Presidente do Sindjus-MA é eleito para direção nacional da NCST

27/06/2017 | 16:24 - matéria visualizada 4805 vezes
Secretário de Mobilização do Sindjus-MA, Pedro Davi; pres. do Sindjus-MA, Aníbal Lins; pres. nacional da NCST, José Calixto Ramos; e o vice-pres. do Sindjus-MA, George Ferreria.

O presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (Sindjus-MA), Aníbal Lins, o vice-presidente do sindicato, George Ferreira, e diretor de Mobilização e Articulação Regional, Pedro Davi, participam até esta quarta-feira (28), do IV Congresso Nacional da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), que ocorre desde segunda-feira (26), na cidade de Luziânia no Estado de Goiás. Com o tema Desenvolvimento com Justiça Social - Sem Nenhum Direito a Menos –, o congresso reúne cerca de mil dirigentes sindicais e trabalhadores, de todo o país, e de diversos segmentos, como indústria, transportes, Turismo, Educação, e também do Serviço Público.

Além de tratar de temas da atual conjuntura social, política e econômica, entre eles, dos projetos de reformas trabalhista e previdenciária em tramitação no Congresso Nacional, o IV Congresso da NCST tem por objetivo a eleição da Diretoria e a definição de ações e atividades da gestão para o quadriênio 2017-2021. O presidente da NCST, José Calixto Ramos, foi reconduzido ao cargo para o mesmo período.

Na mesma chapa de José Calixto, o presidente do Sindjus-MA, Aníbal Líns, foi eleito diretor adjunto nacional de Assuntos Jurídicos. “O convite do presidente Calixto para compor a chapa demonstra a importância do Sindjus-MA no cenário político nacional e para o movimento sindical em todo país. Vamos honrar esse reconhecimento com muito trabalho e dedicação às causas da classe trabalhadora”, afirmou.

Congresso Nacional da NCST, que ocorre em Luziânia (GO)

A palestra de abertura do Congresso da NCST foi proferida, na segunda-feira, pelo economista e diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lucio, que destacou aos presentes o momento decisivo o qual o país atravessa. “Estamos vivendo a pior crise do país e os trabalhadores precisam definir estratégias de enfrentamento e, para isso, é preciso conhecer e entender a política de governo em curso, reorganizar a estrutura sindical, atuar com unidade e respeito profundo à classe trabalhadora”, orientou.
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