Na manhã desta quinta-feira, dia 13, a comissão formada pelos servidores Benilton Monteiro(auxiliar judiciário), Marco Aurélio Nogueira( técnico judiciário), Eneida Costa (telefonista), Daniel Mendes ( oficial de justiça) e o presidente do Sindjus, Aníbal Lins, foi recebida em audiência pelo presidente Raimundo Cutrim e o diretor de Recursos Humanos Aurino Rocha na tentativa  de avançar as negociações e resolver o impasse da greve dos servidores, iniciada no dia 5 de agosto.

 

O primeiro ponto discutido foi o adicional de insalubridade e a finalização das perícias médicas. O presidente do Sindjus cobrou mais celeridade do TJMA para resolver a situação já que, desde 2006, o sindicato cobra uma solução para o problema, inclusive, com um pedido de providências no Conselho Nacional de Justiça. O diretor de Recursos Humanos do TJMA justificou a demora pela complexidade de realizar as perícias. Ele explicou que o TJMA constatou que o Estado não tem profissionais disponíveis para fazer o trabalho e que já está providenciando a contratação de uma empresa privada.

 

“Já está sendo feita a cotação das empresas para a licitação, depois será criada uma comissão de prevenção de acidentes e insalubridade com servidores do quadro para realizar as perícias sob a orientação dos profissionais da empresa contratada. Terminada a etapa de licitação, então o caminho é mais fácil para resolver o problema”, disse o diretor.

 

O presidente Raimundo Cutrim se manifestou pedindo a ajuda do Sindjus para dar mais celeridade ao processo de implantação do adicional de insalubridade. Aníbal Lins garantiu ao presidente que o Sindjus continuará ajudando no que for necessário e fará uma pesquisa para saber como outros tribunais brasileiros implantaram o adicional de insalubridade para os servidores.

 

O segundo ponto de discussão foi o pedido de realinhamento dos técnicos, comissários e oficiais de justiça. Aníbal Lins explicou que a tese da diretoria do Sindjus, consenso entre os servidores, é que os salários de mesmo nível de escolaridade tenham vencimentos equivalentes, tal como já se aplica em outros órgãos como o TCE e MPU e, até mesmo, na Justiça Federal.

 

“O atual PCCV já equipara os vencimentos dos servidores de nível fundamental que inclui auxiliares, telefonistas e motoristas. O nosso pedido é que isso também se aplique aos técnicos, comissários e oficiais de justiça tendo como base os vencimentos pagos pela Justiça Federal. Nosso pedido é viável e temos estudos   que comprovam que é possível fazer isso com a dotação orçamentária de 2009”, justificou Aníbal Lins.

 

Aníbal Lins também explicou que a categoria espera uma contra proposta da administração do TJMA para o pedido, antes que seja votado pelo pleno. O diretor de RH sugeriu a convocação de uma sessão extraordinária para analisar o pleito dos servidores já que, em termos gerais, é uma revisão do PCCV. Na prática, o realinhamento corrigirá distorções salariais entre técnicos, comissários e oficiais em relação aos analistas. Quanto a isso, o presidente Raimundo Cutrim apenas garantiu que na próxima sessão do pleno do dia 19 ele dará o seu voto.

 

Já sobre a mudança de escolaridade dos auxiliares, o presidente Raimundo Cutrim negou o pedido dizendo que a administração não poderá mudar a escolaridade do cargo. Como existe um pedido de providências do Sindjus no CNJ para analisar a mudança, o presidente apenas garantiu que acatará a decisão do Conselho. Ao final da reunião o auxiliar judiciário Benilton Monteiro pediu que o presidente do TJMA aplique todo o seu bom senso, que tem marcado sua gestão frente à causa dos servidores, para entender que o pedido é viável e que é um anseio antigo da categoria.

