A credibilidade e capacidade de diálogo do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão junto aos mais diferentes setores da sociedade civil tem motivado várias outras categorias de trabalhadores a buscar apoio dos dirigentes do nosso sindicato para aumentar as chances de verem atendidas também as suas reivindicações específicas.
Os dois mais recentes episódios nesse sentido envolvem policiais civis e militares do Maranhão. Os primeiros, em greve há dez dias, por duas vezes esta semana, na segunda e na quarta feira, foram recebidos pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Raimundo Cutrim, em atenção a um pedido do presidente do SINDJUS, Anibal Lins.
Lins fora procurado por integrantes do comando de greve dos policiais civis, preocupados com a falta de canais eficazes para negociar com o governo o fim do movimento paredista. Ao presidente do SINDJUS, as lideranças sindicais da Polícia Civil relataram seu interesse no apoio do Judiciário para encontrar uma solução, rápida e pacífica, para a mais nova crise que se abateu sobre o sistema estadual de segurança pública.
Nos dois encontros com os líderes da polícia civil, articulados pelo sindicalista Anibal Lins, o presidente Raimundo Cutrim lembrou aos grevistas que há uma decisão judicial sua determinando a continuidade dos serviços da polícia civil e do sistema penitenciário por sua essencialidade à ordem pública, a qual precisa ser respeitada. O magistrado sugeriu ainda às entidades de classe da polícia civil que suspendessem a paralisação e buscassem outras formas de obter o atendimento de suas reivindicações junto ao governo.
Em atenção ao pedido dos policiais civis para que tentasse intermediar uma solução pacífica para a greve, o presidente Cutrim contactou posteriormente o governador Jackson Lago, a quem solicitou que dialogasse com a categoria, que reivindica a implantação do seu Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), já determinado inclusive judicialmente desde ano passado.
Por sua vez, o governador Jackson Lago, em atenção ao Chefe do Judiciário Maranhense, determinou ao secretário Azziz Santos, titular da pasta do Planejamento, que recebesse os servidores em greve e retomasse as negociações. O encontro entre as partes está previsto para acontecer nas próximas horas.
O SINDJUS faz votos de que os policiais civis, agentes penitenciários e peritos criminais consigam também concretizar suas legítimas aspirações classistas, restabelecendo o mais brevemente possível a normalidade dos seus serviços à população de nosso estado.
Militares
Por sua vez, Anibal Lins também tem sido procurado por vários policiais militares que prestam serviços para o Tribunal de Justiça para que lhes consiga o auxilio alimentação que os servidores civis já recebem.
Os policiais militares reclamam, com razão, que trabalham em tempo integral zelando pela segurança dos bens móveis e imóveis do Judiciário Maranhense, assim como de seus servidores e magistrados, tendo, porém, que arcar sozinhos com suas despesas com refeições.
Alguns destes, inclusive, cobraram, reservadamente, providências do SINDJUS para que não sejam obrigados a fazer a guarda das residências de alguns magistrados, em razão de alguns constrangimentos e incidentes que já ocorreram e porque isto é vedado legalmente, salvo no cumprimento de decisão judicial e para proteção de residências oficiais de membros de Poder.
Apesar do SINDJUS não poder atuar como representante legal dos policiais militares à disposição do TJMA, uma petição foi protocolada ao Corregedor Geral da Justiça Jamil Gedeon Neto, na última quarta feira, 14/01, pedindo providências para algumas reivindicações também desses trabalhadores.
Para Anibal Lins, que também é vice-presidente da CONFEDERAÇÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO BRASIL (CSPB), “o importante é que a lei seja respeitada e efetivamente capaz de promover Justiça e cidadania para todos”, finalizou assim o sindicalista.
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A credibilidade e capacidade de diálogo do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão junto aos mais diferentes setores da sociedade civil tem motivado várias outras categorias de trabalhadores a buscar apoio dos dirigentes do nosso sindicato para aumentar as chances de verem atendidas também as suas reivindicações específicas.
Os dois mais recentes episódios nesse sentido envolvem policiais civis e militares do Maranhão. Os primeiros, em greve há dez dias, por duas vezes esta semana, na segunda e na quarta feira, foram recebidos pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Raimundo Cutrim, em atenção a um pedido do presidente do SINDJUS, Anibal Lins.
Lins fora procurado por integrantes do comando de greve dos policiais civis, preocupados com a falta de canais eficazes para negociar com o governo o fim do movimento paredista. Ao presidente do SINDJUS, as lideranças sindicais da Polícia Civil relataram seu interesse no apoio do Judiciário para encontrar uma solução, rápida e pacífica, para a mais nova crise que se abateu sobre o sistema estadual de segurança pública.
Nos dois encontros com os líderes da polícia civil, articulados pelo sindicalista Anibal Lins, o presidente Raimundo Cutrim lembrou aos grevistas que há uma decisão judicial sua determinando a continuidade dos serviços da polícia civil e do sistema penitenciário por sua essencialidade à ordem pública, a qual precisa ser respeitada. O magistrado sugeriu ainda às entidades de classe da polícia civil que suspendessem a paralisação e buscassem outras formas de obter o atendimento de suas reivindicações junto ao governo.
Em atenção ao pedido dos policiais civis para que tentasse intermediar uma solução pacífica para a greve, o presidente Cutrim contactou posteriormente o governador Jackson Lago, a quem solicitou que dialogasse com a categoria, que reivindica a implantação do seu Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), já determinado inclusive judicialmente desde ano passado.
