezembro para organizar o congresso extraordinário, e a retomada das eleições no prazo de noventa dias.

 

Texto corrigido, às 09h29 do dia 16/11/11.

 

 

 

 

 

 

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VIII Congresso da FENAJUD termina em tumulto e sem eleger nova direção

15/11/2011 | 00:00 - matéria visualizada 392 vezes

Depois de produtivos e exaustivos debates, praticamente ininterruptos, na madrugada do último domingo, 13 de novembro, em Maceió/AL, os delegados do 8º Congresso dos Servidores do Judiciário nos Estados (Conseju), decidiram por suspender o Congresso sem eleger a nova diretoria da Fenajud, o que ocorrerá em 90 dias, quando as atividades congressistas forem retomadas.

 

 

Apesar de inúmeras tentativas, não se chegou a uma chapa de unidade para a Fenajud, criando um ambiente polarizado para a eleição, marcada para acontecer no final da tarde de sábado, 12. Com o acirramento da disputa, nenhum delegado conseguiu ficar indiferente ao processo, pelo contrário, todos acompanhavam tudo com atenção.

 

 

 Duas chapas concorrentes à Diretoria da Federação foram inscritas: Chapa 1 – “Por uma Fenajud democrática e unitária”, tendo Volnei Rosalem (Santa Catarina) à frente; e a Chapa 2 – “Avançando na luta”, encabeçada por Luís Fernando Sousa (Minas Gerais).

 

 

Após as defesas das chapas, por volta das 20h, o plenário passou a apreciar as contas da atual gestão da Fenajud, enquanto a Comissão Eleitoral preparava, estruturalmente, o pleito.

 

 

Durante a prestação de contas da FENAJUD, o conselho fiscal apenas leu um relatório para os presentes, sem apresentar nada, por conta disso, a plenária questionou bastante. De acordo com a atual presidente da entidade, isso foi um problema de logística no hotel do evento, por isso não foi possível imprimir e copiar os relatórios para entregar aos presentes e interessados.

 

 

Sem a possibilidade de análise dos números a plenária recusou as contas da FENAJUD com uma diferença de 18 votos. Aprovaram 60 e negaram 78. Com isso, o presidente do Sindjus, Anibal Lins, levantou uma questão de ordem para manifestar o entendimento da delegação maranhense de que todos os atuais diretores ficaram inelegíveis e impedidos de participar do pleito. Embora o estatuto da entidade não preveja tal punição, a vedação está prevista na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). 

 

 

Para o sindicalista, “o processo eleitoral deveria prosseguir, mas sem a participação de qualquer dos atuais diretores da federação como candidatos”, contestou. Havia diretores da FENAJUD nas duas chapas inscritas. 

 

 

O impasse durou horas, levando a Comissão Eleitoral a renunciar, o que aumentou ainda mais o tumulto. Os suplentes da Comissão Eleitoral assumiram as funções, precisando de mais tempo para se inteirar do processo e ler os documentos da eleição. Por volta das 02 horas da madrugada, os diretores da Fenajud que compunham as duas chapas renunciaram às suas candidaturas, mas, a esta altura, os membros das chapas concorrentes já não viam mais condições de realização da eleição, por conta de questões estruturais do momento, como delegados que, muito cansados, já não se encontravam no plenário, a falta de unidade após o Congresso, entre outras coisas.

 

 

Após muita confusão e ofensas pessoais, já chegavam às 3 da madrugada (horário local), os candidatos a presidente pelas duas chapas inscritas propuseram que o congresso fosse adiado e programado para ocorrer no prazo de 90 dias, na capital federal, o que foi aceito pelos delegados presentes. Maria José Silva, presidente do Fenajud e do Sindicato dos Servidores da Justiça da Bahia, informou que as contas da federação agora serão apresentadas judicialmente.

 

 

Os presidentes dos sindicatos filiados à Fenajud se reunirão em Brasília no dia 15 de dezembro para organizar o congresso extraordinário, e a retomada das eleições no prazo de noventa dias.

 

Texto corrigido, às 09h29 do dia 16/11/11.


 


 

 

 

 

 

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