 

A greve continua

 

Depois da reunião, os servidores se reuniram em assembleia geral e decidiram continuar com a greve pelo realinhamento salarial e pela mudança de escolaridade dos auxiliares. Durante todo o dia de hoje, 13, os servidores permanecerão em protesto em frente à sede do TJMA. No interior do Estado a mobilização continua em todas as comarcas.

 

Amanhã, será indicado dois servidores (1 da Justiça de 1° grau e 1 da Justiça de 2° grau para fazer parte da comissão de prevenção de acidente e insalubridade), que será responsável pela implantação do Programa de Prevenção à Acidentes do Trabalho e Insalubridade do TJMA, em prazo de 90 dias. Em razão disso, a assembléia geral dos servidores decidiu que a questão da insalubridade não fará mais parte da greve da categoria.

 

Porém, quanto à questão da mudança de escolaridade dos auxiliares, amanhã, 14, será realizada uma plenária exclusivamente com esses servidores para decidir quais medidas serão tomadas, a partir de agora, pelo SINDJUS já que o TJMA não apresentou nenhuma contra-proposta para esta reivindicação.

 

A plenária será realizada as 8h da manhã, em frente a biblioteca Benedito Leite (Praça Deodoro). Logo depois, os servidores seguirão em uma grande passeata pelas ruas do Centro de São Luís.

 

No sábado, 15, o comando de greve se reunirá com o deputado Flávio Dino na sede do Sindjus, às 11h. A reunião com o referido parlamentar é aberta a todos os servidores que queiram participar.

 

 

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O primeiro ponto discutido foi o adicional de insalubridade e a finalização das perícias médicas. O presidente do Sindjus cobrou mais celeridade do TJMA para resolver a situação já que, desde 2006, o sindicato cobra uma solução para o problema, inclusive, com um pedido de providências no Conselho Nacional de Justiça. O diretor de Recursos Humanos do TJMA justificou a demora pela complexidade de realizar as perícias. Ele explicou que o TJMA constatou que o Estado não tem profissionais disponíveis para fazer o trabalho e que já está providenciando a contratação de uma empresa privada.

 

“Já está sendo feita a cotação das empresas para a licitação, depois será criada uma comissão de prevenção de acidentes e insalubridade com servidores do quadro para realizar as perícias sob a orientação dos profissionais da empresa contratada. Terminada a etapa de licitação, então o caminho é mais fácil para resolver o problema”, disse o diretor.

 

O presidente Raimundo Cutrim se manifestou pedindo a ajuda do Sindjus para dar mais celeridade ao processo de implantação do adicional de insalubridade. Aníbal Lins garantiu ao presidente que o Sindjus continuará ajudando no que for necessário e fará uma pesquisa para saber como outros tribunais brasileiros implantaram o adicional de insalubridade para os servidores.

 

O segundo ponto de discussão foi o pedido de realinhamento dos técnicos, comissários e oficiais de justiça. Aníbal Lins explicou que a tese da diretoria do Sindjus, consenso entre os servidores, é que os salários de mesmo nível de escolaridade tenham vencimentos equivalentes, tal como já se aplica em outros órgãos como o TCE e MPU e, até mesmo, na Justiça Federal.

 

“O atual PCCV já equipara os vencimentos dos servidores de nível fundamental que inclui auxiliares, telefonistas e motoristas. O nosso pedido é que isso também se aplique aos técnicos, comissários e oficiais de justiça tendo como base os vencimentos pagos pela Justiça Federal. Nosso pedido é viável e temos estudos   que comprovam que é possível fazer isso com a dotação orçamentária de 2009”, justificou Aníbal Lins.

 

Aníbal Lins também explicou que a categoria espera uma contra proposta da administração do TJMA para o pedido, antes que seja votado pelo pleno. O diretor de RH sugeriu a convocação de uma sessão extraordinária para analisar o pleito dos servidores já que, em termos gerais, é uma revisão do PCCV. Na prática, o realinhamento corrigirá distorções salariais entre técnicos, comissários e oficiais em relação aos analistas. Quanto a isso, o presidente Raimundo Cutrim apenas garantiu que na próxima sessão do pleno do dia 19 ele dará o seu voto.

