Diante da inércia do Tribunal de Justiça do Maranhão em resolver algumas reivindicações importantes dos servidores, o presidente do Sindjus, Aníbal Lins, convoca os diretores do sindicato para uma reunião que acontecerá no próximo sábado, dia 25, às 9h, no Solar do Sindjus. A reunião será aberta aos conselheiros fiscais e demais representantes regionais do Sindjus que queiram participar.

 

Pelo fato da teleconferência marcada para hoje, dia 20, ter sido cancelada por causa das fortes chuvas que impediram a participação dos trabalhadores de São Luís, e das demais cidades do interior do Maranhão, Aníbal Lins, chama a diretoria do sindicato para discutir ações de advertência do sindicato para garantir as reivindicações da categoria. As ações visam conquistar o realinhamento salarial dos técnicos, comissários e oficiais de justiça com base nos vencimentos da Justiça Federal, a mudança para o nível médio da escolaridade exigida para investidura no cargo de auxiliares judiciários, o pagamento do adicional de insalubridade e a implantação imediata do auxílio saúde. Além disso, o presidente quer discutir com os demais diretores do sindicato estratégias de mobilização para uma campanha de denúncia pública contra o auxílio-moradia concedido aos juízes e desembargadores maranhenses.

 

O pagamento dos retroativos desse auxílio moradia foi deferido pela presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão com base nos autos do processo administrativo n° 46048/2009 de iniciativa da Associação dos Magistrados. Entretanto, existem suspeitas de irregularidades já que o próprio tribunal nega o acesso à cópia desse processo administrativo ao Sindjus. Afinal, quem vai pagar a conta por tudo isso?

Além de já ter denunciado essa questão ao Conselho Nacional de Justiça, no dia 16 de abril, o Sindjus agora vai trabalhar na mobilização de toda sociedade para discutir a questão. Entre outras contradições identificadas pelo sindicato, não fica claro porque um juiz ou desembargador que reside e trabalha em São Luís tem direito a receber auxílio moradia. Ou, porque os juizes que trabalham no interior do Estado, e residem na Capital, tem direito a receber auxílio moradia e os servidores não tem.  Como o TJMA pode conceder auxílio moradia para um juiz afastado do cargo há 4 anos? 

Caso do juiz Jorge Moreno afastado do TJMA para responder um processo adminstrativo disciplinar desde 2006. Jorge Moreno informou na tarde dessa segunda-feira, dia 20, ao presidente do Sindjus, que recebeu o auxílio moradia mesmo estando afastado do cargo.  Por considerar uma imoralidade, o juiz decidiu devolver o dinheiro ao Tribunal.

Como se não bastassem todas essas contradições, o Tribunal garante o pagamento de cerca de R$ 60 milhões de auxílio moradia para juízes e desembargadores, e concede um aumento ridículo de apenas R$ 1 real no auxílio alimentação dos servidores, além de não tomar providências satisfatórias para resolver as principais reivindicações da categoria. Enquanto os juízes recebem auxílio moradia, auxílio livro, etc., boa parte dos servidores trabalha em condições insalubres sem receber adicional por insalubridade, não recebe o auxílio saúde prometido pela administração do TJMA, e seus salários não saõ realinhados com base nos salários da Justiça Federal, conforme compromisso firmado pela administração com os servidores ao final da greve de novembro passado.

Diante dessa situação desfavorável para os trabalhadores, a diretoria do Sindjus se reunirá no sábado, dia 25, com o objetivo de convocar um dia estadual de paralisação e articular a campanha de denúncia pública sobre a questão do auxílio moradia aos juízes e desembargadores maranhenses. A idéia é confeccionar materiais de divulgação – camisas, panfletos, cartazes, adesivos - para chamar atenção da opinião pública a respeito dessa questão, e lançar essa campanha no dia da paralisação de advertência dos servidores.

O presidente do Sindjus, Aníbal Lins, pede a atenção de toda a categoria para as próximas informações que serão divulgadas através deste site sobre o dia da paralisação, e  demais providências que serão discutidas durante a reunião dos diretores. Também será marcada uma nova teleconferência para discutir todas essas questões com os servidores, lembrando que continua confirmada a participação do juiz Jorge Moreno.

