João Mendes, o maior do país, permaneceu com as portas fechadas ontem

 

Unidade responde por 23 mil atendimentos diários; servidores, que pedem reajuste de 20%, devem manter greve

 

O maior fórum do país ficou com as portas fechadas durante todo o dia de ontem. Servidores em greve do Judiciário paulista que invadiram o Fórum João Mendes, no centro da capital, na quarta-feira, mantiveram a ocupação, levando à suspensão de todas as atividades.

Segundo o comando da greve, a manifestação não tem data para acabar, e os serviços devem permanecer suspensos hoje.

A tramitação de 2,5 milhões de processos foi interrompida nas 70 varas que compõem o fórum, e as cerca de 23 mil pessoas que procuram atendimento diariamente no local não tiveram acesso ao edifício.

Além do João Mendes, a greve suspendeu serviços no Fórum Eli Lopes, também na capital paulista, e nas comarcas de Cotia e Ribeirão Preto, segundo o TJ-SP.

Segundo os grevistas, em Santos, Praia Grande e em São José do Rio Preto a paralisação também foi total, mas a informação não foi confirmada pela corte.

O TJ impediu o acesso dos grevistas a comida e água potável como maneira de pressioná-los a deixar o prédio. Até a noite de ontem, 76 pessoas permaneciam no fórum.

Durante a tarde, uma comissão formada pelo deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e pelos deputados estaduais Major Olímpio (PDT) e Carlos Giannazi (PSOL), além de representantes dos servidores, foi recebida por auxiliares do presidente do TJ-SP, Antonio Carlos Viana Santos, para negociar a desocupação do prédio. Não houve acordo.

A presença dos deputados fez com que o secretário Luiz Antonio Guimarães Marrey (Casa Civil) chamasse a greve de “política”. Major Olímpio, que apoiou os grevistas, é cotado para vice na chapa do senador Aloizio Mercadante (PT) ao governo paulista. Ele negou motivação eleitoral.

Os servidores reivindicam a recomposição de perdas salariais, com um reajuste de 20,16%, além da suspensão do desconto de dias não trabalhados nos salários.

 

 

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João Mendes, o maior do país, permaneceu com as portas fechadas ontem

 

Unidade responde por 23 mil atendimentos diários; servidores, que pedem reajuste de 20%, devem manter greve

 

O maior fórum do país ficou com as portas fechadas durante todo o dia de ontem. Servidores em greve do Judiciário paulista que invadiram o Fórum João Mendes, no centro da capital, na quarta-feira, mantiveram a ocupação, levando à suspensão de todas as atividades.

Segundo o comando da greve, a manifestação não tem data para acabar, e os serviços devem permanecer suspensos hoje.

A tramitação de 2,5 milhões de processos foi interrompida nas 70 varas que compõem o fórum, e as cerca de 23 mil pessoas que procuram atendimento diariamente no local não tiveram acesso ao edifício.

Além do João Mendes, a greve suspendeu serviços no Fórum Eli Lopes, também na capital paulista, e nas comarcas de Cotia e Ribeirão Preto, segundo o TJ-SP.

Segundo os grevistas, em Santos, Praia Grande e em São José do Rio Preto a paralisação também foi total, mas a informação não foi confirmada pela corte.

O TJ impediu o acesso dos grevistas a comida e água potável como maneira de pressioná-los a deixar o prédio. Até a noite de ontem, 76 pessoas permaneciam no fórum.

Durante a tarde, uma comissão formada pelo deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e pelos deputados estaduais Major Olímpio (PDT) e Carlos Giannazi (PSOL), além de representantes dos servidores, foi recebida por auxiliares do presidente do TJ-SP, Antonio Carlos Viana Santos, para negociar a desocupação do prédio. Não houve acordo.

A presença dos deputados fez com que o secretário Luiz Antonio Guimarães Marrey (Casa Civil) chamasse a greve de “política”. Major Olímpio, que apoiou os grevistas, é cotado para vice na chapa do senador Aloizio Mercadante (PT) ao governo paulista. Ele negou motivação eleitoral.

Os servidores reivindicam a recomposição de perdas salariais, com um reajuste de 20,16%, além da suspensão do desconto de dias não trabalhados nos salários.

 

 

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Grevistas invadem Fórum João Mendes no centro de SP

16/06/2010 | 00:00 - matéria visualizada 412 vezes
Cerca de cem manifestantes ficaram do lado de fora do Fórum João Mendes

João Mendes, o maior do país, permaneceu com as portas fechadas ontem

 

Unidade responde por 23 mil atendimentos diários; servidores, que pedem reajuste de 20%, devem manter greve

 

O maior fórum do país ficou com as portas fechadas durante todo o dia de ontem. Servidores em greve do Judiciário paulista que invadiram o Fórum João Mendes, no centro da capital, na quarta-feira, mantiveram a ocupação, levando à suspensão de todas as atividades.


Segundo o comando da greve, a manifestação não tem data para acabar, e os serviços devem permanecer suspensos hoje.


A tramitação de 2,5 milhões de processos foi interrompida nas 70 varas que compõem o fórum, e as cerca de 23 mil pessoas que procuram atendimento diariamente no local não tiveram acesso ao edifício.


Além do João Mendes, a greve suspendeu serviços no Fórum Eli Lopes, também na capital paulista, e nas comarcas de Cotia e Ribeirão Preto, segundo o TJ-SP.


Segundo os grevistas, em Santos, Praia Grande e em São José do Rio Preto a paralisação também foi total, mas a informação não foi confirmada pela corte.


O TJ impediu o acesso dos grevistas a comida e água potável como maneira de pressioná-los a deixar o prédio. Até a noite de ontem, 76 pessoas permaneciam no fórum.


Durante a tarde, uma comissão formada pelo deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e pelos deputados estaduais Major Olímpio (PDT) e Carlos Giannazi (PSOL), além de representantes dos servidores, foi recebida por auxiliares do presidente do TJ-SP, Antonio Carlos Viana Santos, para negociar a desocupação do prédio. Não houve acordo.


A presença dos deputados fez com que o secretário Luiz Antonio Guimarães Marrey (Casa Civil) chamasse a greve de “política”. Major Olímpio, que apoiou os grevistas, é cotado para vice na chapa do senador Aloizio Mercadante (PT) ao governo paulista. Ele negou motivação eleitoral.


Os servidores reivindicam a recomposição de perdas salariais, com um reajuste de 20,16%, além da suspensão do desconto de dias não trabalhados nos salários.

 

 

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