 

Já sobre a mudança de escolaridade dos auxiliares, o presidente Raimundo Cutrim negou o pedido dizendo que a administração não poderá mudar a escolaridade do cargo. Como existe um pedido de providências do Sindjus no CNJ para analisar a mudança, o presidente apenas garantiu que acatará a decisão do Conselho. Ao final da reunião o auxiliar judiciário Benilton Monteiro pediu que o presidente do TJMA aplique todo o seu bom senso, que tem marcado sua gestão frente à causa dos servidores, para entender que o pedido é viável e que é um anseio antigo da categoria.

 

A greve continua

 

Depois da reunião, os servidores se reuniram em assembleia geral e decidiram continuar com a greve pelo realinhamento salarial e pela mudança de escolaridade dos auxiliares. Durante todo o dia de hoje, 13, os servidores permanecerão em protesto em frente à sede do TJMA. No interior do Estado a mobilização continua em todas as comarcas.

 

Amanhã, será indicado dois servidores (1 da Justiça de 1° grau e 1 da Justiça de 2° grau para fazer parte da comissão de prevenção de acidente e insalubridade), que será responsável pela implantação do Programa de Prevenção à Acidentes do Trabalho e Insalubridade do TJMA, em prazo de 90 dias. Em razão disso, a assembléia geral dos servidores decidiu que a questão da insalubridade não fará mais parte da greve da categoria.

 

Porém, quanto à questão da mudança de escolaridade dos auxiliares, amanhã, 14, será realizada uma plenária exclusivamente com esses servidores para decidir quais medidas serão tomadas, a partir de agora, pelo SINDJUS já que o TJMA não apresentou nenhuma contra-proposta para esta reivindicação.

 

A plenária será realizada as 8h da manhã, em frente a biblioteca Benedito Leite (Praça Deodoro). Logo depois, os servidores seguirão em uma grande passeata pelas ruas do Centro de São Luís.

 

No sábado, 15, o comando de greve se reunirá com o deputado Flávio Dino na sede do Sindjus, às 11h. A reunião com o referido parlamentar é aberta a todos os servidores que queiram participar.

 

 

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Comissão de servidores é recebida mais uma vez pelo presidente do TJMA

13/08/2009 | 00:00 - matéria visualizada 316 vezes

Na manhã desta quinta-feira, dia 13, a comissão formada pelos servidores Benilton Monteiro(auxiliar judiciário), Marco Aurélio Nogueira( técnico judiciário), Eneida Costa (telefonista), Daniel Mendes ( oficial de justiça) e o presidente do Sindjus, Aníbal Lins, foi recebida em audiência pelo presidente Raimundo Cutrim e o diretor de Recursos Humanos Aurino Rocha na tentativa  de avançar as negociações e resolver o impasse da greve dos servidores, iniciada no dia 5 de agosto.

 

O primeiro ponto discutido foi o adicional de insalubridade e a finalização das perícias médicas. O presidente do Sindjus cobrou mais celeridade do TJMA para resolver a situação já que, desde 2006, o sindicato cobra uma solução para o problema, inclusive, com um pedido de providências no Conselho Nacional de Justiça. O diretor de Recursos Humanos do TJMA justificou a demora pela complexidade de realizar as perícias. Ele explicou que o TJMA constatou que o Estado não tem profissionais disponíveis para fazer o trabalho e que já está providenciando a contratação de uma empresa privada.

 

“Já está sendo feita a cotação das empresas para a licitação, depois será criada uma comissão de prevenção de acidentes e insalubridade com servidores do quadro para realizar as perícias sob a orientação dos profissionais da empresa contratada. Terminada a etapa de licitação, então o caminho é mais fácil para resolver o problema”, disse o diretor.

