Na manhã desta quinta-feira, dia 26, o presidente do Sindjus, Aníbal Lins, e o governador do Maranhão, Jackson Lago, reuniram-se pela manhã no Hotel Novo Mundo, Rio de Janeiro. Como presidente do Sindjus e vice-presidente da Confederação Brasileira de Servidores Públicos do Brasil � CBSP, Aníbal Lins marcou esse encontro com o governador para tratar de diversos assuntos de interesse do funcionalismo público.

Durante o encontro, os representantes discutiram, entre outros assuntos, sobre a realização de concursos públicos para provimento de cargos ocupados por trabalhadores terceirizados, alteração do Estatuto dos Servidores da Administração Pública Estadual do Maranhão � Lei 6.107/94, e sobre o pagamento dos retroativos do auxílio moradia aos juízes e desembargadores maranhenses que ultrapassam a casa dos 60 millhões reais.

Aníbal Lins pediu ao governador que ele autorize a realização de concursos para preencher os cargos que são ocupados por trabalhadores terceirizados nas áreas da saúde e educação. O governador se mostrou favorável ao pedido do sindicalista, mas explicou que no momento o governo está terminando de construir algumas novas escolas e aguarda a confirmação de seu mandato pela Justiça Eleitoral para dar continuidade a algumas demandas como esta de realizar concursos públicos para o magistério e para cargos efetivos na saúde pública.

O presidente do Sindjus também pediu a Jackson Lago que envie projeto de lei à Assembléia Legislativa, propondo a alteração do Estatuto dos Servidores da Administração Pública Estadual do Maranhão � Lei 6.107/94, de modo a permitir que os servidores efetivos em geral tenham garantido o direito à licença remunerada para fazer quaisquer cursos de pós-graduação. O sindicalista invocou iniciativa semelhante no plano federal, patrocinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ressaltou que existe uma forte resistência por parte do Tribunal de Justiça de conceder esse tipo licença para seus servidores. O governador se comprometeu a discutir a questão com seus assessores e ressaltou que já deferiu vários pedidos dessa natureza para servidores do Executivo.

Sobre o pagamento dos retroativos do auxílio moradia aos juízes e magistrados do TJMA, Aníbal Lins destacou que esse assunto despertou uma enorme polêmica entre os servidores e pediu o apoio do governador Jackson Lago para o atendimento de reivindicações semelhantes dos servidores do Judiciário Estadual. Ao sindicalista, o governador respondeu que o Tribunal de Justiça tem seu próprio orçamento, e que se as reivindicações forem compatíveis com esse orçamento, o seu governo não fará nenhuma restrição.

O encontro aconteceu em tom amistoso e foi marcado para o Rio de Janeiro por ter sido a manhã de hoje o único momento livre na agenda do governador Jackson Lago para receber o sindicalista em caráter de urgência. A agenda do chefe do Executivo está bastante comprometida por força de vários compromissos já marcados com bastante antecedência. Hoje, após receber o presidente do SINDJUS, o governador Jackson Lago concedeu uma entrevista coletiva para correspondentes estrangeiros, retornando em seguida ao Maranhão.

Aníbal Lins foi assessor do governador Jackson Lago, quando este ocupou a prefeitura de São Luís, entre 1996 e 2000.

DESDOBRAMENTOS

Diante da polêmica sobre a origem dos recursos, sobre a legalidade do pagamento de parcelas retroativas (supostamente prescritas) de auxílio moradia para juízes e desembargadores e sobre a possibilidade disto comprometer, irremediavelmente, o orçamento do Tribunal de Justiça e bloquear o atendimento de demandas salariais dos servidores pelos próximos cinco anos, polêmica esta que não se esclareceu com o encontro hoje entre Aníbal Lins e o governador Jackson Lago, o Sindjus reafirma seu firme propósito de ter acesso à cópia integral do processo administrativo que autorizou o pagamento dessas verbas. �Se é recurso público, todo e qualquer cidadão é parte legítima, sim, para saber de onde esse dinheiro sairá. Não faz sentido o TJ não nos fornecer cópia desse processo. Pelo contrário, caso isto aconteça, será a confissão pública de que existe algo ilegal, imoralmente e indefensável nessa decisão�, finalizou Aníbal Lins.

