Ednor Gonzaga Junior, presidente do Sindicato dos Servidores do Estado de Alagoas (Serjal), Marcio Luiz Andrade Sousa, primeiro tesoureiro do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (Sindjus) e Bernardo Fonseca, presidente do Sindicato dos Servidores do Judiciário do Estado do Rio Grande do Norte (Sisjern) estiveram reunidos na manhão de ontem, 3, em Brasília, na sede da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados, para discutir diversos temas de interesse comum dos trabalhadores da Justiça brasileira.

Em pauta, a campanha da categoria pela aprovação da PEC 190 e contra o fim da jornada de seis horas nos tribunais brasileiros determinada pela  Resolução 88 do Conselho Nacional de Justiça. O dirigente sindical do Maranhão fez uma exposição resumida das negociações entre o Sindjus e o Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão em torno da jornada de trabalho dos servidores, com a possibilidade de aumento da jornada para sete horas corridas com o apoio dos trabalhadores, desde que seja garantida a correção dos salários em pelo menos 33%, seguindo o exemplo adotado pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso.

Ednor Gonzaga Filho informou que a jornada de trabalho dos servidores do TJ de Alagoas, que havia sido confirmada em 6 horas diárias no final do ano passado, foi aumentada há poucos dias atrás para sete horas corridas sem garantia de aumento proporcional dos salários. Segundo o sindicalista, essa posição foi aprovada pelo Pleno do TJAL por seis votos a cinco e sem apoio da desembargadora presidenta Elizabeth Carvalho.  

Diante dessa manobra, o Serjal protocolou pedido de providências à presidência do TJ alagoano requerendo, como compensação ao aumento da jornada, a aprovação do auxílio alimentação e garantia de intervalo para almoço dos servidores. O requerimento do sindicato teve parecer favorável da assessoria jurídica da presidência do TJAL e será submetido à aprovação da próxima sessão do colégio de desembargadores. Se a o requerimento do Serjal for indeferido, a orientação do sindicato é pela imediata deflagração de greve geral dos servidores. A presidente do TJAL Elizabeth Carvalho se declarou favorável ao retorno da jornada de seis horas, caso o pleno administrativo rejeite o pedido de providências dos servidores.

Já o dirigente do Sisjern  informou que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte aprovou o aumento da jornada de trabalho com o apoio da Assembléia Legislativa, em regime de urgência e sem qualquer discussão com os trabalhadores no final do ano passado. A diretoria do Sisjern tem posição política firmada em defesa da manutenção da jornada de trabalho de seis horas, mas reconheceu que a base está dividida em torno da proposta de correção dos salários em 33% concomitante com a ampliação da jornada de trabalho para sete horas diárias corridas.

No próximo dia 27, os servidores do TJ potiguar realizarão uma assembléia geral para decidir o que fazer a respeito da questão da jornada de trabalho. Caso a direção do TJRN se mantenha inflexível e não admita negociar com os servidores uma solução para os impasses, a tendência é pela aprovação de greve geral da categoria por tempo indeterminado. A assembléia geral dos servidores do TJ de Alagoas, convocada pelo SERJAL, também está marcada para acontecer no dia 27 de março.

Representando seus respectivos estados, Ednor Gonzaga Filho, Marcio Luís Sousa e Bernardo Fonseca participaram na tarde da última quarta-feira, 3, na Câmara dos Deputados, ao lado de dezenas de outros servidores da Justiça procedentes de todo país, da audiência pública sobre a PEC 190, com a participação da Federação das Entidades Representativas dos Oficiais de Justiça dos Estados (Fojebra), da Federação Nacional dos Servidores da Justiça Federal (Fenajufe), da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados (Fenajud) e da Associação Nacional dos Servidores da Justiça do Trabalho (Anastrab).

 

 

 

 

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Em pauta, a campanha da categoria pela aprovação da PEC 190 e contra o fim da jornada de seis horas nos tribunais brasileiros determinada pela  Resolução 88 do Conselho Nacional de Justiça. O dirigente sindical do Maranhão fez uma exposição resumida das negociações entre o Sindjus e o Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão em torno da jornada de trabalho dos servidores, com a possibilidade de aumento da jornada para sete horas corridas com o apoio dos trabalhadores, desde que seja garantida a correção dos salários em pelo menos 33%, seguindo o exemplo adotado pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso.

Ednor Gonzaga Filho informou que a jornada de trabalho dos servidores do TJ de Alagoas, que havia sido confirmada em 6 horas diárias no final do ano passado, foi aumentada há poucos dias atrás para sete horas corridas sem garantia de aumento proporcional dos salários. Segundo o sindicalista, essa posição foi aprovada pelo Pleno do TJAL por seis votos a cinco e sem apoio da desembargadora presidenta Elizabeth Carvalho.  

Diante dessa manobra, o Serjal protocolou pedido de providências à presidência do TJ alagoano requerendo, como compensação ao aumento da jornada, a aprovação do auxílio alimentação e garantia de intervalo para almoço dos servidores. O requerimento do sindicato teve parecer favorável da assessoria jurídica da presidência do TJAL e será submetido à aprovação da próxima sessão do colégio de desembargadores. Se a o requerimento do Serjal for indeferido, a orientação do sindicato é pela imediata deflagração de greve geral dos servidores. A presidente do TJAL Elizabeth Carvalho se declarou favorável ao retorno da jornada de seis horas, caso o pleno administrativo rejeite o pedido de providências dos servidores.