 

O presidente Raimundo Cutrim se manifestou pedindo a ajuda do Sindjus para dar mais celeridade ao processo de implantação do adicional de insalubridade. Aníbal Lins garantiu ao presidente que o Sindjus continuará ajudando no que for necessário e fará uma pesquisa para saber como outros tribunais brasileiros implantaram o adicional de insalubridade para os servidores.

 

O segundo ponto de discussão foi o pedido de realinhamento dos técnicos, comissários e oficiais de justiça. Aníbal Lins explicou que a tese da diretoria do Sindjus, consenso entre os servidores, é que os salários de mesmo nível de escolaridade tenham vencimentos equivalentes, tal como já se aplica em outros órgãos como o TCE e MPU e, até mesmo, na Justiça Federal.

 

“O atual PCCV já equipara os vencimentos dos servidores de nível fundamental que inclui auxiliares, telefonistas e motoristas. O nosso pedido é que isso também se aplique aos técnicos, comissários e oficiais de justiça tendo como base os vencimentos pagos pela Justiça Federal. Nosso pedido é viável e temos estudos   que comprovam que é possível fazer isso com a dotação orçamentária de 2009”, justificou Aníbal Lins.

 

Aníbal Lins também explicou que a categoria espera uma contra proposta da administração do TJMA para o pedido, antes que seja votado pelo pleno. O diretor de RH sugeriu a convocação de uma sessão extraordinária para analisar o pleito dos servidores já que, em termos gerais, é uma revisão do PCCV. Na prática, o realinhamento corrigirá distorções salariais entre técnicos, comissários e oficiais em relação aos analistas. Quanto a isso, o presidente Raimundo Cutrim apenas garantiu que na próxima sessão do pleno do dia 19 ele dará o seu voto.

 

Já sobre a mudança de escolaridade dos auxiliares, o presidente Raimundo Cutrim negou o pedido dizendo que a administração não poderá mudar a escolaridade do cargo. Como existe um pedido de providências do Sindjus no CNJ para analisar a mudança, o presidente apenas garantiu que acatará a decisão do Conselho. Ao final da reunião o auxiliar judiciário Benilton Monteiro pediu que o presidente do TJMA aplique todo o seu bom senso, que tem marcado sua gestão frente à causa dos servidores, para entender que o pedido é viável e que é um anseio antigo da categoria.

 

A greve continua

 

Depois da reunião, os servidores se reuniram em assembleia geral e decidiram continuar com a greve pelo realinhamento salarial e pela mudança de escolaridade dos auxiliares. Durante todo o dia de hoje, 13, os servidores permanecerão em protesto em frente à sede do TJMA. No interior do Estado a mobilização continua em todas as comarcas.

 

Amanhã, será indicado dois servidores (1 da Justiça de 1° grau e 1 da Justiça de 2° grau para fazer parte da comissão de prevenção de acidente e insalubridade), que será responsável pela implantação do Programa de Prevenção à Acidentes do Trabalho e Insalubridade do TJMA, em prazo de 90 dias. Em razão disso, a assembléia geral dos servidores decidiu que a questão da insalubridade não fará mais parte da greve da categoria.

 

Porém, quanto à questão da mudança de escolaridade dos auxiliares, amanhã, 14, será realizada uma plenária exclusivamente com esses servidores para decidir quais medidas serão tomadas, a partir de agora, pelo SINDJUS já que o TJMA não apresentou nenhuma contra-proposta para esta reivindicação.

 

A plenária será realizada as 8h da manhã, em frente a biblioteca Benedito Leite (Praça Deodoro). Logo depois, os servidores seguirão em uma grande passeata pelas ruas do Centro de São Luís.

 

No sábado, 15, o comando de greve se reunirá com o deputado Flávio Dino na sede do Sindjus, às 11h. A reunião com o referido parlamentar é aberta a todos os servidores que queiram participar.

 

 

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