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Durante o encontro, os representantes discutiram, entre outros assuntos, sobre a realização de concursos públicos para provimento de cargos ocupados por trabalhadores terceirizados, alteração do Estatuto dos Servidores da Administração Pública Estadual do Maranhão � Lei 6.107/94, e sobre o pagamento dos retroativos do auxílio moradia aos juízes e desembargadores maranhenses que ultrapassam a casa dos 60 millhões reais.

Aníbal Lins pediu ao governador que ele autorize a realização de concursos para preencher os cargos que são ocupados por trabalhadores terceirizados nas áreas da saúde e educação. O governador se mostrou favorável ao pedido do sindicalista, mas explicou que no momento o governo está terminando de construir algumas novas escolas e aguarda a confirmação de seu mandato pela Justiça Eleitoral para dar continuidade a algumas demandas como esta de realizar concursos públicos para o magistério e para cargos efetivos na saúde pública.

O presidente do Sindjus também pediu a Jackson Lago que envie projeto de lei à Assembléia Legislativa, propondo a alteração do Estatuto dos Servidores da Administração Pública Estadual do Maranhão � Lei 6.107/94, de modo a permitir que os servidores efetivos em geral tenham garantido o direito à licença remunerada para fazer quaisquer cursos de pós-graduação. O sindicalista invocou iniciativa semelhante no plano federal, patrocinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ressaltou que existe uma forte resistência por parte do Tribunal de Justiça de conceder esse tipo licença para seus servidores. O governador se comprometeu a discutir a questão com seus assessores e ressaltou que já deferiu vários pedidos dessa natureza para servidores do Executivo.

Sobre o pagamento dos retroativos do auxílio moradia aos juízes e magistrados do TJMA, Aníbal Lins destacou que esse assunto despertou uma enorme polêmica entre os servidores e pediu o apoio do governador Jackson Lago para o atendimento de reivindicações semelhantes dos servidores do Judiciário Estadual. Ao sindicalista, o governador respondeu que o Tribunal de Justiça tem seu próprio orçamento, e que se as reivindicações forem compatíveis com esse orçamento, o seu governo não fará nenhuma restrição.

O encontro aconteceu em tom amistoso e foi marcado para o Rio de Janeiro por ter sido a manhã de hoje o único momento livre na agenda do governador Jackson Lago para receber o sindicalista em caráter de urgência. A agenda do chefe do Executivo está bastante comprometida por força de vários compromissos já marcados com bastante antecedência. Hoje, após receber o presidente do SINDJUS, o governador Jackson Lago concedeu uma entrevista coletiva para correspondentes estrangeiros, retornando em seguida ao Maranhão.

Aníbal Lins foi assessor do governador Jackson Lago, quando este ocupou a prefeitura de São Luís, entre 1996 e 2000.

DESDOBRAMENTOS

Diante da polêmica sobre a origem dos recursos, sobre a legalidade do pagamento de parcelas retroativas (supostamente prescritas) de auxílio moradia para juízes e desembargadores e sobre a possibilidade disto comprometer, irremediavelmente, o orçamento do Tribunal de Justiça e bloquear o atendimento de demandas salariais dos servidores pelos próximos cinco anos, polêmica esta que não se esclareceu com o encontro hoje entre Aníbal Lins e o governador Jackson Lago, o Sindjus reafirma seu firme propósito de ter acesso à cópia integral do processo administrativo que autorizou o pagamento dessas verbas. �Se é recurso público, todo e qualquer cidadão é parte legítima, sim, para saber de onde esse dinheiro sairá. Não faz sentido o TJ não nos fornecer cópia desse processo. Pelo contrário, caso isto aconteça, será a confissão pública de que existe algo ilegal, imoralmente e indefensável nessa decisão�, finalizou Aníbal Lins.

