Sindjus pede auditoria no contrato para construção do novo Fórum de Santa Inês

18/06/2010 | 00:00 - matéria visualizada 554 vezes

O prédio do Fórum de Justiça de Santa Inês, cuja construção foi iniciada há anos e nunca foi concluída, virou uma construção abandonada e agora serve para esconderijo de marginais.

 

Em torno da construção do fórum, outras obras foram iniciadas bem depois e já funcionam há bastante tempo; o Fórum Eleitoral que fica aproximadamente a 100m e a Escola Josué Diniz Alves que está a menos de 10m.

 

Em Santa Inês, até a Avenida do Bambu foi construída depois que as obras do novo fórum começaram. Porém a cidade inteira não sabe quando será terminada a obra e muito menos quando os quatro juizes da cidade vão poder trabalhar com mais conforto e comodidade, além de se sentirem em um ambiente seguro.

 

A notícia é do jornal Agora Santa Inês, que por diversas vezes publicou matérias sobre o assunto e ouviu juízes locais, mas a obra que pertece ao Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ) continua parada.

 

INVESTIGAÇÃO

 

Diante da gravidade dos fatos, o Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (Sindjus) protocolou pedido de providências junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), solicitando a realizaçao de auditoria externa na licitação e execução da obra de construção do novo Fórum de Justiça de Santa Inês. A relatoria dessa nova representação do Sindjus coube ao conselheiro Marcelo Neves.

 

A obra foi licitada inicialmente por R$ 699.958,00 reais. Anos depois, e apesar de aditivos na ordem de R$ 899.958,00 reais, o reiterado atraso na conclusão das obras do novo Fórum de Justiça da Comarca de Santa Inês permanece cercado de dúvidas e explicações que não convencem.

 

Por tudo isso, o Sindjus decidiu requerer ao CNJ que determine a divulgação do CNPJ de todas as empresas fornecedoras de bens ou serviços ao TJMA, além de se manifestar sobre o pagamento de aditivos em cujos valores são superiores aos valores inicialmente licitados pela administração do Judiciário estadual.

 

A expectativa agora é que o pedido de providências do Sindjus seja julgado pelo CNJ na primeira quinzena de julho.

 

 

 

 

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