O jornal do Sindjus, que circula na próxima semana com sua nova edição, trará mais informações sobre essa nova mobilização convocada pela direção do sindicato.

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Pelo fato da teleconferência marcada para hoje, dia 20, ter sido cancelada por causa das fortes chuvas que impediram a participação dos trabalhadores de São Luís, e das demais cidades do interior do Maranhão, Aníbal Lins, chama a diretoria do sindicato para discutir ações de advertência do sindicato para garantir as reivindicações da categoria. As ações visam conquistar o realinhamento salarial dos técnicos, comissários e oficiais de justiça com base nos vencimentos da Justiça Federal, a mudança para o nível médio da escolaridade exigida para investidura no cargo de auxiliares judiciários, o pagamento do adicional de insalubridade e a implantação imediata do auxílio saúde. Além disso, o presidente quer discutir com os demais diretores do sindicato estratégias de mobilização para uma campanha de denúncia pública contra o auxílio-moradia concedido aos juízes e desembargadores maranhenses.

 

O pagamento dos retroativos desse auxílio moradia foi deferido pela presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão com base nos autos do processo administrativo n° 46048/2009 de iniciativa da Associação dos Magistrados. Entretanto, existem suspeitas de irregularidades já que o próprio tribunal nega o acesso à cópia desse processo administrativo ao Sindjus. Afinal, quem vai pagar a conta por tudo isso?

Além de já ter denunciado essa questão ao Conselho Nacional de Justiça, no dia 16 de abril, o Sindjus agora vai trabalhar na mobilização de toda sociedade para discutir a questão. Entre outras contradições identificadas pelo sindicato, não fica claro porque um juiz ou desembargador que reside e trabalha em São Luís tem direito a receber auxílio moradia. Ou, porque os juizes que trabalham no interior do Estado, e residem na Capital, tem direito a receber auxílio moradia e os servidores não tem.  Como o TJMA pode conceder auxílio moradia para um juiz afastado do cargo há 4 anos? 

Caso do juiz Jorge Moreno afastado do TJMA para responder um processo adminstrativo disciplinar desde 2006. Jorge Moreno informou na tarde dessa segunda-feira, dia 20, ao presidente do Sindjus, que recebeu o auxílio moradia mesmo estando afastado do cargo.  Por considerar uma imoralidade, o juiz decidiu devolver o dinheiro ao Tribunal.

Como se não bastassem todas essas contradições, o Tribunal garante o pagamento de cerca de R$ 60 milhões de auxílio moradia para juízes e desembargadores, e concede um aumento ridículo de apenas R$ 1 real no auxílio alimentação dos servidores, além de não tomar providências satisfatórias para resolver as principais reivindicações da categoria. Enquanto os juízes recebem auxílio moradia, auxílio livro, etc., boa parte dos servidores trabalha em condições insalubres sem receber adicional por insalubridade, não recebe o auxílio saúde prometido pela administração do TJMA, e seus salários não saõ realinhados com base nos salários da Justiça Federal, conforme compromisso firmado pela administração com os servidores ao final da greve de novembro passado.

Diante dessa situação desfavorável para os trabalhadores, a diretoria do Sindjus se reunirá no sábado, dia 25, com o objetivo de convocar um dia estadual de paralisação e articular a campanha de denúncia pública sobre a questão do auxílio moradia aos juízes e desembargadores maranhenses. A idéia é confeccionar materiais de divulgação – camisas, panfletos, cartazes, adesivos - para chamar atenção da opinião pública a respeito dessa questão, e lançar essa campanha no dia da paralisação de advertência dos servidores.

O presidente do Sindjus, Aníbal Lins, pede a atenção de toda a categoria para as próximas informações que serão divulgadas através deste site sobre o dia da paralisação, e  demais providências que serão discutidas durante a reunião dos diretores. Também será marcada uma nova teleconferência para discutir todas essas questões com os servidores, lembrando que continua confirmada a participação do juiz Jorge Moreno.

O jornal do Sindjus, que circula na próxima semana com sua nova edição, trará mais informações sobre essa nova mobilização convocada pela direção do sindicato.

