Conselho do Sindjus autoriza participação em ações em defesa do Hospital Carlos Macieira
1/04/2012 | 00:00 - matéria visualizada 342 vezesPor consenso, o Conselho de Representantes Sindicais Regionais do Sindjus autorizou na tarde deste sábado (31) a participação da entidade no ajuização de ação civil publica para que o Hospital Carlos Macieira seja devolvido para os servidores públicos maranhense.
A decisão foi aprovada com duas ressalvas: o Sindjus deverá participar da ação civil pública, desde que o movimento conte com a participação também de diversas outras entidades sindicais representativas do funcionalismo; e a participação do Sindjus deverá se ater à defesa dos interesses e direitos dos servidores do Poder Judicário de serem atendidos no referido hospital, não corroborando qualquer posição político-partidária de oposição à atual governadora do estado.
O Estatuto Social do Sindjus veda o alinhamento da entidade aos partidos políticos em geral.
INTERESSE PÚBLICO
Diversas sindicais estão em campanha reivindicando do governo estadual a devolução do Hospital do Carlos Macieira aos servidores públicos. Até agora, quinze entidades das categorias de funcionários públicos se engajaram no movimento.
Entre elas, destacam-se: Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (Sindjus-MA), Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Sindicato dos Servidores de Estado da Saúde do Maranhão (SINDSESMA), Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) e a Federação dos Servidores Públicos no Estado do Maranhão (FESEP-MA), que criticam a mudança do atendimento para o Hospital São Luís, localizado na Estrada da Mata, no município de São José de Ribamar.
Os servidores públicos denunciam que além de o governo ter suspendido o atendimento ao servidor no Carlos Macieira, transferiu o atendimento aos servidores para uma unidade terceirizada que não tem a mesma estrutura do Ipem.
Informam ainda sobre a dificuldade de acesso e que unidade do Hospital São Luis não está atendendo plenamente a categoria, pois a unidade de saúde não oferece atendimento de emergência. Os servidores que buscam esse tipo de serviço de saúde estão sendo orientados a se dirigir às unidades de pronto atendimento (UPAs).
A decisão pela transferência dos atendimentos foi tomada pelo Conselho Superior do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Consup), órgão do governo do estado, em novembro de 2011.