Por sua vez, o governador Jackson Lago, em atenção ao Chefe do Judiciário Maranhense, determinou ao secretário Azziz Santos, titular da pasta do Planejamento, que recebesse os servidores em greve e retomasse as negociações. O encontro entre as partes está previsto para acontecer nas próximas horas.
O SINDJUS faz votos de que os policiais civis, agentes penitenciários e peritos criminais consigam também concretizar suas legítimas aspirações classistas, restabelecendo o mais brevemente possível a normalidade dos seus serviços à população de nosso estado.
Militares
Por sua vez, Anibal Lins também tem sido procurado por vários policiais militares que prestam serviços para o Tribunal de Justiça para que lhes consiga o auxilio alimentação que os servidores civis já recebem.
Os policiais militares reclamam, com razão, que trabalham em tempo integral zelando pela segurança dos bens móveis e imóveis do Judiciário Maranhense, assim como de seus servidores e magistrados, tendo, porém, que arcar sozinhos com suas despesas com refeições.
Alguns destes, inclusive, cobraram, reservadamente, providências do SINDJUS para que não sejam obrigados a fazer a guarda das residências de alguns magistrados, em razão de alguns constrangimentos e incidentes que já ocorreram e porque isto é vedado legalmente, salvo no cumprimento de decisão judicial e para proteção de residências oficiais de membros de Poder.
Apesar do SINDJUS não poder atuar como representante legal dos policiais militares à disposição do TJMA, uma petição foi protocolada ao Corregedor Geral da Justiça Jamil Gedeon Neto, na última quarta feira, 14/01, pedindo providências para algumas reivindicações também desses trabalhadores.
Para Anibal Lins, que também é vice-presidente da CONFEDERAÇÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO BRASIL (CSPB), “o importante é que a lei seja respeitada e efetivamente capaz de promover Justiça e cidadania para todos”, finalizou assim o sindicalista.
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Policiais pedem apoio do SINDJUS para suas reivindicações
15/01/2009 | 00:00 - matéria visualizada 315 vezes
A credibilidade e capacidade de diálogo do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão junto aos mais diferentes setores da sociedade civil tem motivado várias outras categorias de trabalhadores a buscar apoio dos dirigentes do nosso sindicato para aumentar as chances de verem atendidas também as suas reivindicações específicas.
Os dois mais recentes episódios nesse sentido envolvem policiais civis e militares do Maranhão. Os primeiros, em greve há dez dias, por duas vezes esta semana, na segunda e na quarta feira, foram recebidos pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Raimundo Cutrim, em atenção a um pedido do presidente do SINDJUS, Anibal Lins.
Lins fora procurado por integrantes do comando de greve dos policiais civis, preocupados com a falta de canais eficazes para negociar com o governo o fim do movimento paredista. Ao presidente do SINDJUS, as lideranças sindicais da Polícia Civil relataram seu interesse no apoio do Judiciário para encontrar uma solução, rápida e pacífica, para a mais nova crise que se abateu sobre o sistema estadual de segurança pública.
Nos dois encontros com os líderes da polícia civil, articulados pelo sindicalista Anibal Lins, o presidente Raimundo Cutrim lembrou aos grevistas que há uma decisão judicial sua determinando a continuidade dos serviços da polícia civil e do sistema penitenciário por sua essencialidade à ordem pública, a qual precisa ser respeitada. O magistrado sugeriu ainda às entidades de classe da polícia civil que suspendessem a paralisação e buscassem outras formas de obter o atendimento de suas reivindicações junto ao governo.
Em atenção ao pedido dos policiais civis para que tentasse intermediar uma solução pacífica para a greve, o presidente Cutrim contactou posteriormente o governador Jackson Lago, a quem solicitou que dialogasse com a categoria, que reivindica a implantação do seu Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), já determinado inclusive judicialmente desde ano passado.
Por sua vez, o governador Jackson Lago, em atenção ao Chefe do Judiciário Maranhense, determinou ao secretário Azziz Santos, titular da pasta do Planejamento, que recebesse os servidores em greve e retomasse as negociações. O encontro entre as partes está previsto para acontecer nas próximas horas.
O SINDJUS faz votos de que os policiais civis, agentes penitenciários e peritos criminais consigam também concretizar suas legítimas aspirações classistas, restabelecendo o mais brevemente possível a normalidade dos seus serviços à população de nosso estado.
Militares
Por sua vez, Anibal Lins também tem sido procurado por vários policiais militares que prestam serviços para o Tribunal de Justiça para que lhes consiga o auxilio alimentação que os servidores civis já recebem.
Os policiais militares reclamam, com razão, que trabalham em tempo integral zelando pela segurança dos bens móveis e imóveis do Judiciário Maranhense, assim como de seus servidores e magistrados, tendo, porém, que arcar sozinhos com suas despesas com refeições.
Alguns destes, inclusive, cobraram, reservadamente, providências do SINDJUS para que não sejam obrigados a fazer a guarda das residências de alguns magistrados, em razão de alguns constrangimentos e incidentes que já ocorreram e porque isto é vedado legalmente, salvo no cumprimento de decisão judicial e para proteção de residências oficiais de membros de Poder.
Apesar do SINDJUS não poder atuar como representante legal dos policiais militares à disposição do TJMA, uma petição foi protocolada ao Corregedor Geral da Justiça Jamil Gedeon Neto, na última quarta feira, 14/01, pedindo providências para algumas reivindicações também desses trabalhadores.
Para Anibal Lins, que também é vice-presidente da CONFEDERAÇÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO BRASIL (CSPB), “o importante é que a lei seja respeitada e efetivamente capaz de promover Justiça e cidadania para todos”, finalizou assim o sindicalista.