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Aníbal Lins convoca diretoria para organizar paralisação de advertência

21/04/2009 | 00:00 - matéria visualizada 353 vezes

Diante da inércia do Tribunal de Justiça do Maranhão em resolver algumas reivindicações importantes dos servidores, o presidente do Sindjus, Aníbal Lins, convoca os diretores do sindicato para uma reunião que acontecerá no próximo sábado, dia 25, às 9h, no Solar do Sindjus. A reunião será aberta aos conselheiros fiscais e demais representantes regionais do Sindjus que queiram participar.

 

Pelo fato da teleconferência marcada para hoje, dia 20, ter sido cancelada por causa das fortes chuvas que impediram a participação dos trabalhadores de São Luís, e das demais cidades do interior do Maranhão, Aníbal Lins, chama a diretoria do sindicato para discutir ações de advertência do sindicato para garantir as reivindicações da categoria. As ações visam conquistar o realinhamento salarial dos técnicos, comissários e oficiais de justiça com base nos vencimentos da Justiça Federal, a mudança para o nível médio da escolaridade exigida para investidura no cargo de auxiliares judiciários, o pagamento do adicional de insalubridade e a implantação imediata do auxílio saúde. Além disso, o presidente quer discutir com os demais diretores do sindicato estratégias de mobilização para uma campanha de denúncia pública contra o auxílio-moradia concedido aos juízes e desembargadores maranhenses.

 

O pagamento dos retroativos desse auxílio moradia foi deferido pela presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão com base nos autos do processo administrativo n° 46048/2009 de iniciativa da Associação dos Magistrados. Entretanto, existem suspeitas de irregularidades já que o próprio tribunal nega o acesso à cópia desse processo administrativo ao Sindjus. Afinal, quem vai pagar a conta por tudo isso?

Além de já ter denunciado essa questão ao Conselho Nacional de Justiça, no dia 16 de abril, o Sindjus agora vai trabalhar na mobilização de toda sociedade para discutir a questão. Entre outras contradições identificadas pelo sindicato, não fica claro porque um juiz ou desembargador que reside e trabalha em São Luís tem direito a receber auxílio moradia. Ou, porque os juizes que trabalham no interior do Estado, e residem na Capital, tem direito a receber auxílio moradia e os servidores não tem.  Como o TJMA pode conceder auxílio moradia para um juiz afastado do cargo há 4 anos? 

Caso do juiz Jorge Moreno afastado do TJMA para responder um processo adminstrativo disciplinar desde 2006. Jorge Moreno informou na tarde dessa segunda-feira, dia 20, ao presidente do Sindjus, que recebeu o auxílio moradia mesmo estando afastado do cargo.  Por considerar uma imoralidade, o juiz decidiu devolver o dinheiro ao Tribunal.

Como se não bastassem todas essas contradições, o Tribunal garante o pagamento de cerca de R$ 60 milhões de auxílio moradia para juízes e desembargadores, e concede um aumento ridículo de apenas R$ 1 real no auxílio alimentação dos servidores, além de não tomar providências satisfatórias para resolver as principais reivindicações da categoria. Enquanto os juízes recebem auxílio moradia, auxílio livro, etc., boa parte dos servidores trabalha em condições insalubres sem receber adicional por insalubridade, não recebe o auxílio saúde prometido pela administração do TJMA, e seus salários não saõ realinhados com base nos salários da Justiça Federal, conforme compromisso firmado pela administração com os servidores ao final da greve de novembro passado.

Diante dessa situação desfavorável para os trabalhadores, a diretoria do Sindjus se reunirá no sábado, dia 25, com o objetivo de convocar um dia estadual de paralisação e articular a campanha de denúncia pública sobre a questão do auxílio moradia aos juízes e desembargadores maranhenses. A idéia é confeccionar materiais de divulgação – camisas, panfletos, cartazes, adesivos - para chamar atenção da opinião pública a respeito dessa questão, e lançar essa campanha no dia da paralisação de advertência dos servidores.

O presidente do Sindjus, Aníbal Lins, pede a atenção de toda a categoria para as próximas informações que serão divulgadas através deste site sobre o dia da paralisação, e  demais providências que serão discutidas durante a reunião dos diretores. Também será marcada uma nova teleconferência para discutir todas essas questões com os servidores, lembrando que continua confirmada a participação do juiz Jorge Moreno.

O jornal do Sindjus, que circula na próxima semana com sua nova edição, trará mais informações sobre essa nova mobilização convocada pela direção do sindicato.

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