Em assembléia geral, a categoria de servidores da justiça decidiu, na tarde de ontem, 6, pela continuação da paralisação. A 4ª Assembléia Geral Extraordinária, após deflagrada a paralisação geral dos servidores, foi marcada por intensas discussões. Servidores utilizaram a palavra para expor os motivos, prós e contras, sobre a continuidade ou não da paralisação.

O aceno por parte da Presidência do TJ, a saber: “pagamento, já na folha de abril, da progressão funcional retroativo a janeiro, a data-base em maio e revisão do PCCV” não foram suficientes para sensibilizar os servidores, haja vista que as pretensas propostas levadas a efeito, não são novas conquistas da categoria, uma vez que já são direitos asseguradas em leis anteriores, porém, independentemente do movimento, até agora não foram implementadas.

Após as discussões, a categoria deliberou pela continuidade da paralisação que completa 57 dias nesta quarta-feira.

 

 

LEGALIDADE DA GREVE

 

 

O Sindjus, por duas vezes, já enviou delegações ao Tocantins para manifestar sua irrestrita e total solidariedade à greve dos trabalhadores da Justiça daquele estado. O Desembargador Marco Villas Boas, por sua vez, acolhendo fundamentos no recurso interposto pelo SINSJUSTO, em louvável decisão, cassou a liminar que declarava ilegal o movimento dos servidores da justiça. Veja a íntegra: Clique Aqui

 

 

 

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O aceno por parte da Presidência do TJ, a saber: “pagamento, já na folha de abril, da progressão funcional retroativo a janeiro, a data-base em maio e revisão do PCCV” não foram suficientes para sensibilizar os servidores, haja vista que as pretensas propostas levadas a efeito, não são novas conquistas da categoria, uma vez que já são direitos asseguradas em leis anteriores, porém, independentemente do movimento, até agora não foram implementadas.

Após as discussões, a categoria deliberou pela continuidade da paralisação que completa 57 dias nesta quarta-feira.

 

 

LEGALIDADE DA GREVE

 

 

O Sindjus, por duas vezes, já enviou delegações ao Tocantins para manifestar sua irrestrita e total solidariedade à greve dos trabalhadores da Justiça daquele estado. O Desembargador Marco Villas Boas, por sua vez, acolhendo fundamentos no recurso interposto pelo SINSJUSTO, em louvável decisão, cassou a liminar que declarava ilegal o movimento dos servidores da justiça. Veja a íntegra: Clique Aqui

 

 

 

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Assembléia geral aprova continuidade de greve geral no Tocantins

7/04/2010 | 00:00 - matéria visualizada 452 vezes

Em assembléia geral, a categoria de servidores da justiça decidiu, na tarde de ontem, 6, pela continuação da paralisação. A 4ª Assembléia Geral Extraordinária, após deflagrada a paralisação geral dos servidores, foi marcada por intensas discussões. Servidores utilizaram a palavra para expor os motivos, prós e contras, sobre a continuidade ou não da paralisação.



O aceno por parte da Presidência do TJ, a saber: “pagamento, já na folha de abril, da progressão funcional retroativo a janeiro, a data-base em maio e revisão do PCCV” não foram suficientes para sensibilizar os servidores, haja vista que as pretensas propostas levadas a efeito, não são novas conquistas da categoria, uma vez que já são direitos asseguradas em leis anteriores, porém, independentemente do movimento, até agora não foram implementadas.



Após as discussões, a categoria deliberou pela continuidade da paralisação que completa 57 dias nesta quarta-feira.

 

 

LEGALIDADE DA GREVE

 

 

O Sindjus, por duas vezes, já enviou delegações ao Tocantins para manifestar sua irrestrita e total solidariedade à greve dos trabalhadores da Justiça daquele estado. O Desembargador Marco Villas Boas, por sua vez, acolhendo fundamentos no recurso interposto pelo SINSJUSTO, em louvável decisão, cassou a liminar que declarava ilegal o movimento dos servidores da justiça. Veja a íntegra: Clique Aqui