Já o dirigente do Sisjern  informou que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte aprovou o aumento da jornada de trabalho com o apoio da Assembléia Legislativa, em regime de urgência e sem qualquer discussão com os trabalhadores no final do ano passado. A diretoria do Sisjern tem posição política firmada em defesa da manutenção da jornada de trabalho de seis horas, mas reconheceu que a base está dividida em torno da proposta de correção dos salários em 33% concomitante com a ampliação da jornada de trabalho para sete horas diárias corridas.

No próximo dia 27, os servidores do TJ potiguar realizarão uma assembléia geral para decidir o que fazer a respeito da questão da jornada de trabalho. Caso a direção do TJRN se mantenha inflexível e não admita negociar com os servidores uma solução para os impasses, a tendência é pela aprovação de greve geral da categoria por tempo indeterminado. A assembléia geral dos servidores do TJ de Alagoas, convocada pelo SERJAL, também está marcada para acontecer no dia 27 de março.

Representando seus respectivos estados, Ednor Gonzaga Filho, Marcio Luís Sousa e Bernardo Fonseca participaram na tarde da última quarta-feira, 3, na Câmara dos Deputados, ao lado de dezenas de outros servidores da Justiça procedentes de todo país, da audiência pública sobre a PEC 190, com a participação da Federação das Entidades Representativas dos Oficiais de Justiça dos Estados (Fojebra), da Federação Nacional dos Servidores da Justiça Federal (Fenajufe), da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados (Fenajud) e da Associação Nacional dos Servidores da Justiça do Trabalho (Anastrab).

 

 

 

 

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Serjal, Sindjus e Sisjern unidos contra a Resolução 88 do CNJ

4/03/2010 | 00:00 - matéria visualizada 508 vezes

Ednor Gonzaga Junior, presidente do Sindicato dos Servidores do Estado de Alagoas (Serjal), Marcio Luiz Andrade Sousa, primeiro tesoureiro do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (Sindjus) e Bernardo Fonseca, presidente do Sindicato dos Servidores do Judiciário do Estado do Rio Grande do Norte (Sisjern) estiveram reunidos na manhão de ontem, 3, em Brasília, na sede da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados, para discutir diversos temas de interesse comum dos trabalhadores da Justiça brasileira.

Em pauta, a campanha da categoria pela aprovação da PEC 190 e contra o fim da jornada de seis horas nos tribunais brasileiros determinada pela  Resolução 88 do Conselho Nacional de Justiça. O dirigente sindical do Maranhão fez uma exposição resumida das negociações entre o Sindjus e o Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão em torno da jornada de trabalho dos servidores, com a possibilidade de aumento da jornada para sete horas corridas com o apoio dos trabalhadores, desde que seja garantida a correção dos salários em pelo menos 33%, seguindo o exemplo adotado pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso.

Ednor Gonzaga Filho informou que a jornada de trabalho dos servidores do TJ de Alagoas, que havia sido confirmada em 6 horas diárias no final do ano passado, foi aumentada há poucos dias atrás para sete horas corridas sem garantia de aumento proporcional dos salários. Segundo o sindicalista, essa posição foi aprovada pelo Pleno do TJAL por seis votos a cinco e sem apoio da desembargadora presidenta Elizabeth Carvalho.  

Diante dessa manobra, o Serjal protocolou pedido de providências à presidência do TJ alagoano requerendo, como compensação ao aumento da jornada, a aprovação do auxílio alimentação e garantia de intervalo para almoço dos servidores. O requerimento do sindicato teve parecer favorável da assessoria jurídica da presidência do TJAL e será submetido à aprovação da próxima sessão do colégio de desembargadores. Se a o requerimento do Serjal for indeferido, a orientação do sindicato é pela imediata deflagração de greve geral dos servidores. A presidente do TJAL Elizabeth Carvalho se declarou favorável ao retorno da jornada de seis horas, caso o pleno administrativo rejeite o pedido de providências dos servidores.

Já o dirigente do Sisjern  informou que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte aprovou o aumento da jornada de trabalho com o apoio da Assembléia Legislativa, em regime de urgência e sem qualquer discussão com os trabalhadores no final do ano passado. A diretoria do Sisjern tem posição política firmada em defesa da manutenção da jornada de trabalho de seis horas, mas reconheceu que a base está dividida em torno da proposta de correção dos salários em 33% concomitante com a ampliação da jornada de trabalho para sete horas diárias corridas.

No próximo dia 27, os servidores do TJ potiguar realizarão uma assembléia geral para decidir o que fazer a respeito da questão da jornada de trabalho. Caso a direção do TJRN se mantenha inflexível e não admita negociar com os servidores uma solução para os impasses, a tendência é pela aprovação de greve geral da categoria por tempo indeterminado. A assembléia geral dos servidores do TJ de Alagoas, convocada pelo SERJAL, também está marcada para acontecer no dia 27 de março.

Representando seus respectivos estados, Ednor Gonzaga Filho, Marcio Luís Sousa e Bernardo Fonseca participaram na tarde da última quarta-feira, 3, na Câmara dos Deputados, ao lado de dezenas de outros servidores da Justiça procedentes de todo país, da audiência pública sobre a PEC 190, com a participação da Federação das Entidades Representativas dos Oficiais de Justiça dos Estados (Fojebra), da Federação Nacional dos Servidores da Justiça Federal (Fenajufe), da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados (Fenajud) e da Associação Nacional dos Servidores da Justiça do Trabalho (Anastrab).

 

 

 

 

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