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Jackson Lago e Anibal Lins conversam sobre demandas do funcionalismo

26/03/2009 | 00:00 - matéria visualizada 278 vezes

Na manhã desta quinta-feira, dia 26, o presidente do Sindjus, Aníbal Lins, e o governador do Maranhão, Jackson Lago, reuniram-se pela manhã no Hotel Novo Mundo, Rio de Janeiro. Como presidente do Sindjus e vice-presidente da Confederação Brasileira de Servidores Públicos do Brasil � CBSP, Aníbal Lins marcou esse encontro com o governador para tratar de diversos assuntos de interesse do funcionalismo público.

Durante o encontro, os representantes discutiram, entre outros assuntos, sobre a realização de concursos públicos para provimento de cargos ocupados por trabalhadores terceirizados, alteração do Estatuto dos Servidores da Administração Pública Estadual do Maranhão � Lei 6.107/94, e sobre o pagamento dos retroativos do auxílio moradia aos juízes e desembargadores maranhenses que ultrapassam a casa dos 60 millhões reais.

Aníbal Lins pediu ao governador que ele autorize a realização de concursos para preencher os cargos que são ocupados por trabalhadores terceirizados nas áreas da saúde e educação. O governador se mostrou favorável ao pedido do sindicalista, mas explicou que no momento o governo está terminando de construir algumas novas escolas e aguarda a confirmação de seu mandato pela Justiça Eleitoral para dar continuidade a algumas demandas como esta de realizar concursos públicos para o magistério e para cargos efetivos na saúde pública.

O presidente do Sindjus também pediu a Jackson Lago que envie projeto de lei à Assembléia Legislativa, propondo a alteração do Estatuto dos Servidores da Administração Pública Estadual do Maranhão � Lei 6.107/94, de modo a permitir que os servidores efetivos em geral tenham garantido o direito à licença remunerada para fazer quaisquer cursos de pós-graduação. O sindicalista invocou iniciativa semelhante no plano federal, patrocinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ressaltou que existe uma forte resistência por parte do Tribunal de Justiça de conceder esse tipo licença para seus servidores. O governador se comprometeu a discutir a questão com seus assessores e ressaltou que já deferiu vários pedidos dessa natureza para servidores do Executivo.

Sobre o pagamento dos retroativos do auxílio moradia aos juízes e magistrados do TJMA, Aníbal Lins destacou que esse assunto despertou uma enorme polêmica entre os servidores e pediu o apoio do governador Jackson Lago para o atendimento de reivindicações semelhantes dos servidores do Judiciário Estadual. Ao sindicalista, o governador respondeu que o Tribunal de Justiça tem seu próprio orçamento, e que se as reivindicações forem compatíveis com esse orçamento, o seu governo não fará nenhuma restrição.

O encontro aconteceu em tom amistoso e foi marcado para o Rio de Janeiro por ter sido a manhã de hoje o único momento livre na agenda do governador Jackson Lago para receber o sindicalista em caráter de urgência. A agenda do chefe do Executivo está bastante comprometida por força de vários compromissos já marcados com bastante antecedência. Hoje, após receber o presidente do SINDJUS, o governador Jackson Lago concedeu uma entrevista coletiva para correspondentes estrangeiros, retornando em seguida ao Maranhão.

Aníbal Lins foi assessor do governador Jackson Lago, quando este ocupou a prefeitura de São Luís, entre 1996 e 2000.

DESDOBRAMENTOS

Diante da polêmica sobre a origem dos recursos, sobre a legalidade do pagamento de parcelas retroativas (supostamente prescritas) de auxílio moradia para juízes e desembargadores e sobre a possibilidade disto comprometer, irremediavelmente, o orçamento do Tribunal de Justiça e bloquear o atendimento de demandas salariais dos servidores pelos próximos cinco anos, polêmica esta que não se esclareceu com o encontro hoje entre Aníbal Lins e o governador Jackson Lago, o Sindjus reafirma seu firme propósito de ter acesso à cópia integral do processo administrativo que autorizou o pagamento dessas verbas. �Se é recurso público, todo e qualquer cidadão é parte legítima, sim, para saber de onde esse dinheiro sairá. Não faz sentido o TJ não nos fornecer cópia desse processo. Pelo contrário, caso isto aconteça, será a confissão pública de que existe algo ilegal, imoralmente e indefensável nessa decisão�, finalizou Aníbal Lins.

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